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Quando um filme chega na oitava continuação, é sinal de que a franquia continua dando certo. Velozes e Furiosos começou em 2001, com seu primeiro filme que apresentou o cenário de corridas de rua na cidade de Los Angeles. Para os amantes de carros turbinados e aspirantes a desafios de corrida do tipo, o filme foi um prato feito. Ao longo do tempo, com novos personagens, investimento da produção e mais orçamento para os efeitos especiais, se tornou uma grande franquia de ação, perdendo o foco nas corridas de ruas e aumentando nas intrigas internacionais, envolvendo a CIA, terroristas que querem dominar o mundo, enfim.

Depois de passar por Los Angeles, Miami, Tóquio, Rio de Janeiro, Londres, etc, neste novo filme, o oitavo da série, temos direito a Cuba, Berlin, Nova York e até um local inóspito na Rússia. Os filmes sempre encantaram pelas cenas de ação com carros top de linha e muitas cidades bonitas (que serão parcialmente destruídas). Esse novo filme segue a linha dos últimos e, por isso mesmo, possui um enredo fraco e até absurdo, uma grande desculpa para juntar toda a equipe para combater mais uma ameaça. Ou quase toda a equipe já que, infelizmente, não contamos mais com o ator Paul Walker que sempre teve uma presença marcante nos filmes, mas que sofreu um acidente de carro fatal (ironia do destino mesmo) na época das filmagens do Velozes e Furiosos 7. Vale conferir a bela homenagem que é feita ao ator no final deste filme 7, um dos melhores da franquia.

Isto posto, este novo filme cria as suas cenas insanas e diverte por isso, com destaque para duas cenas. A primeira é num presídio onde os atores Dwayne Johnson e Jason Statham dão um show de briga, cada um no seu estilo. O primeiro é a brutalidade e força em pessoa, mas que ainda apresenta uma boa técnica de luta; o segundo é a técnica suprema com alta agilidade. Dessa forma, os personagens de Vin Diesel, Dwayne Johnson e Jason Statham roubam a maioria das cenas e os demais acabam como coadjuvantes desnecessários. Podemos dar um crédito à vilã (Charlize Theron) pela inteligência e maldade. E, claro, todos devem sentir uma grande falta de Brian (personagem do Paul Walker), mas a vida e a franquia seguem. Já a segunda cena ocorre ao redor de uma base russa no meio do gelo e podemos ver que o filme chega no ápice do absurdo e diversão, o que vai agradar a muitos fãs do gênero.

Não sabemos o que mais vão inventar, já que tudo indica outra continuação, só esperamos que alguém com criatividade assuma a frente já que a mesma fórmula de sempre já começou a saturar.

Tags Relacionadas Brian, carros, Charlize Theron, crítica, Dwayne Johnson, furiosos, Jason Statham, Paul Walker, resenha, The rock, Toretto, velozes, Vin Diesel
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