EuroTrip – Passaporte para a Confusão
Eu indico EuroTrip (EUA, 2004) Logo após sua formatura, Scott
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Conor é um garoto de 13 anos de idade, com muitos problemas na vida. No entanto, todas as noites ele se depara com uma gigantesca árvore-monstro que decide contar histórias para ele, em troca de escutar uma história do garoto. Embora as conversas com a árvore tenham consequências na vida real, elas ajudam Conor a escapar das dificuldades através do mundo da fantasia. Dirigido por Juan Antonio Bayona.
O filme mostra a história do cão de raça mista Hagen que se muda, junto com sua guardiã Lili e o pai dela. O pai recusa-se a pagar a multa do cão "híbrido", imposta pelo governo e acaba por abandonar o cão. O cachorro Hagen logo atrai um grande número de seguidores mestiços que começam uma revolta aparentemente organizada, contra os seus opressores humanos. Dirigido por Kornél Mundruczó.

Dredd (Reino Unido / Índia / EUA , 2012)
120 anos no futuro, o Juiz Dredd (Karl Urban) é o mais temido da elite de juízes nas ruas de Mega City One, onde acumula os cargos de polícia, juiz, júri e executor. Os juízes do futuro mantêm a ordem nessa cidade densamente povoada.
Ainda tem quem confunda com a lástima de 1995, filme com Sylvester Stallone, que precisa ser completamente esquecido. Este outro longa, de 2012, dirigido por Pete Travis, é considerado bem fiel ao gibi Juiz Dredd, criado no Reino Unido por John Wagner e Carlos Ezquerra. O personagem apareceu pela primeira vez em 1977, na revista “2000 AD”.
O filme tem um clima pesado, cenários de um futurismo mais acabado, ruas não muito agradáveis e população pobre e entregue aos estragos da criminalidade e drogas. A fotografia optada deixou cenários com cores interessantes, lembrando provavelmente os cenários da HQ. A censura de 18 anos faz jus à ultraviolência que a HQ já expressava. Mais ainda, o jeito do personagem em lidar com as situações, até no uso de suas frases formadas, deixa uma marca e um confronto característico para com as gangues de Mega City One.
O ator Karl Urban ficou ótimo como Dredd, mesmo o espectador enxergando somente uma parte do rosto dele (da ponta do nariz até o pescoço). A forte personalidade, que em algumas cenas assusta pelo autocontrole de dar inveja, nos faz acreditar que estamos diante de um ser não humano, que não é o caso. O que ele decide tem que ser executado, não há arrependimento, dúvida e nem erro, nem existe aflição antes de tomar uma decisão. Lida com qualquer situação de acordo com seus princípios ferrenhos, embasados na rígida lei. Chega ao ponto de não acreditarmos ao ver o personagem fazendo cara de dor numa cena.
Não deixa de ser um filme de personagem, o que agrada aos fãs. Também é um filme que se passa, boa parte da trama, num ambiente fechado. A maior parte da ação fica isolada num prédio de 200 andares e ocorre praticamente em tempo real. O prédio, sofisticado para batalha, é uma espécie de favela vertical. Situação bem desvantajosa para os protagonistas e, mesmo assim, Dredd mantém seu equilíbrio mental, inclusive testando a sua parceira novata Cassandra Anderson (Olivia Thirlby). É interessante perceber o contraste do comportamento do juiz em relação ao comportamento da novata.
Algumas cenas mostram o ponto de vista dos bandidos, inclusive em vantagem sob efeito de uma droga. Contudo, mais legal ainda é conferir os diferentes tipos de arma que Dredd carrega o tempo todo, inclusive sua pistola que muda o tipo de munição (fogo, tiro silencioso, tiro perfurante, etc) diante do comando de sua voz, sem contar a sua moto que possui uma gravação que é usada para orientar a população ao redor a fim de minimizar possíveis vítimas. Temos espaço também para personagens com poderes paranormais, com direito a uma batalha mental.
Dredd foi fiel ao material original e passou a sua mensagem. No universo de Judge Dredd, a extrema violência presente na acabada cidade futurista Mega City One levou à criação dos Juízes. Num futuro caótico onde qualquer falha pode permitir que a criminalidade domine a cidade, o implacável juiz cumpre um papel fundamental, se sustentando nas suas habilidades de combate e no seu forte controle emocional. Será que chegaremos a um futuro onde esse tipo de policial juiz precisará existir?
A família de Beto (Wladimir Brichta) é dona de uma tradicional loja de antiguidades que está passando por uma crise financeira. Para tentar solucionar este problema ele se lança numa viagem até a cidade de Itajuípe, interior da Bahia, atrás de uma coleção raríssima de gravuras que foi adquirida há 30 anos por um antigo cliente, o colecionador Samir (Walmor Chagas). Entretanto, logo ao chegar Beto enfrenta uma forte resistência da esposa dele e de sua filha Saada (Ludmila Rosa). Dirigido por Bernard Attal.
Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.
Como comédia, Baywatch funciona muito bem. Com situações bem engraçadas, utilizando bem os clichês do gênero, assim como atores adequados ao papel, é uma opção certa para quem quer relaxar e se divertir vendo um filme. Dwayne Johnson, Zac Efron e outros formam uma equipe que vão atrás de uma conspiração criminosa na praia onde eles trabalham como salva-vidas. Dirigido por Seth Gordon.
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