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Eu indico 50/50 (EUA, 2011) Tudo vira de pernas para
Alabama, anos 1930. A pequena Jean (Mary Badham) é uma menina inteligente que tem no seu pai o grande herói. Atticus Finch (Gregory Peck) é um advogado viúvo que cuida de seu casal de filhos pequenos. Idealista e honesto, ele será o defensor de Tom, um negro acusado de estuprar uma mulher branca. Num júri composto apenas de brancos, todos sabem qual será o veredicto. Mas o advogado não desistirá de tentar provar que Tom é inocente. Além desse julgamento, a amizade de Jean com Boo Radley (Robert Duval), um deficiente mental que vive encarcerado em sua casa, vai fazer com que a menina passe a ver o mundo sob uma nova ótica e descobrir que o mundo dos adultos é mais cruel do que parece.
O diretor Karim Aïnouz, de Madame Satã (2002) e Praia do Futuro (2014), destaca a força das mulheres num filme baseado no romance "A vida invisível de Eurídice Gusmão", de Martha Batalha. A Eurídice Gusmão do título da obra é uma das personagens que divide o protagonismo com a sua irmã Guida, interpretadas respectivamente por Carol Duarte e Julia Stockler. O que Bacurau (de Kleber Mendonça Filho) tem de ousado e focado, este aqui tem de delicado e universal.
Procura um filme de terror de verdade para assistir no sofá? Sendo assim, selecionei 10 filmes disponíveis na Netflix que considero grandes produções do gênero. Além do mais, todas as opções possuem um bom roteiro, conteúdo minimamente admirável.
A premissa é sinistra: diz a lenda que, quando viva, uma mulher mexicana afogou seus filhos e depois, arrependida, se jogou no rio enquanto chorava desesperadamente. Agora ela chora eternamente e captura outras crianças. Ela ficou conhecida como "La Llorona" e, se você ouvir um choro de mulher vestida de noiva durante a madrugada, deve ser ela. Dirigido por Michael Chaves.
Já estão dizendo que James Wan é o herói responsável por um novo patamar da DC nos cinemas. Não é a toa, já que sua direção foi fundamental para destacar este longa como o melhor filme da DC. Aquaman passa por cima dos filmes da DC como um maremoto e chega a ser melhor que alguns da Marvel.
Não podemos negar que o diretor David F. Sandberg conseguiu manter o nível do precursor James Wan, criador de Invocação do Mal e toda essa franquia que também incluí Annabelle e os futuros filmes A Freira e Invocação do Mal 3. A conexão que este filme faz com os anteriores é bem feita, disposta no meio da trama para agradar aos fãs e, para melhorar, esse filme é infinitamente superior ao primeiro Annabelle, que não agradou. É o mesmo diretor de Quando as Luzes se Apagam, que merece ser visto também. O roteiro é do mesmo do primeiro Annabelle, Gary Daubermann. E, é claro, James Wan está na produção, cuidando de seu legado.
O terror de verdade não precisa de monstros, sanguinolência, sustos sucessivos... precisa causar medo, causar frio na espinha, tensão, arrepio, suspense. James Wan acerta na dose e no estilo, agradando aos fãs do gênero (e também a quem não é).
Está cada vez mais difícil fazer filmes de suspense ou terror que sejam bem vistos pela crítica e pelo público. Até os grandes sustos e os arrepios estão mais difíceis de serem arrancados do espectador exigente. O filme "Insidious" reúne duas coisas que me fazem valorizar um filme deste gênero: clima sinistro com sustos e uma história interessante. Direção de James Wan.