Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)
Missão impossível mesmo é chegar a 6 filmes de uma mesma franquia sem cair no desinteresse do público e, neste caso, este novo filme foi uma missão cumprida! Dirigido por Christopher McQuarrie.
Missão impossível mesmo é chegar a 6 filmes de uma mesma franquia sem cair no desinteresse do público e, neste caso, este novo filme foi uma missão cumprida! Dirigido por Christopher McQuarrie.
Eu indico As Sete Faces de Dr. Lao (EUA, 1964)
Salvador, Brasil. Roberto (Chico Diaz) acabou de perder a esposa e está solitário e infeliz. Além disso, o relacionamento com seu único filho, Júlio (Caio Castro), vai de mal a pior. Um dia, após se embebedar e fracassar ao tentar contratar uma prostituta, ele acaba atropelando um garoto. Desesperado, ele coloca o menino no carro e o leva ao hospital mais próximo. Apesar do socorro imediato, Roberto precisa prestar esclarecimentos na polícia e corre o risco de ser preso. Paralelamente, Júlio se envolve com uma garota (Camilla Camago) e procura se sustentar através do tráfico de drogas em festas badaladas que ocorrem na cidade. Dirigido por João Gabriel.

Jumanji: Welcome to the Jungle (EUA, 2017)
Quatro adolescentes são transportados para dentro de um videogame cuja ação se passa numa floresta, mais uma vez estamos diante de um jogo que se mostra real, mas agora os personagens estão dentro deste outro mundo. As características de uma game são expostas com tranquilidade, temos os avatares de cada jogador, com suas características e atributos, temos o contador de vida, as fases, etc.
Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N’ Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, assim somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida. Temos um confronto de personalidades nessa convivência a qual são submetidos e, somente quando aceitam as diferenças um do outro e passam a se ajudar, dando dicas, inclusive banais, é que eles conseguem avançar no jogo e criar uma sinergia e amizade entre si.
Mas o filme falha justamente onde deveria ser divertido e criativo, as missões do jogo poderiam ser melhor pensadas e apresentadas, são poucas e sem originalidade e perde-se onde o original acertou muito. Assim também nos deparamos com fracas piadas que quase levam o filme por água abaixo se não fosse o talento de atores veteranos, pois ainda assim é divertido ver Dwayne Johnson, Kevin Hart e Jack Black contracenando, além da Karen Gillan que está muito bem no meio deles (ela interpretou a Nebula em Guardiões da Galáxia). É um passatempo legal ver novamente Dwayne e Kevin mesmo com uma interação parecida com o último papel deles juntos (Um espião e meio, de 2016) e mais ainda na ideia acertada de colocar o Jack Black para interpretar uma garota no corpo de um homem com a aparência do Jack Black! Ele mostra um feminismo com uma naturalidade nata. São as piadas que mexem com o físico e charme de Dwayne, as atrapalhadas e falta de sorte de Kevin e essa situação de Jack Black que fazem o filme ter mérito.
O próximo parágrafo contém um pequeno spoiler!
Ao mesmo tempo em que é uma continuação do filme Jumanji de 1995, este também é um remake pois remodela a estrutura do original, dando uma modernizada na fórmula. Ao escutar o barulho dos tambores e mostrar o tabuleiro do filme original, nos vem uma lembrança maravilhosa do filme de 1995 e da presença impecável de Robin Williams. Seria demais este novo filme superar a magia, originalidade e grandeza do primeiro, nem devemos esperar por isso. Temos também, num dado momento, uma referência ao personagem Alan Parrish (de Robin Williams) na cena onde Alex (Nick Jonas) está na morada que Alan construiu no meio da floresta e cita este último.

Jumanji (1995)
De volta à infância de Elsa e Anna, as duas garotas descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a sepaação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajudará Elsa a compreender a origem de seus poderes. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck.
Após a morte de um amigo, Bob Garfield visita sua cidade quando era uma criança e começa a relembrar seu passado. Nessa época, quando tinha apenas 11 anos, apareceu em sua vida um senhor misterioso chamado Ted Brautigan. Entretanto, é com a amizade e atenção de Ted que Bobby aprende a ter uma outra visão de seu falecido pai, bem como as possibilidades que a vida lhe oferecia na época. Escrito por William Goldman e dirigido por Scott Hicks.
Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme e o consideram o melhor da franquia Transformers. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época. Dirigido por Travis Knight.
[…] resenha do anterior, Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017), está disponível aqui. Ressalto que os atores continuam ótimos, que essa remodelagem da estrutura original do Jumanji de […]