Search

Você pode gostar disso:

tonguepunk
A Maldição da Chorona (2019)
Drama Filmes Nacional

A Maldição da Chorona (2019)

A premissa é sinistra: diz a lenda que, quando viva, uma mulher mexicana afogou seus filhos e depois, arrependida, se jogou no rio enquanto chorava desesperadamente. Agora ela chora eternamente e captura outras crianças. Ela ficou conhecida como "La Llorona" e, se você ouvir um choro de mulher vestida de noiva durante a madrugada, deve ser ela. Dirigido por Michael Chaves.

laughingangeltongue
Baywatch: SOS Malibu (2017)
Drama Filmes Nacional

Baywatch: SOS Malibu (2017)

Como comédia, Baywatch funciona muito bem. Com situações bem engraçadas, utilizando bem os clichês do gênero, assim como atores adequados ao papel, é uma opção certa para quem quer relaxar e se divertir vendo um filme. Dwayne Johnson, Zac Efron e outros formam uma equipe que vão atrás de uma conspiração criminosa na praia onde eles trabalham como salva-vidas. Dirigido por Seth Gordon.

laughing
John Wick: Um Novo Dia para Matar (2017)
Drama Filmes Nacional

John Wick: Um Novo Dia para Matar (2017)

Após recuperar seu carro, John Wick (Keanu Reeves) acredita que enfim poderá se aposentar. Entretanto, a reaparição de Santino D'Antonio (Riccardo Scarmacio) atrapalha seus planos. Dono de uma promissória em nome de Wick, por ele usada para deixar o posto de assassino profissional da Alta Cúpula, Santino cobra a dívida existente e insiste para que ele mate sua própria irmã, Gianna (Claudia Gerini). Dirigido por Chad Stahelski.

cryingsecret

Tolerância (Brasil, 2000)

Tolerância (Brasil, 2000)

O diretor gaúcho Carlos Gerbase pertenceu à Casa de Cinema de Porto Alegre, a empresa que contém nomes como Jorge Furtado e Ana Luiza Azevedo, entre outros cineastas brasileiros importantes. Em 2011, juntamente com Luciana Tomasi, criou a produtora Prana Filmes. É também professor de cinema na PUCRS, escritor e músico, tendo sido membro da banda Replicantes. Com um roteiro inteligente e criativo, o diretor nos presenteia com esta ótima produção nacional.

No filme, o casal de protagonistas é interpretado por Roberto Bontempo e Maitê Proença, ambos excelentes em suas atuações, sendo que o primeiro levou o Prêmio Lente de Cristal de Melhor Ator, no Festival do Cinema Brasileiro de Miami, EUA. Maitê Proença não fica para trás e, obviamente, está linda.

Existem três boas características neste filme. Uma delas é a forma como tratou a temática de relacionamento flexível, onde o casal se permite, em algum momento, ter outras relações. A regra é não mentir, mas claro que isso pode gerar consequências na relação e, neste caso, situações interessantes e surpreendentes. Pitadas de sensualidade e sedução se misturam a esse aspecto principal do filme pois, apesar de sua vida normal, em família, o casal tende a praticar esse “acordo” de alguma forma.

O segundo ponto que chama a atenção é a vertente do suspense, pois se trata de uma trama bem elaborada, com reviravoltas e um final bem criativo, no nível de alguns dos melhores filmes com gênero suspense ou policial americanos.

E o terceiro é a abordagem de temas diversos e interessantes, que servem como uma trama paralela, como a questão agrária que envolve a advogada e seu cliente, assim como os conflitos vividos pelo casal de protagonistas: ela, uma advogada que acabou cedendo à realidade e agindo de forma a convencer o júri e ganhar a causa de qualquer forma, mesmo tendo sido uma ativista quando jovem; ele, jornalista, acabou tendo que trabalhar numa revista para homens, vivendo em contato visual com imagens de corpos nus femininos, sendo que na década de 70 sonhava em fazer imagens que mudariam o mundo. A realidade, o nascimento da filha e o mundo mudou tudo.

Júlio (Roberto Bontempo) confessa para a esposa Márcia (Maitê Proença) que gostaria de ir para a cama com uma mulher que conheceu. Ele se comunica com ela pela Internet e o processo de sedução chega a um ponto intolerável. A esposa, cansada de mentir no tribunal, deseja ser sincera em casa e confessa que foi para a cama com outro homem, um cliente dela. Cada um terá que exercitar a sua tolerância, principalmente quando Júlio começa a ser seduzido pela amiga da filha. A garota é nova e bonita e ele a deseja muito. A partir disso a trama vai mostrar as mudanças na vida dos personagens e a tolerância de cada um será testada.

__________________________________
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_Gerbase
http://www.terra.com.br/cinema/drama/tolerancia.htm
http://www.70anosdecinema.pro.br/764-TOLERANCIA_(2000)

Tags Relacionadas Carlos Gerbase, crítica, Maitê Proença, resenha, Roberto Bontempo
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

Amanhecer de um sonho

Eu indico Amanecer de un sueño (Espanha, 2008) Marcel (Alberto

cryingtonguesecretmoney
O filme da minha vida (Brasil, 2017)
Filmes

O filme da minha vida (Brasil, 2017)

Até o momento, este filme representa o mais próximo que o cinema nacional pode chegar de Cinema Paradiso (Itália, 1988). A produção é baseado no livro "Um pai de cinema" de Antonio Skármeta, escritor chileno que também tem “O carteiro e o poeta”. Na história, o jovem Tony decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis.

crying
Sonhadores (Itália, 2003)
Drama

Sonhadores (Itália, 2003)

Matthew (Michael Pitt) é um jovem que, em 1968, vai estudar em Paris. Lá ele conhece os irmãos gêmeos franceses, Isabelle e Theo (Eva Green e Louis Garrel). Os três logo se tornam amigos, dividindo experiências e relacionamentos enquanto Paris vive a efervescência da revolução estudantil. Dirigido por Bernardo Bertolucci.

1 Comentário

Deixe seu comentário