Search

Você pode gostar disso:

laughingangeltongue
Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)
Destaques Drama Favoritos Filmes Na pré

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N' Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida.

Destaques Drama Favoritos Filmes Na pré

Amor Profundo (The Deep Blue Sea)

Eu indico The Deep Blue Sea (EUA / Inglaterra, 2011)

confusedcryingmoney
Aurora (“Sunrise: A Song of Two Humans”, 1927)
Destaques Drama Favoritos Filmes Na pré

Aurora (“Sunrise: A Song of Two Humans”, 1927)

Seduzido por uma moça da cidade, um fazendeiro tenta afogar sua mulher, mas desiste no último momento. Esta foge para a cidade, mas ele, arrependido, a segue para provar o seu amor. Dirigido por F. W. Murnau.

cryingstartongue

Era uma Vez em… Hollywood (2019)

Once Upon A Time…in Hollywood (EUA, 2019)

Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava. Assim, na figura de 3 personagens centrais, sendo um deles não fictício (a Sharon Tate interpretada por Margot Robbie) ele retrata o que muitos atores da época enfrentavam nesse universo que até hoje é uma indústria impiedosa, quanto mais naquela época onde Hollywood continuava crescendo, com muito produtores em Los Angeles aproveitando as condições ideais para fazer filmes: dias ensolarados, diferentes paisagens e etnias (negros, brancos, latinos e indianos).

É uma história de aceitação, sucesso e superação, sobrevivência nesse mundo onde mais atores surgiam e as produtoras sempre estavam ambiciosas. Mas também é uma história de amizade entre os dois protagonistas, um sendo o pilar de sustentação do outro na frente e por trás das câmeras. Genial colocar um ator e seu dublê para representar essas personas. E nem preciso dizer que Leonardo DiCaprio e Brad Pitt dão um show e seus personagens possuem uma sinergia adequada para o filme.

Você respira cinema durante toda a trama ao ser apresentado a termos como 16mm, 35mm (formato ou bitola cinematográfica), locais onde tem escrito cinerama, Cine Drive-in e todo um conteúdo de filmes e celebridades da época, alguns podendo passar desapercebidos. Vou citar poucos casos que percebi aqui e se preferir descobrir sozinho, pule o resto desse parágrafo. Vamos lá! Temos um cartaz de Assim Caminha a Humanidade (1956) e de Tora! Tora! Tora! (1970), temos famosos introduzidos aos poucos, como Roman Polanski e Steve McQueen (o Damian Lewis interpretando foi ótimo e eles são realmente parecidos) e cenários em estúdio cinematográfico. De forma mais explícita temos o filme Arma Secreta contra Matt Helm (The Wrecking Crew, 1969) que teve participação da Sharon Tate. E ainda tem o personagem do Bruce Lee que ficou muito bom com seus conhecidos trejeitos. Para ter ainda mais a cara do Tarantino no filme, existe uma sequência abordando os filmes de faroeste espaguete, que tiveram produção quase sempre italiana, dos quais ele é fã.

Como a brutalidade dos hippies da família Manson marcou muito essa época, por conta do episódio que atingiu família e amigos de Roman Polanski, inclusive a Sharon Tate, Tarantino explora bem essa questão e brinca com nossa angustia por sabermos o que aconteceu de fato. Ele vai nos preparando com genialidade até o clímax.

Acredito que tenha sido um dos melhores finais possíveis para essa trama, o que me fez sair da sala de cinema e desse mundo tão imersivo e interessante, tão real e tão imaginário, criado por Tarantino, bem satisfeito!

Tags Relacionadas Brad Pitt, crítica Era uma Vez em Hollywood, Era uma Vez em Hollywood, filmes Tarantino, Leonardo DiCaprio, Quentin Tarantino, resneha Era uma Vez em Hollywood, Tarantino
Post anterior

Você pode gostar disso:

laughingmoustache
Maze Runner – Correr ou Morrer (2014)
Ficção Científica

Maze Runner – Correr ou Morrer (2014)

Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, Thomas (Dylan O'Brien) chega à “Clareira”, se vendo rodeado por garotos que o acolhem. O local é um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Dirigido por Wes Ball e roteiro de Noah Oppenheim.

Filmes

Snoopy e Charlie Brown: o filme (2015)

Eu indico The Peanuts Movie (EUA, 2015) Próximo das férias

Filmes

Tarde demais (“The Heiress”, EUA, 1949)

Eu indico The Heiress (EUA, 1949) Catherine (Olivia de Havilland),

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário