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Passei por essa experiência, inclusive numa Sala XD e, francamente, não percebi isso tudo. Será que estou naquela categoria de pessoas com dificuldade na fusão binocular, onde as imagens não chegam ao cérebro da maneira correta? De fato, a resolução em tela grande é uma coisa linda e existe uma cena com o 3D bem aproveitado; aliás, a cena em si parece ter sido forçadamente feita para mostrar o potencial do 3D+, tendo tiros, objetos sendo estraçalhados, pedaços voando, enfim. De resto, comparando a outros filmes nos quais fui obrigado a ver em 3D, afirmo que minha expectativa foi frustrada.

“O medo é bom. Significa que você está alerta”

Em se tratando da narrativa, é uma história como outras de ficção que envolve genética e deslancha em cenas de ação. Sem lição profunda alguma, chega a ser minimamente interessante para começar a ser visto, mas cansa antes da metade. Dá para sentir o gostinho do 3D+, sua projeção em 60 quadros por segundo (dobro do formato padrão) e tem efeitos visuais impressionantes. A cena da perseguição com motos é bem bacana, tomadas de câmera perseguindo os personagens, mudando de perspectiva e dando uma boa empolgação. Após isso não senti o filme engatar nas cenas de ação.

Melhor o diretor Ang Lee voltar para seus dramas fortes e ousados como O Segredo de Brokeback Mountain (2005) e Desejo e Perigo (Lust, Caution, 2007), meu preferido sem sombra de dúvidas.

Ademais, Will Smith cumpre o contrato. Interpreta duas pessoas que possuem o mesmo drama e o que chama a atenção mesmo é sua versão 30 anos mais nova, trabalho visual praticamente impecável casado com sua atuação acima da média. A Mary Elizabeth Winstead está bonita, quase forçaram tomadas sexy-clichê, mas existe pouca contribuição de sua personagem para a trama.

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