Search

Você pode gostar disso:

crying
Tabu (“Towelhead”, EUA, 2007)
Ação Comédia Filmes Na pré

Tabu (“Towelhead”, EUA, 2007)

Jasira, uma garota de 13 anos, vive com sua mãe americana e o futuro padrasto, que está encantado com a crescente maturidade da garota. Por isso, sua mãe a envia para o Texas com seu rígido pai Libanês. Este trata de educá-la nos valores tradicionais da cultura muçulmana. Entretanto, Jasira segue sem saber muito bem o que fazer com sua sexualidade quando nota como seu corpo afeta os homens que a rodeiam, em especial seu vizinho (Aaron Eckhart), um atraente e intolerante soldado da marinha. Um filme de Alan Ball.

happy
TOP 10 filmes lançados em 2019
Ação Comédia Filmes Na pré

TOP 10 filmes lançados em 2019

TOP 10 melhores filmes de 2019! A regra aqui é: filmes que mais ME causaram fortes sensações, seja de prazer, medo, surpresa, conteúdo; principalmente, uma grande satisfação ao término da sessão. Sendo assim, temos filmes quase esquecidos assim como filmes óbvios que foram um sucesso de público e crítica em 2019.

happy
Top 10 dia da mulher: musas do cinema
Ação Comédia Filmes Na pré

Top 10 dia da mulher: musas do cinema

Parabéns a todas as mulheres neste dia 08 de março de 2017! Quero homenagear destacando as minhas 10 maiores musas do cinema, excelentes atrizes e deslumbrantes mulheres, cada uma em um papel marcante

laughingangeltongue

Deadpool 2 (2018)

Deadpool 2 (EUA, 2018)

O grande risco dessa continuação foi o sucesso do primeiro filme, que apresentou bem o personagem e fez algumas paródias e perturbações com outros personagens, principalmente com os X-Men. Contudo, essa sequência é um filme extremamente divertido que consegue manter o universo único do Deadpool, fora do contexto tradicional de filmes de herói, com novas piadas e, principalmente, muitos personagens que são bem aproveitados, principalmente na ação e comédia apresentadas que prevalecem sobre a tímida parte dramática da trama, focada mais no drama vivido pelos mutantes jovens.

Desde os trailers já se criou uma expectativa que este seguiria a lógica do anti-héroi, mercenário doido e desbocado. E o filme soube como começar, se desenvolver e terminar (sim, pós créditos dos melhores) nessa linha do que queremos de um filme do Deadpool interpretado pelo Ryan Reynolds. Diretor e personagem se aproveitam de cada situação para fazer referências, normalmente debochadas e despretensiosas de outros heróis, celebridades, filmes de todo o tipo e todas as épocas, músicas, animações, clássicos, enfim. E nenhum universo pode escapar da perturbação de Deadpool, seja Marvel ou DC. As músicas selecionadas para o filme são das melhores e ficam em sintonia com as cenas para nos fazer, normalmente, cair na gargalhada, mesmo com direito a George Michael e A-Ha. Aliás, a presença de All Out of Love, do Air Supply, é sempre bem vinda. Todo o tipo de clichê aqui é proposital e alvo de piadas feitas pelo Deadpool, que até um tema de abertura foi colocado.

Podemos dizer que este é um filme carregado de algo parecido com os Easter Eggs, pois são muitas referências e nem todas serão claras para a maioria dos espectadores. Os mais nerds vão aproveitar melhor, mas não há como alguém não se identificar com algo neste filme.

Ryan Reynolds, desde o primeiro, mostrou estar no papel certo. Acho que ninguém mais aceitaria um Deadpool que não fosse ele. E o mais legal é saber que ele insiste – e pode conseguir – na presença do Hugh Jackman para uma próxima sequência, até porque este é o ídolo do personagem e imaginem como ficaria um Logan novamente interpretado pelo Hugh Jackman num filme de Deadpool! Torcemos…

As sequências do longa, bem violentas e com muito humor negro, mostram um Deadpool detonando junto com outros aliados e contra novos inimigos. Temos uma sequência de perseguição na cidade que é bombástica, tendo destaque para o inimigo da vez – que é o ator-vilão da vez – Cable (Josh Brolin, muito legal no papel e que sempre será lembrado como Thanos) e a surpreendente Dominó (Zazie Beetz) mostrando um tipo de ação diferente. Todos os personagens, mesmo aqueles com pouca participação em cena, foram bem aproveitados e interpretados por ótimos atores. O diretor David Leitch carregou o filme de cenas cômicas e de ação, sempre misturadas.

Numa estrutura de vários momentos como que fossem piadas separadas mas dentro de uma sequência narrativa, quase uma desculpa para as piadas e referências, este filme funciona, sempre fora da curva por estar fora do senso tradicional. Entre a ironia e a seriedade, apesar de ter uma dramatização, a seriedade sai perdendo muito… mas Deadpool não é isso? E independente da tão exigida fidelidade à HQ, ou da inevitável comparação ao primeiro filme, este aqui é muito divertido.

Tags Relacionadas crítica, crítica deadpool, crítica deadpool 2, Deadpool, deadpool 2, filme deadpool, Hugh Jackman, Josh Brolin, resenha, resenha deadpool 2, Ryan Reynolds
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

laughingmoustachetongue
Ghost in the Shell: Vigilante do Amanhã (2017)
Filmes

Ghost in the Shell: Vigilante do Amanhã (2017)

Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.

laughingtongue
Rampage: Destruição Total (2018)
Na pré

Rampage: Destruição Total (2018)

Davis Okoye é um primatologista (Dwayne Johnson) que compartilha um vínculo inabalável com George, um gorila inteligente que está sob seus cuidados desde o nascimento. Quando um experimento genético desonesto é feito e um acidente atinge o primata e outros animais, eles se transformam em monstros que destroem tudo em seu caminho. Agora Okoye tenta conseguir um antídoto e impedir que seu amigo provoque uma catástrofe. Dirigido por Brad Peyton.

Filmes

O Mágico (“L’illusionniste”, França, 2010)

Eu indico L’illusionniste (França, 2010) Animação que conta a história

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário