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O documentário parte do filme “Coisas Eróticas”, primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há pouco mais de trinta anos atrás a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, o filme marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos. Dirigido por Bruno Graziano, Denise Godinho e Hugo Moura.

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O filme conta a história de Oskar, um menino de 12 anos que se aproxima de Eli, uma vampira. A história se passa em Blackeberg, subúrbio de Estocolmo, na Suécia, em fevereiro de 1982. Dirigido por Tomas Alfredson.
Vampiros na Suécia:
Baseado no livro de contos do escritor sueco John Ajvide Lindqvist, que também escreveu o roteiro, este filme, apesar de ter uma temática pouco original (vampiro), consegue surpreender em muitos aspectos os filmes do mesmo gênero. Essa versão sueca, inclusive bastante superior ao remake americano “Let Me In” (2010), serve de metáfora para a adolescência, o amadurecimento de crianças, tratando o tema de forma bem interessante.
Oskar (Kåre Hedebrant), garoto de 12 anos, sofre nas mãos dos colegas de escola a ponto da situação tomar rumos catastróficos. Bem introvertido e solitário, se identifica e se apaixona pela vizinha vampira, uma garota que precisa constantemente se alimentar de sangue humano. Eli (Lina Leandersson) também tem 12 anos, só que há muito tempo. Eles acabam ficando cada vez mais amigos, apesar do contragosto do senhor que, de forma bem dedicada, cuida da vampira.
Surge o primeiro amor do garoto e o diretor consegue colocar cenas singelas no meio de um filme com sangue e morte. Principalmente, o filme trata a questão do saber cuidar do outro. Vampirismo e assassinatos de forma proposital não ficam muito expostos, aumentando o suspense e brincando com a imaginação do espectador. Uma cena de terror, mais ao final, utiliza uma perspectiva interessante, mostrando, de um ponto de vista curioso, o que deve estar ocorrendo no cenário principal, mas permitindo ao espectador perceber a situação. Esta pode entrar para a lista de melhores cenas de terror com vampiro.
De um lado, um vampiro e seu fardo, e de outro, um humano (e seu fardo). Ao descobrir que Eli é uma vampira, não ocorre uma repulsa por parte de Oskar, ele na verdade mantém o seu interesse. As cenas fortes agradam, mas a construção dessa relação entre os garotos é o ponto alto do filme, chega a ser singela na forma como as cenas foram preparadas. Nessa mistura, está contido todo o drama tradicional vivido pelos vampiros, fazendo com que muitos filmes do gênero se tornem desnecessários.
Duas informações que podem não ter sido percebidas – SPOILER:
Pelo fato do diretor Tomas Alfredson não ter incluído no filme a cena de castração de Eli, descrita no livro original, muitos não perceberam que Eli, na verdade, é um menino castrado. Fica mais complicado pelo fato do personagem ser interpretado por uma garota, a atriz Lina Leandersson. Entretanto, em uma cena onde Eli sai do banho, Oskar rapidamente a enxerga sem roupa e podemos perceber uma cicatriz na região do órgão sexual.
Uma outra informação, que acaba ficando clara na versão americana, é que o senhor que cuida da vampira na verdade já foi um garoto que provavelmente se apaixonou por ela, e decidiu cuidar da mesma, algo que passa a ser um papel assumido por Oskar no final do filme.
“Eu não mato gente.“
(Oskar)
“Mas gostaria de matar… se pudesse.
Para se vingar. Certo?
Eu faço porque tenho de o fazer.
Por favor, Oskar, se coloca no meu lugar, só por um instante.”
(Eli)
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Fontes:
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