Search

Você pode gostar disso:

Filmes

Os Filhos da Meia-Noite (Midnight’s Children, 2012)

Eu indico Midnight’s Children (Canadá / Reino Unido, 2012) Em

crying
Filho de Saul (Hungria, 2015)
Filmes

Filho de Saul (Hungria, 2015)

Durante a Segunda Guerra Mundial, num campo de concentração de Auschwitz, Saul (Géza Röhrig) é um judeu obrigado a trabalhar para os nazistas, sendo um dos responsáveis em limpar as câmaras de gás após dezenas de outros judeus serem mortos. Em meio à tensão do momento e às dificuldades inerentes desta tarefa, ele reconhece entre os mortos o corpo de seu próprio filho. Dirigido por László Nemes.

crying
César Deve Morrer (Itália, 2012)
Filmes

César Deve Morrer (Itália, 2012)

Na prisão de segurança máxima de Rebibbia, Roma, um grupo de prisioneiros encena a peça "Júlio César", de William Shakespeare. Pelos corredores, fala-se de morte, liberdade, vingança. Realidades presentes no texto shakespeariano, mas também nas suas próprias histórias. Dirigido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, o filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2012.

Ender’s Game – O Jogo do Exterminador (EUA, 2013)

Eu indico
Enders Game (EUA, 2013)
Em um futuro próximo, após uma guerra contra extra-terrestres, o respeitado coronel Graff (Harrison Ford) e as forças militares terrestres treinam as crianças mais talentosas do planeta, no intuito de prepará-las para um próximo ataque. Ender Wiggin (Asa Butterfield), um garoto tímido e brilhante, é selecionado para fazer parte da elite. Na Escola da Guerra, ele aprende rapidamente a controlar as técnicas de combate, por causa de seu formidável senso de estratégia. Com isso, torna-se a principal esperança das forças militares para encerrar de uma vez por todas com a ameaça alienígena. Dirigido por Gavin Hood.
A arte da guerra:
Entre as grandes produções cinematográficas futuristas e no gênero ficção científica, dos últimos dois anos, este filme pode ser considerado uma das melhores. Em sua grande maioria, os filmes de ficção – bastante priorizados na produção americana – têm sido adaptações de livros cultuados e, também por isso, despertado o interesse dos espectadores. Só em 2013, conferimos o segundo filme da franquia “Jogos Vorazes”, os excelentes “Além da Escuridão – Star Trek” e “Gravidade”, “Oblivion”, “Depois da Terra”, “Crículo de Fogo”, “A Hospedeira”, assim como a recente trilogia “Divergente”. Podem não ser as melhores adaptações dos livros, mas no mínimo mostram claramente sua mensagem e sua crítica, ou seja, vão além dos efeitos e das cenas de aventura.
O fato de “Ender’s Game – O Jogo do Exterminador” ser ou não uma adaptação fiel ao livro escrito em 1985 por Orson Scott Card é algo que não posso julgar, pois não li (ainda) a obra. Entretanto, algumas características do filme são bem interessantes, como o estilo de aventura diferenciado: crianças controlando drones à distância por um console e todo um cunho estratégico das batalhas. Existe uma explicação embasada para escolherem crianças e todo um treinamento militar futurista para selecionar o time que vai para a frente de batalha. Melhor ainda, são os dilemas morais enfrentados pelo menino Ender Wiggin e a forma como ele lida e se transforma diante disso. A comparação com as guerras já ocorridas no mundo real é inevitável, e o filme deixa uma grande lição e uma forma diferente de pensar.
Na trama – mais uma ideia criativa do que pode ser um futuro próximo – uma raça alienígena chegou à Terra em 2086 e fez com que os governos preparassem uma espécie de academia militar que fica em órbita, para treinar futuros comandantes da Frota Internacional para combater o próximo confronto com os aliens. Acompanhamos o treinamento e as etapas de promoção dos futuros guerreiros, como podemos ver em outros filmes citados aqui. Existe uma aproximação entre os videogames e a realidade que já foi tratada em outros filmes como “Jogos de Guerra” (1983), “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), “Tron” (1982) e “Tron: Legacy (2010)”.
O livro “O Jogo do exterminador” tornou-se leitura sugerida de algumas organizações militares, incluindo a Marinha dos Estados Unidos, uma prática semelhante ao famoso “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu, que também contém elementos de estratégia que podemos associar a este filme. Ganhou dois prêmios de melhor romance e teve as seguintes sequências: “Orador dos Mortos”, “Xenocídio”, “Os Filhos da Mente” e “Ender in Exile”, mostrando viagens subsequentes de Ender para muitos mundos diferentes na galáxia. Também foi adaptado em duas séries de quadrinhos.
__________________________________
Fontes:
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

coolangelconfusedcryingmoney
Footloose: Ritmo Louco (EUA, 1984 e 2011)
Comédia

Footloose: Ritmo Louco (EUA, 1984 e 2011)

Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.

cryingstarmoustacheangry
A Chegada (2016)
Ficção Científica

A Chegada (2016)

Louise Banks é uma linguista convocada pelo governo americano para um grande desafio incomum: dialogar com alienígenas de uma das doze naves que pousaram no planeta terra. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade. Dirigido por Denis Villeneuve.

laughingangelcryingtongue
Feito na América (EUA, 2017)
Ação

Feito na América (EUA, 2017)

Essa é uma história real, uma incrível história real das aventuras de um piloto americano experiente que, durante os anos 80, acabou transportando drogas e armas para o cartel de Medellín e, recrutado pela CIA, tornou-se agente duplo. Barry Seal (bem interpretado por Tom Cruise) conta sua própria história para uma câmera e não se importa em ficar justificando suas escolhas, o que torna a situação curiosa e interessante. Ele mesmo diz de cara: “Às vezes eu tomo decisões sem pensar”. Dirigido por Doug Liman.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário