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A guerra e a comédia:
A Guerra do Vietnã já foi retratada em alguns filmes, mas dificilmente de forma tão agradável quanto este, que não perde de vista os momentos sérios e dramáticos, mas é em boa parte um filme de comédia, e de comédia com graça e criatividade. Um elemento que garante este resultado é o talento nato do ator Robin Williams, em um papel perfeito para ele. É bem provável que, neste papel, tenha havido muito improviso do ator.
O talento do personagem, com a comédia, com as sacadas inventadas na hora para criticar algumas situações no contexto desta guerra, rapidamente alegra os soldados e serve como válvula de escape para estes que estão na iminência da batalha. Em se tratando da rádio como meio de comunicação de grande difusão, vemos a forte censura provocada pelos tenentes superiores a fim de não revelar informações que manchariam a imagem dos EUA, mas também existia a possibilidade de vazar informações estratégicas que poderiam colocar as forças armadas em desvantagem. Inovando e saindo do tradicional, Cronauer consegue criticar o governo americano e alternar entre sua locução e grandes hits dos anos 60, aumentando o valor do entretenimento da rádio. Podemos conferir, entre outros, James Brown com “I Feel Good” e Louis Armstrong com “What a wonderful world”. Este último é tocado enquanto são exibidas várias cenas com os vietnamitas e os norte-americanos em meio às atrocidades de uma guerra absurda, momentos verdadeiros que se contradizem com o título da música “Que mundo Maravilhoso”. Lembro desta música ter sido utilizada com a mesma finalidade no final do filme-biografia “Tiros em Columbine”, de Michael Moore (documentarista e apresentador de televisão e grande crítico aos EUA), em uma versão maravilhosa na voz de Joe Ramone (da banda Ramones).
Um país em crise, com terrorismo crescente. O medo no uso da informação conflita com a vontade de Cronauer em usar este veículo de comunicação da melhor forma possível. Com a imitação de várias vozes e muito bom humor, Robin Williams já garante o filme, independente das críticas a guerra. Recebeu uma indicação, na categoria de melhor ator, para o Oscar 1988 e venceu no Globo de Ouro, assim como venceu no BAFTA (Reino Unido) de 1989 (melhor ator – comédia / musical). Houveram mais indicações e premiações em outras cerimônias menores, o filme até recebeu o Political Film Society de 1989 (EUA), na categoria “Paz”.
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Fontes:
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