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Este filme foi ousado em reinventar uma das cenas mais fortes do livro (e do primeiro filme), que envolve a primeira catástrofe para a família. Isso ficou interessante e manteve a lógica. Outro ponto positivo foi a atuação de John Lithgow como o velho Jud Crandall, personagem chave com garantia de grandes momentos em tela graças ao ator consagrado. A garotinha Ellie, interpretada pela Jeté Laurence, também está boa no papel. Uma das cenas mais legais envolve os dois, é pesada e bem parecida com a cena do livro. Boa sorte!

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O Fugitivo (“I Am a Fugitive From a Chain Gang”, 1932)

Eu indico I Am a Fugitive From a Chain Gang

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Bumblebee (2018)
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Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme e o consideram o melhor da franquia Transformers. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época. Dirigido por Travis Knight.

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Era uma Vez em… Hollywood (2019)

Once Upon A Time…in Hollywood (EUA, 2019)

Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava. Assim, na figura de 3 personagens centrais, sendo um deles não fictício (a Sharon Tate interpretada por Margot Robbie) ele retrata o que muitos atores da época enfrentavam nesse universo que até hoje é uma indústria impiedosa, quanto mais naquela época onde Hollywood continuava crescendo, com muito produtores em Los Angeles aproveitando as condições ideais para fazer filmes: dias ensolarados, diferentes paisagens e etnias (negros, brancos, latinos e indianos).

É uma história de aceitação, sucesso e superação, sobrevivência nesse mundo onde mais atores surgiam e as produtoras sempre estavam ambiciosas. Mas também é uma história de amizade entre os dois protagonistas, um sendo o pilar de sustentação do outro na frente e por trás das câmeras. Genial colocar um ator e seu dublê para representar essas personas. E nem preciso dizer que Leonardo DiCaprio e Brad Pitt dão um show e seus personagens possuem uma sinergia adequada para o filme.

Você respira cinema durante toda a trama ao ser apresentado a termos como 16mm, 35mm (formato ou bitola cinematográfica), locais onde tem escrito cinerama, Cine Drive-in e todo um conteúdo de filmes e celebridades da época, alguns podendo passar desapercebidos. Vou citar poucos casos que percebi aqui e se preferir descobrir sozinho, pule o resto desse parágrafo. Vamos lá! Temos um cartaz de Assim Caminha a Humanidade (1956) e de Tora! Tora! Tora! (1970), temos famosos introduzidos aos poucos, como Roman Polanski e Steve McQueen (o Damian Lewis interpretando foi ótimo e eles são realmente parecidos) e cenários em estúdio cinematográfico. De forma mais explícita temos o filme Arma Secreta contra Matt Helm (The Wrecking Crew, 1969) que teve participação da Sharon Tate. E ainda tem o personagem do Bruce Lee que ficou muito bom com seus conhecidos trejeitos. Para ter ainda mais a cara do Tarantino no filme, existe uma sequência abordando os filmes de faroeste espaguete, que tiveram produção quase sempre italiana, dos quais ele é fã.

Como a brutalidade dos hippies da família Manson marcou muito essa época, por conta do episódio que atingiu família e amigos de Roman Polanski, inclusive a Sharon Tate, Tarantino explora bem essa questão e brinca com nossa angustia por sabermos o que aconteceu de fato. Ele vai nos preparando com genialidade até o clímax.

Acredito que tenha sido um dos melhores finais possíveis para essa trama, o que me fez sair da sala de cinema e desse mundo tão imersivo e interessante, tão real e tão imaginário, criado por Tarantino, bem satisfeito!

Tags Relacionadas Brad Pitt, crítica Era uma Vez em Hollywood, Era uma Vez em Hollywood, filmes Tarantino, Leonardo DiCaprio, Quentin Tarantino, resneha Era uma Vez em Hollywood, Tarantino
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Na prisão de segurança máxima de Rebibbia, Roma, um grupo de prisioneiros encena a peça "Júlio César", de William Shakespeare. Pelos corredores, fala-se de morte, liberdade, vingança. Realidades presentes no texto shakespeariano, mas também nas suas próprias histórias. Dirigido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, o filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2012.

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Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N' Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida.

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