Nossa Hospitalidade (EUA, 1923)
Eu indico Our Hospitality (EUA, 1923) Por volta de 1830,
Dirigido por Nick Bruno e Troy Quane. Um agente secreto, por acidente, vira um pombo. Uma proposta que só funcionaria bem mesmo numa animação. Confira a resenha de Um Espião Animal (2019)
Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.

Às vésperas do feriado da semana santa, Eu & A Telona selecionou cinco filmes importantes. Alguns épicos, bíblicos e até clássicos, que podem preencher o seu final de semana santa de alegria, mesmo que você não seja religioso, cristão ou o que seja, afinal são grandes produções e podem agradar a maioria.
Jesus de Nazaré (“Jesus of Nazareth”) de Franco Zefirelli:
Considerado como a mais fiel recriação de cenários com base na narrativa dos evangelhos, esse clássico de 1977 conta a história de Jesus desde sua humilde origem. Mostra sua trajetória incluindo o Sermão no Montes das Oliveiras, as Tentações de Satanás, a escolha dos Doze Apóstolos, a Última Ceia, a Crucificação e a Ressurreição.

Os Dez Mandamentos:
Cecil B. DeMille dirige este inesquecível épico de 1956. A narrativa da vida de Moisés desde que foi encontrado no rio Nilo até a chegada à chamada Terra Prometida, passando pela fuga do Egito e a abertura das águas do Mar Vermelho. Indicado a 7 categorias, ganhou o Oscar de Efeitos Especiais.

Ben-Hur (1959):
Mais um grande épico e clássico, dirigido por William Wyler. Ben-Hur é um dos personagens mais famosos do cinema. Um mercador judeu que é condenado a viver como escravo por um amigo de juventude, Messala, chefe das legiões romanas da cidade. Mas uma surpreendente oportunidade de vingança surge de onde ele menos espera. Apesar de fictícia, a história é delicadamente inserida na época de Jesus Cristo.

Ressurreição (“Risen”) (2016):
Um dos últimos bons filmes desse estilo que passou pelo cinema. Joseph Fiennes interpreta um centurião romano agnóstico e cético que tem a tarefa de localizar o corpo desaparecido do já falecido e crucificado Jesus de Nazaré. Conforme ele apura os fatos e ouve depoimentos, suas dúvidas sobre o evento milagroso começam a sumir. Dirigido por John Huston, a trama tem seu ponto forte em mostrar o ponto de vista de um incrédulo com oportunidade de transformação.

Risen (EUA, 2016)
Agonia e Êxtase (1965):
O Papa Júlio II (Rex Harrison) resolve contratar o artista Michelangelo (Charlton Heston) para pintar o teto da Capela Sistina. Dirigido por Carol Reed, mostra uma das grandes pinturas do mundo, que representa todo o livro Gênesis da Bíblia Sagrada, da forma como Michelangelo o enxergava. A Criação de Adão, um afresco de 280 cm x 570 cm, representa o momento no qual Deus cria o primeiro homem. Pinturas que questionam o verdadeiro sentido do reino dos céus.

Em tempos de crise, quem é viciado em cinema não necessariamente precisa reduzir a frequência para economizar grana. Nada de falsificar carteira ou comprovante de matrícula estudantil. Veja algumas formas de conseguir descontos nos cinemas sem gastar alto, todas dentro da legalidade.
Neste mês de outubro de 2012 o meu blog faz 1 ano. Fico contente em ter cumprido a meta pessoal de postar 3 filmes por mês, não somente indicando, mas também pesquisando bastante para fazer uma postagem com conteúdo, incluindo - da forma mais clara que consegui - a minha visão sobre cada filme. Os filmes favoritos ficam marcados com o ícone da estrela e com o nome "FAVORITOS".
Você sabia que exite um cineclube voltado para o cinema baiano, onde filmes premiados começaram a ser exibidos desde fevereiro deste ano de 2017, na cidade de Lençóis, Chapada Diamantina, bem no coração da Bahia?
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