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É uma adaptação bem fiel ao livro de Agatha Christie, sendo assim não chega a trazer novidades para quem leu o livro ou assistiu ao primeiro filme. Foi uma escolha de roteiro sem riscos, neste caso pode ter sido a melhor escolha. Como investigação e suspense funciona muito bem e ressalta temas bem presentes nas obras da escritora, como tradição, vingança, poder e justiça. Destaque para Kenneth Branagh que dirige o filme e interpreta o detetive Hercule Poirot.

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Inverno da Alma (“Winter’s Bone”, EUA, 2010)

Eu indico Winter’s Bone (EUA, 2010) Ree Dolly (Jennifer Lawrence),

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Depois de um trailer empolgante, com uma trilha sonora bacana, qualquer um vai querer assistir! Mona vive nas ruas da Hungria ganhando a vida como artista e é vendida como escrava pelo próprio pai a um estranho bordel, onde as prostitutas são forçadas a agir como personagens literários. Roteiro e direção de Szabolcs Hadju.

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A festa de despedida (Israel, 2015)

A festa de despedida (“Mita Tova”, Israel, 2015)

Um grupo de amigos em uma casa de repouso em Jerusalém constrói uma máquina de auto-eutanásia, a fim de ajudar um amigo em estado terminal. Quando os rumores sobre a máquina começam a se espalhar, mais e mais pessoas começam a se interessar pela ideia de partir dessa para uma melhor, e o grupo de amigos se questiona se o que estão fazendo é a coisa certa. Dirigido por Tal Granit e Sharon Maymon.

Dispositivo de uso fácil e indolor:

Este filme consegue tratar de um assunto como a eutanásia, forte e polêmico, de forma leve e divertida, mantendo a seriedade da coisa. Encontramos uma série de excelentes filmes sobre o assunto, como Mar Adentro (2005, de Alejandro Amenábar), Uma Primavera com Minha Mãe (2012, de Stéphane Brizé), entre outros. Mas essa produção israelense consegue, num filme curto (95 minutos), transmitir as questões essenciais sobre o assunto, com leveza e algumas cenas bem divertidas.

O elenco principal, composto de velhinhos, tem a sua parcela de mérito. Os personagens são bem interessantes e passam por algumas aventuras e situações engraçadas, após um deles, um inventor nato de bugigangas, construir uma máquina de auto-eutanásia. Assim, o grupo se forma para decidir pela escolha e empréstimo do dispositivo, com a melhor das intenções, já que muitos amigos estão em estado desacreditado e sofrível, e essa seria uma forma de acabar com seu sofrimento, sem deixar vestígios. Os personagens, por serem idosos, mostram uma certa atrapalhação, ou melhor, falta de habilidades, o que gera boa parte das cenas engraçadas. Entretanto, junto com isso, vem a experiência de vida de cada um, e suas atitudes são realistas e até admiráveis.

A história se passa num asilo em Jerusalém, local perfeito para criar a argumentação proposta, e mostra o dilema das pessoas quando escolhas difíceis precisam ser tomadas diante de situações difíceis. Também consegue mostrar o espaço e o dilema particular de cada um deles. É uma história fácil de assimilar e deve agradar à grande maioria dos espectadores.

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Fontes:
http://cinepop.com.br/critica-a-festa-de-despedida-103164

Tags Relacionadas A festa de despedida, A festa de despedida 2015, crítica, filme a festa de despedida, Jerusalém, Mar Adentro, Mita Tova, resenha, Sharon Maymon, Tal Granit, Uma Primavera com Minha Mãe
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