The Electric Horseman (EUA, 1979)
Eu indico O Cavaleiro Elétrico (EUA, 1979) Sonny Steele (Robert
Eu indico O Cavaleiro Elétrico (EUA, 1979) Sonny Steele (Robert
O filme narra uma moderna história de amor, de um jovem casal ao longo de um período de doze meses em Londres, Inglaterra: Matt, um climatólogo britânico, e Lisa, uma estudante de intercâmbio americana. A história é construída a partir de uma reflexão pessoal da perspectiva de Matt, quando ele está trabalhando na Antártida. O filme retrata o casal assistindo a nove shows de rock, intercalados por cenas de sexo explícito. Dirigido por Michael Winterbottom.

Ocean’s 8 (EUA, 2018)
Essa é uma sequência da trilogia com George Clonney e Brad Pitt, que começou com o filme de 2001, uma ótima nova versão do clássico Onze Homens e um Segredo de 1960 (com Frank Sinatra e dirigido por Lewis Milestone). Só que agora temos personagens mulheres estrelando mais um grande roubo. Recém-saída da prisão, Debbie Ocean (Sandra Bullock) planeja executar o assalto do século em pleno o Met Gala, em Nova York, com o apoio de Lou (Cate Blanchett), Nine Ball (Rihanna), Amita (Mindy Kaling), Constance (Awkwafina), Rose (Helena Bonham Carter), Daphne Kluger (Anne Hathaway) e Tammy (Sarah Paulson).
O filme, dirigido por Gary Ross, aposta nessa afirmação feminina e até consegue homenagear o anterior e outros grandes filmes de roubo, mas entrega muito pouco em termos de conteúdo, surpresas e até cenas cômicas. Assim, fica mais em evidência o glamour, esbanjando luxo e riqueza e, infelizmente, até para as personagens principais da trama (que não são nada ricas) essa parece ser uma preferência. Para alguns vai causar inveja tanta beleza exterior, para outros admiração pela questão da estética, estilo e bom gosto. O próprio cenário principal do filme, O Metropolitan Museum of Art (The Met), na cidade de Nova Iorque, um dos mais visitados museus do planeta e colado ao Central Park, é sinônimo de luxo e riqueza, quanto mais durante um evento de gala (onde será aplicado o ousado roubo). Muitas mulheres estilosas, desfilando e adorando joias e estética. Por sinal, Sandra Bullock está com muita maquiagem ou outros recursos para esconder seus 53 anos.
Se o filme tenta também ser uma comédia de erros, os erros são quase todos dos personagens masculinos, em sua grande maioria desprovidos de raciocínio. Algumas cenas são difíceis de convencer, muitas falhas em esquemas de segurança que deveriam ser mais cuidadosos e, assim, as personagens contam também com uma certa dose de sorte para que tudo dê certo, embora o plano seja (ufa!) inteligente. Algumas cenas acertam e surpreendem nos mostrando que alguns roubos e truques são mais fáceis do que parecem (principalmente os do início).
O cinema está recheado de grandes filmes sobre roubos e trapaças, como o próprio Onze Homens e um Segredo, Vida Bandida (2001), Uma Saída de Mestre (2003), O Plano Perfeito (2006), o clássico O Grande Golpe de 1956, Truque de Mestre (2013) e o espetacular Invasores – Nenhum Sistema Está à Salvo, filme de 2014 ainda desconhecido por muitos. Comparado a estes, Oito Mulheres e um Segredo fica abaixo da média.
Por outro lado, o elenco ficou bom, inclusive as menos conhecidas (ou menos experientes) Rihanna, a asiática Awkwafina (que é rapper na vida real) e a indiana Mindy Kaling. Anne Hathaway ficou divertida e conseguiu se destacar, talvez pelo papel ter sido diferente das outras mulheres, já que ela não faz parte do grupo do roubo. Como uma forma de afirmação feminina e união das mulheres para um objetivo comum e junto com esse mundo bem feminino de beleza, moda e luxo, o filme pode até agradar.
Um menino encontra o equipamento de um Predador e acidentalmente dispara um alerta que os traz de volta à Terra. Os caçadores mais letais do universo se atualizaram geneticamente com DNA de outras espécies alienígenas e apenas um grupo de ex-soldados, junto com uma professora de ciências descontente, pode parar os caçadores antes que todos se tornem suas presas. Dirigido por Shane Black.
De acordo com o folclore russo, Baba Yaga é uma entidade poderosa e temida. Algo como a bruxa da floresta, tão misteriosa que pode ser vista como boa ou como má. Lembra alguém? O personagem John Wick foi apelidado assim pelos russos e, agora, o quarto filme da franquia recebe "Baba Yaga" em seu subtítulo. Sem dúvida, interessante, pois nos primórdios da franquia vemos o John como um marido dedicado e muito apegado ao seu cachorro; depois conhecemos o assassino implacável que segue até esse momento. Todos temos um lado bom e ruim, mas não queira mexer com o lado ruim de John Wick. Confira nossa resenha "sem spoilers" de John Wick 4: Baba Yaga (2023).
Michel Racine (Fabrice Luchini) é um juiz rígido e impiedoso, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado muitos anos atrás, mas que o abandonou. Dirigido por Christian Vincent.
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