Alta Frequência (“Frequency”)
Eu indico Alta Frequência (EUA, 2000) John Sullivan é um
Eu indico Alta Frequência (EUA, 2000) John Sullivan é um
Um agente temporal (Ethan Hawke) trabalha para uma organização secreta que procura criminosos e os captura antes que eles cometam o delito. Após anos de trabalho, ele encara sua última missão antes de se aposentar: capturar um criminoso responsável por grandes atentados, sendo um em 1975, deixando mais de 11 mil mortos em Nova York. Dirigido por Michael e Peter Spierig.
Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, Thomas (Dylan O'Brien) chega à “Clareira”, se vendo rodeado por garotos que o acolhem. O local é um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Dirigido por Wes Ball e roteiro de Noah Oppenheim.

Dark Phoenix (EUA, 2019)
Tenho um apreço e simpatia elevados pelos X-Men, por conta da proposta de mutantes na Terra e todos os percalços da convivência com outros seres humanos. É uma história bem rica e com personagens legais. Vejo muito valor em terem sido produzidos vários filmes sobre esse universo, mesmo a maioria não ter sido tão boa quanto foram X-Men: Primeira Classe (2011) e Dias de um Futuro Esquecido (2014). Este último episódio da franquia que foi repaginada a partir do excelente Primeira Classe infelizmente não é uma conclusão épica, nem um filme excelente. Mas talvez tenha sido o que mais se aproximou dos dois melhores.
Dirigido por Simon Kinberg em sua estreia como diretor de um filme e que também assina o roteiro, até que ele conseguiu reforçar os dilemas dos mutantes e contextualizar bem o enredo num cenário de início da década de 90. A saga da Fênix Negra não é uma história complicada de entender, mas é um evento muito importante na vida dos X-Men e uma grande ameaça a toda forma de vida no universo. Um acerto no filme foi focar nas emoções da personagem Jean Grey (interpretada pela Sansa… ops… pela Sophie Turner) mostrando como essas emoções são intensificadas quando a Fênix toma força. Ela vira puro “desejo”, desejo pela dor, medo, intensificando seus poderes a partir das emoções.
O filme deu um bom foco às cenas de ação, as lutas entre os mutantes é divertida e a presença de Magneto (Michael Fassbender) e Professor Xavier (James McAvoy) nas cenas de ação é o ponto alto do filme. Mais uma vez essa dupla de atores manifesta ótima interpretação em seus papéis. Jessica Chastain, como a verdadeira vilã, está ótima, bem convincente principalmente na expressão corporal e nas falas, já que é uma criatura que se apossou de um corpo humano. Acho que ela ofuscou um pouco a atriz Sophie Turner por conta da experiência em tela.
O filme deve dividir bastante as opiniões e eu escolhi o lado daqueles que se decepcionaram com o resultado. O trailer entrega demais, o resultado não vai muito além da propaganda e a HQ merecia um final muito mais grandioso e épico dessa temporada. Por outro lado, neste universo ainda existe a salvação! E logo por quem? Deadpool! Estou falando sério, viu?
O documentário parte do filme “Coisas Eróticas”, primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há pouco mais de trinta anos atrás a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, o filme marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos. Dirigido por Bruno Graziano, Denise Godinho e Hugo Moura.
O filme segue a história de um misterioso homem que parte em busca de sua vizinha, uma criança que foi raptada por traficantes de órgãos. Escrito e dirigido por Lee Jeong-beom.
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