Search

Você pode gostar disso:

Pouco dinheiro para ir ao cinema? Dicas para ter desconto!
Clássico Comédia Drama Filmes

Pouco dinheiro para ir ao cinema? Dicas para ter desconto!

Em tempos de crise, quem é viciado em cinema não necessariamente precisa reduzir a frequência para economizar grana. Nada de falsificar carteira ou comprovante de matrícula estudantil. Veja algumas formas de conseguir descontos nos cinemas sem gastar alto, todas dentro da legalidade.

crying
Tabu (“Towelhead”, EUA, 2007)
Clássico Comédia Drama Filmes

Tabu (“Towelhead”, EUA, 2007)

Jasira, uma garota de 13 anos, vive com sua mãe americana e o futuro padrasto, que está encantado com a crescente maturidade da garota. Por isso, sua mãe a envia para o Texas com seu rígido pai Libanês. Este trata de educá-la nos valores tradicionais da cultura muçulmana. Entretanto, Jasira segue sem saber muito bem o que fazer com sua sexualidade quando nota como seu corpo afeta os homens que a rodeiam, em especial seu vizinho (Aaron Eckhart), um atraente e intolerante soldado da marinha. Um filme de Alan Ball.

Clássico Comédia Drama Filmes

Encurralado (“Duel”)

Eu indico Encurralado (EUA, 1971) Homem de negócios dirigindo sozinho

coolangelcrying

O Circo (1928)

The Circus (EUA, 1928)

O Vagabundo acaba indo parar em um circo enquanto fugia da polícia, que o confundira com um ladrão de carteiras. Ele sem querer acaba entrando no espetáculo e fazendo grande sucesso com o público, sendo logo contratado pelo dono, que irá se aproveitar dele. Ele ainda arranja tempo para se apaixonar pela acrobata, filha desse mesmo proprietário. Dirigido e estrelado por Charles Chaplin.

Circus:

Todo o talento de Chaplin foi testado neste filme, certamente um dos mais engraçados de sua carreira. A trama em si, que coloca o vagabundo Cartilos por acaso dentro de um espetáculo circense, é bem explorada visualmente, gerando também situações divertidas que são maximizadas pelo talento do ator em expressão corporal e coordenação. Também mantém o padrão de outros filmes e faz algumas reflexões, já presentes nas obras de Chaplin, como quando o personagem tem dificuldades em conseguir comida, quando é explorado pelo dono do circo e quando trabalhadores abandonam o emprego por falta de pagamento. Também mostra o comportamento ingênuo e, em outros momentos, até maduro e bondoso de Carlitos.

O filme tem as características de cinema mudo, com a trilha sonora bem presente e os letreiros na tela para alguns diálogos. Nesse ambiente, Chaplin tira de letra nos quesitos direção e atuação, demonstrando os sentimentos do personagem sem precisar falar e, além disso, provocando o riso no espectador.

Chaplin e o vagabundo:

Chaplin foi um diretor e ator bem famoso na era do cinema mudo, com seu personagem “O Vagabundo”, um andarilho pobretão que possui todo um comportamento de um cavalheiro (paletó apertado, calças e sapatos, chapéu-coco, bengala e pequeno bigode), e é considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos, além de um grande pioneiro do cinema, junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.

Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes. Gostei de todos os que assisti até então: O garoto (1921), Em busca do ouro (1925), O Circo (1928), Luzes da cidade (1931), Tempos modernos (1936), O grande ditador (1941).

Assim como em O Circo, seus filmes costumam resumir a busca por uma vida melhor. Carlitos, após todas as desventuras e aventuras, normalmente abre um sorriso e segue em frente, sempre em busca da felicidade.

__________________________________
Fontes:
http://cinemaedebate.com/2010/10/20/o-circo-1928/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Chaplin

Tags Relacionadas Cartilos, chaplin, charles chaplin, circo, circus, crítica, Em busca do ouro, garoto, grande ditador, Griffith, Lumière, Luzes da cidade, Méliès, resenha, Tempos modernos
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

tonguepunk
It: A Coisa (2017)
Na pré

It: A Coisa (2017)

Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

laughingtongue
Atômica (2017)
Filmes

Atômica (2017)

A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

tonguepunk
Annabelle 2: A Criação do Mal (2017)
Filmes

Annabelle 2: A Criação do Mal (2017)

Não podemos negar que o diretor David F. Sandberg conseguiu manter o nível do precursor James Wan, criador de Invocação do Mal e toda essa franquia que também incluí Annabelle e os futuros filmes A Freira e Invocação do Mal 3. A conexão que este filme faz com os anteriores é bem feita, disposta no meio da trama para agradar aos fãs e, para melhorar, esse filme é infinitamente superior ao primeiro Annabelle, que não agradou. É o mesmo diretor de Quando as Luzes se Apagam, que merece ser visto também. O roteiro é do mesmo do primeiro Annabelle, Gary Daubermann. E, é claro, James Wan está na produção, cuidando de seu legado.

1 Comentário

Deixe seu comentário