Horas de desespero (EUA, 2015)
Eu indico No escape (EUA, 2015) Jack Dwyer (Owen Wilson)
Eu indico No escape (EUA, 2015) Jack Dwyer (Owen Wilson)
Às vésperas do feriado da semana santa, Eu & A Telona selecionou cinco filmes importantes. Alguns épicos, bíblicos e até clássicos, que podem preencher o seu final de semana santa de alegria, mesmo que você não seja religioso, cristão ou o que seja, afinal são grandes produções e podem agradar a maioria.
Resgatei minha listinha de filmes favoritos e selecionei os que considero menos conhecidos, para compor a minha lista "10 filmes que sempre indico". Dessa forma espero que o leitor amplie suas experiências cinematográficas aproveitando essa preciosa lista.

Baywatch (2017)
Como comédia, Baywatch funciona muito bem. Com situações engraçadas, utilizando bem os clichês do gênero, assim como atores adequados ao papel, é uma opção certa para quem quer relaxar e se divertir vendo um filme. Dirigido por Seth Gordon.
A proposta é um remake de uma das séries mais famosas na década de 90, conhecida aqui no Brasil como S.O.S. Malibu, na qual salva-vidas atuavam nas praias de Los Angeles, Califórnia. Assistir a essa série nos dias de hoje pode causar risos e estranheza, pois a mesma ficou famosa por entreter espectadores com os corpos sarados dos salva-vidas (homens e mulheres) correndo nas praias, em câmera lenta. Como esperado, o filme explora essa situação de tal forma que faz uma paródia divertida com a própria série. A escolha de Dwayne Johnson e Zac Efron foi certeira neste sentido, já que os atores são como um símbolo de corpos bem trabalhados.
No filme, novatos são agregados à dupla formada por Dwayne Johnson e Ilfenesh Hadera, após uma competição. Como se trata de uma equipe, a boa sinergia entre os atores/personagens foi fundamental para o resultado do filme. Você percebe logo quem vai ser o palhaço do grupo, o metido que acaba sempre ajudando no final, o capitão, as musas, enfim. O ator Jon Bass, que interpreta o Ronnie, apaixonado por uma salva-vidas, rouba algumas cenas como um personagem hilário. Zac Efron é o novato no grupo que vai dar um bom trabalho ao Dwayne Johnson, contudo vai provar o seu valor. O personagem de Zac também garante cenas bem divertidas, já que se torna alvo de algumas confusões e situações inesperadas. As meninas também estão ótimas: Kelly Rohrbach garante na sensualidade e Alexandra Daddario é a novata focada no seu trabalho.
Dwayne Johnson (o “The Rock”) dispensa comentários. Atualmente um dos atores mais carismáticos do cinema, ele é uma mistura de músculos e simpatia, nem precisa se esforçar para agradar a cada cena. Para somar ao elenco, os atores principais da série original, David Hasselhoff e Pamela Anderson, fazem pontas no filme, agradando aos fãs da série e fortalecendo o longa como remake.
Contudo, nem só de comédia se sustenta o longa. Em meio a cenas absurdas, ele contém algumas lições bacanas a respeito de trabalho em equipe e a importância de tomar ações que vão além do seu quadrado, afinal o grupo não se contenta em salvar pessoas de afogamento, como também se envolve na solução de problemas com drogas e crimes na região diante do comodismo da polícia local. O melhor de tudo foi mostrar que, qualquer que seja o seu trabalho, ele tem um propósito e importância maiores do que você poderia imaginar. Mitch (Dwayne Johnson) introduz frases de efeito que ensinam e inspiram a equipe, ressaltando a importância do trabalho deles, mostrando que salvar vidas na praia pode ser mais importante e gratificante do que ficar em escritórios. Numa dessas lições, ele mostra a importância de ser cauteloso e agir no momento certo, como fazem os tubarões, que vivem se movimentando lentamente, exceto na hora de atacar.
Susan (Eva Green) é uma estudiosa epidemiologista em crise com o amor. Ao conhecer o sedutor Michael (Ewan McGregor), um talentoso chefe de cozinha, tenta resistir, mas logo acaba rendendo-se. No entanto, enquanto a paixão do casal aumenta, uma misteriosa pandemia se espalha pelo mundo. Dirigido por David Mackenzie.
Não podemos negar que o diretor David F. Sandberg conseguiu manter o nível do precursor James Wan, criador de Invocação do Mal e toda essa franquia que também incluí Annabelle e os futuros filmes A Freira e Invocação do Mal 3. A conexão que este filme faz com os anteriores é bem feita, disposta no meio da trama para agradar aos fãs e, para melhorar, esse filme é infinitamente superior ao primeiro Annabelle, que não agradou. É o mesmo diretor de Quando as Luzes se Apagam, que merece ser visto também. O roteiro é do mesmo do primeiro Annabelle, Gary Daubermann. E, é claro, James Wan está na produção, cuidando de seu legado.
Eu indico Fruto Proibido (Finlândia, 2009) Duas meninas de 18
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