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Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme e o consideram o melhor da franquia Transformers. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época. Dirigido por Travis Knight.

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Chappie (2015)
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Chappie (2015)

Em um futuro próximo, uma opressiva força policial mecanizada é encarregada de patrulhar as ruas e controlar o crime em Joanesburgo, África do Sul. Um dos androides da força policial é roubado e reprogramado com o intuito de ser utilizado como arma pelos criminosos. Ao ser reprogramado, o androide se torna Chappie, o primeiro robô com capacidade de pensar e sentir por si mesmo. Isso faz com que forças poderosas e destrutivas comecem a ver Chappie como uma ameaça para a humanidade e para a ordem pública, e elas farão de tudo para garantir que Chappie seja destruído. Dirigido por Neill Blomkamp.

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Duna (2021): adaptação épica a ser vista no cinema
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Duna (2021): adaptação épica a ser vista no cinema

O livro de Frank Herbert foi comparado a Senhor dos Anéis por Arthur C. Clarke. Ainda mais apaixonante foi a declaração de Neil Gaiman: "Duna é o melhor dos grandes romances de ficção científica, e o que mais se manteve relevante". Neste ano ainda pandêmico, Denis Villeneuve, aclamado por excelentes filmes como Incêndios (2010), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017), entrega a sua versão de Duna para o cinema.

Barton Fink – Delírios de Hollywood (1991)

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Barton Fink (EUA, 1991)

Nova York, 1941. Barton Fink (John Turturro) é o dramaturgo do momento e toda a Broadway, além da imprensa, se curva ao seu talento. Eleacaba indo a Hollywood para escrever um roteiro para um filme. Porém, ele é atingido por um bloqueio de escritor. Charlie Meadows (John Goodman), seu vizinho, um amigável vendedor de seguros, tenta ajudá-lo mas diversos acontecimentos bizarros surgem na vida de Barton. Dirigido por Joel Coen.
Roteirista em Hollywood:
Uma visão realista da Hollywood na década de 1940 é transportada para as telonas pelos irmãos Joel e Ethan Coen, que também assumiram o roteiro, produçãoe edição deste filme.Anarrativa é excêntrica em vários momentos, tendo suas metáforas e significados críticos, cabendo a cada espectador sua interpretação.É o quarto filme dos irmãos Coen, que possem até então quase vinte produções, entre elas grandes filmes que recomendo:Bravura Indômita (2010), Onde os Fracos Não Têm Vez (2007), O Homem Que Não Estava Lá (2001), E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (2000), Na Roda da Fortuna (1994) e Arizona Nunca Mais (1987).
Estrelado por John Turturro, que está em sua melhor atuação até o momento, mostrando um talento nato ao representar um personagem com algumas esquisitices e aparência não tão agradável. Perfeito na caricatura de um escritor, roteirista de Hollywood, com personalidade forte e um pouco de loucura diante do conhecido bloqueio de escritor. A história é muito interessante e retrata de forma não convencional a realidade de Hollywood, com seus preconceitos e tudo o mais, formando essa cultura de produção de filmes. Algo de muito valor no enredo é o aspecto do “homem comum” e os valores pessoais que um profissional tenta seguir. Barton Fink entra em choque ao seguir seus valores e esbarrar com os desejos dessa indústria, com seus empresários ricos e com muito pouco bom senso. Essa generalização da figura do escritor roteirista como um profissional correto e tão pouco reconhecido, podemos ver em outros filmes: em 1963, no filme italiano Oito e meio, de Federico Fellini, a crise de criatividade de um cineasta é retratada numa narrativa bem fora do comum. Temos algo parecido no filme Adaptação (2002). Lembrando que o movimento do cinema denominado realismo poético francês surgiu no cinema francês a partir da metade da década de 1930 e foi o movimento que enfatizou o papel do roteirista, embora essa função ainda não fosse reconhecida profissionalmente.
O ambiente presente na trama, mostrando um calor infernal, fica bem evidente junto com todos os acontecimentos, realistas ou insanos, que ocorrem até o seu desfecho. John Goodman também está em uma de suas melhores interpretações e, nas cenas que contracena com Turturro, ambos disputam a melhor atuação. Ele é o personagem que tira Barton Fink do isolamento e faz ele relaxar e, talvez, voltar a encontrar a inspiração que precisa. Mas como nada nessa vida vem de graça, vamos ver no que vai dar. A turma de coadjuvantes também se destaca, principalmente Tony Shalhoub (astro da série Monk na qual ele já venceu vários prêmios como ator) e Steve Buscemi, ambos aparecendo em poucas cenas, mas deixando uma grande impressão para quem estiver atento a este aspecto.
Barton Fink recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1991, bem como os prêmios de Melhor Diretor e Melhor Ator (Turturro). Também foi indicado a três Oscars e muito bem recebido pela crítica. Por motivos diversos, o filme arrecadou somente dois terços do seu orçamento estimado.
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Fontes:
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