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Eu Vi o Diabo (“Akmareul boatda”, Coreia do Sul, 2010)
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Existe um psicopata sanguinário à solta na Coréia do Sul. Jang Kyung-chul (Choi Min-sik) mata mulheres de forma brutal. A polícia tenta capturá-lo há décadas, sem sucesso. Quando a noiva de Soo-hyun (Byung-hun Lee), um agente secreto, é assassinada por este homem, o agente decide procurar sozinho pelo responsável. O encontro entre os dois homens ocorre rapidamente, mas Soo-hyun decide que a morte não é suficiente: será preciso torturá-lo, muitas vezes, para que o outro aprenda todo o mal que causou. Dirigido por Jee-woon Kim.

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Corra! (“Get Out”, 2017)
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Corra! (“Get Out”, 2017)

Uma mistura dos melhores episódios de Black Mirror, Westworld e Além da Imaginação. Com o perdão da repetição, “corra” para ver! Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador. Escrito e dirigido por Jordan Peele.

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Amanhecer de um sonho

Eu indico Amanecer de un sueño (Espanha, 2008) Marcel (Alberto

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Oito Mulheres e um Segredo (2018)

Ocean’s 8 (EUA, 2018)

Essa é uma sequência da trilogia com George Clonney e Brad Pitt, que começou com o filme de 2001, uma ótima nova versão do clássico Onze Homens e um Segredo de 1960 (com Frank Sinatra e dirigido por Lewis Milestone). Só que agora temos personagens mulheres estrelando mais um grande roubo. Recém-saída da prisão, Debbie Ocean (Sandra Bullock) planeja executar o assalto do século em pleno o Met Gala, em Nova York, com o apoio de Lou (Cate Blanchett), Nine Ball (Rihanna), Amita (Mindy Kaling), Constance (Awkwafina), Rose (Helena Bonham Carter), Daphne Kluger (Anne Hathaway) e Tammy (Sarah Paulson).

O filme, dirigido por Gary Ross, aposta nessa afirmação feminina e até consegue homenagear o anterior e outros grandes filmes de roubo, mas entrega muito pouco em termos de conteúdo, surpresas e até cenas cômicas. Assim, fica mais em evidência o glamour, esbanjando luxo e riqueza e, infelizmente, até para as personagens principais da trama (que não são nada ricas) essa parece ser uma preferência. Para alguns vai causar inveja tanta beleza exterior, para outros admiração pela questão da estética, estilo e bom gosto. O próprio cenário principal do filme, O Metropolitan Museum of Art (The Met), na cidade de Nova Iorque, um dos mais visitados museus do planeta e colado ao Central Park, é sinônimo de luxo e riqueza, quanto mais durante um evento de gala (onde será aplicado o ousado roubo). Muitas mulheres estilosas, desfilando e adorando joias e estética. Por sinal, Sandra Bullock está com muita maquiagem ou outros recursos para esconder seus 53 anos.

Se o filme tenta também ser uma comédia de erros, os erros são quase todos dos personagens masculinos, em sua grande maioria desprovidos de raciocínio. Algumas cenas são difíceis de convencer, muitas falhas em esquemas de segurança que deveriam ser mais cuidadosos e, assim, as personagens contam também com uma certa dose de sorte para que tudo dê certo, embora o plano seja (ufa!) inteligente. Algumas cenas acertam e surpreendem nos mostrando que alguns roubos e truques são mais fáceis do que parecem (principalmente os do início).

O cinema está recheado de grandes filmes sobre roubos e trapaças, como o próprio Onze Homens e um Segredo, Vida Bandida (2001), Uma Saída de Mestre (2003), O Plano Perfeito (2006), o clássico O Grande Golpe de 1956, Truque de Mestre (2013) e o espetacular Invasores – Nenhum Sistema Está à Salvo, filme de 2014 ainda desconhecido por muitos. Comparado a estes, Oito Mulheres e um Segredo fica abaixo da média.

Por outro lado, o elenco ficou bom, inclusive as menos conhecidas (ou menos experientes) Rihanna, a asiática Awkwafina (que é rapper na vida real) e a indiana Mindy Kaling. Anne Hathaway ficou divertida e conseguiu se destacar, talvez pelo papel ter sido diferente das outras mulheres, já que ela não faz parte do grupo do roubo. Como uma forma de afirmação feminina e união das mulheres para um objetivo comum e junto com esse mundo bem feminino de beleza, moda e luxo, o filme pode até agradar.

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Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)
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O filme representa tudo o que um herói pode ser e deixa aquela injeção de coragem que é necessária dentro da difícil fase de crescimento, afinal, Peter Parker é um garoto que representa tudo isso, aprendendo a ser herói e adolescente ao mesmo tempo. Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. Dirigido por Jon Watts.

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