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A começar pela resumo da trama e sabendo que a direção é de Spike Lee, podemos esperar o melhor possível: em 1978, Ron Stallworth, um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo por meio de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron se tornou o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas.

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Murphy (Karl Glusman), é um estudante de cinema americano que mora em Paris. Lá ele conhece a jovem Electra (Aomi Muyock), com quem vive um amor profundo de dois anos que mudou sua vida. Agora, casado com outra (Klara Kristin) e com um filho, ele recebe uma ligação da ex-sogra, o que o leva a relembrar vários momento de sua relação. Dirigido por Gaspar Noé.

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Donnie é um jovem excêntrico que despreza a grande maioria de seus colegas de escola. Ele tem visões, em especial de Frank, um coelho gigante que só ele consegue ver e que o encoraja a fazer brincadeiras humilhantes com quem o cerca. Um dia, uma de suas visões o atrai para fora de casa e lhe diz que o mundo acabará dentro de um mês. Donnie inicialmente não acredita, mas, momentos depois, a turbina de um avião cai em sua casa e ele começa a se perguntar qual é o fundo de verdade dessa previsão.

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Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos. Dirigido por John Hughes.

Juventude dos anos 80:

Ícone do cinema nos anos 80, este filme é reconhecido como um dos melhores sobre o ambiente dos estudantes no ensino médio. Talvez uma grande influência aos jovens e sua relação com a universidade. John Hughes teve a audácia de rodar o filme todo em sequência, em menos de três meses ele foi iniciado e concluído (de 28 de março até maio de 1984). O roteiro do filme também saiu em tempo recorde, em apenas dois dias, escrito pelo próprio diretor.

Em “Clube dos cinco” temos pessoas bem caracterizadas, como a princesa da turma (Molly Ringwald), a aluna estranha e reclusa (Ally Sheedy), o adolescente rebelde (Judd Nelson), o rapaz atlético (Emilio Estevez)e o nerd (Anthony Michael Hall). Passado praticamente o filme inteiro no mesmo ambiente, no qual diferentes estudantes passam a se conhecer, o filme possui uma mistura de diálogos interessantes, diversidade, pequenas travessuras e até um pouco de dança. A cena da dança é quase sempre utilizada nas propagandas sobre o filme, sendo bastante divertida e deixando uma forte marca de anos 80.

Um clima intimista se cria entre os personagens, principalmente quando eles contam suas aventuras e traumas para o grupo. Dizem que a cena dessa conversa não tinha detalhes no roteiro e o diretor deixou os atores improvisarem à vontade. A questão da redação como pré-requisito para eles serem liberados culmina com uma situação bem legal, marcando os momentos finais do filme. Espero que essa profundidade seja bem apreciada pelos espectadores.

Provavelmente o diretor não esperava que o filme tivesse repercussão e influência até os dias de hoje. Recentemente, aqui na cidade de Salvador, tivemos a oportunidade de poder rever este filme numa sala de cinema, devido à iniciativa da Rede Cinemark de exibir clássicos do cinema em sessões especiais.
Emilio Estevez, Judd Nelson e Ally Sheedy voltaram a contracenar juntos em “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (1985), sobre amigos recém-formados.

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Fontes:
https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Breakfast_Club

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