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Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.

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Eu Vi o Diabo (“Akmareul boatda”, Coreia do Sul, 2010)
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Existe um psicopata sanguinário à solta na Coréia do Sul. Jang Kyung-chul (Choi Min-sik) mata mulheres de forma brutal. A polícia tenta capturá-lo há décadas, sem sucesso. Quando a noiva de Soo-hyun (Byung-hun Lee), um agente secreto, é assassinada por este homem, o agente decide procurar sozinho pelo responsável. O encontro entre os dois homens ocorre rapidamente, mas Soo-hyun decide que a morte não é suficiente: será preciso torturá-lo, muitas vezes, para que o outro aprenda todo o mal que causou. Dirigido por Jee-woon Kim.

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Filho de Saul (Hungria, 2015)
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Durante a Segunda Guerra Mundial, num campo de concentração de Auschwitz, Saul (Géza Röhrig) é um judeu obrigado a trabalhar para os nazistas, sendo um dos responsáveis em limpar as câmaras de gás após dezenas de outros judeus serem mortos. Em meio à tensão do momento e às dificuldades inerentes desta tarefa, ele reconhece entre os mortos o corpo de seu próprio filho. Dirigido por László Nemes.

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Projeto Gemini (2019)

Gemini Man (2019)

Filme de ação utilizando o máximo de recursos tecnológicos da atualidade que permitem a Will Smith contracenar com ele mesmo, sua versão digital 30 anos mais jovem. Surfando essa onda, o filme ainda foi pioneiro no uso da tecnologia 3D+ que recebeu alguns elogios como se esse aspecto fosse o seu diferencial.

Passei por essa experiência, inclusive numa Sala XD e, francamente, não percebi isso tudo. Será que estou naquela categoria de pessoas com dificuldade na fusão binocular, onde as imagens não chegam ao cérebro da maneira correta? De fato, a resolução em tela grande é uma coisa linda e existe uma cena com o 3D bem aproveitado; aliás, a cena em si parece ter sido forçadamente feita para mostrar o potencial do 3D+, tendo tiros, objetos sendo estraçalhados, pedaços voando, enfim. De resto, comparando a outros filmes nos quais fui obrigado a ver em 3D, afirmo que minha expectativa foi frustrada.

“O medo é bom. Significa que você está alerta”

Em se tratando da narrativa, é uma história como outras de ficção que envolve genética e deslancha em cenas de ação. Sem lição profunda alguma, chega a ser minimamente interessante para começar a ser visto, mas cansa antes da metade. Dá para sentir o gostinho do 3D+, sua projeção em 60 quadros por segundo (dobro do formato padrão) e tem efeitos visuais impressionantes. A cena da perseguição com motos é bem bacana, tomadas de câmera perseguindo os personagens, mudando de perspectiva e dando uma boa empolgação. Após isso não senti o filme engatar nas cenas de ação.

Melhor o diretor Ang Lee voltar para seus dramas fortes e ousados como O Segredo de Brokeback Mountain (2005) e Desejo e Perigo (Lust, Caution, 2007), meu preferido sem sombra de dúvidas.

Ademais, Will Smith cumpre o contrato. Interpreta duas pessoas que possuem o mesmo drama e o que chama a atenção mesmo é sua versão 30 anos mais nova, trabalho visual praticamente impecável casado com sua atuação acima da média. A Mary Elizabeth Winstead está bonita, quase forçaram tomadas sexy-clichê, mas existe pouca contribuição de sua personagem para a trama.

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Até o momento, este filme representa o mais próximo que o cinema nacional pode chegar de Cinema Paradiso (Itália, 1988). A produção é baseado no livro "Um pai de cinema" de Antonio Skármeta, escritor chileno que também tem “O carteiro e o poeta”. Na história, o jovem Tony decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis.

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