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Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

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Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)
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O filme representa tudo o que um herói pode ser e deixa aquela injeção de coragem que é necessária dentro da difícil fase de crescimento, afinal, Peter Parker é um garoto que representa tudo isso, aprendendo a ser herói e adolescente ao mesmo tempo. Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. Dirigido por Jon Watts.

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X-Men: Fénix Negra (2019)

Dark Phoenix (EUA, 2019)

Tenho um apreço e simpatia elevados pelos X-Men, por conta da proposta de mutantes na Terra e todos os percalços da convivência com outros seres humanos. É uma história bem rica e com personagens legais. Vejo muito valor em terem sido produzidos vários filmes sobre esse universo, mesmo a maioria não ter sido tão boa quanto foram X-Men: Primeira Classe (2011) e Dias de um Futuro Esquecido (2014). Este último episódio da franquia que foi repaginada a partir do excelente Primeira Classe infelizmente não é uma conclusão épica, nem um filme excelente. Mas talvez tenha sido o que mais se aproximou dos dois melhores.

Dirigido por Simon Kinberg em sua estreia como diretor de um filme e que também assina o roteiro, até que ele conseguiu reforçar os dilemas dos mutantes e contextualizar bem o enredo num cenário de início da década de 90. A saga da Fênix Negra não é uma história complicada de entender, mas é um evento muito importante na vida dos X-Men e uma grande ameaça a toda forma de vida no universo. Um acerto no filme foi focar nas emoções da personagem Jean Grey (interpretada pela Sansa… ops… pela Sophie Turner) mostrando como essas emoções são intensificadas quando a Fênix toma força. Ela vira puro “desejo”, desejo pela dor, medo, intensificando seus poderes a partir das emoções.

O filme deu um bom foco às cenas de ação, as lutas entre os mutantes é divertida e a presença de Magneto (Michael Fassbender) e Professor Xavier (James McAvoy) nas cenas de ação é o ponto alto do filme. Mais uma vez essa dupla de atores manifesta ótima interpretação em seus papéis. Jessica Chastain, como a verdadeira vilã, está ótima, bem convincente principalmente na expressão corporal e nas falas, já que é uma criatura que se apossou de um corpo humano. Acho que ela ofuscou um pouco a atriz Sophie Turner por conta da experiência em tela.

O filme deve dividir bastante as opiniões e eu escolhi o lado daqueles que se decepcionaram com o resultado. O trailer entrega demais, o resultado não vai muito além da propaganda e a HQ merecia um final muito mais grandioso e épico dessa temporada. Por outro lado, neste universo ainda existe a salvação! E logo por quem? Deadpool! Estou falando sério, viu?

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