O Homem Duplicado (“Enemy”, 2013)
O Homem Duplicado (Canadá/Espanha, 2013) Ao assistir um filme, Adam
O Homem Duplicado (Canadá/Espanha, 2013) Ao assistir um filme, Adam
Eu indico The Invisible Man (EUA, 1933) Jack Griffin (Claude
Júlio e Márcia são um casal que se permite viver possíveis atividades extraconjugais. Ele é seduzido pela amiga de sua filha enquanto passavam um fim de semana na sua casa de campo. Ao mesmo tempo, sua esposa, uma advogada sempre fiel, envolve-se com um cliente e confessa isso a Júlio. Dirigido por Carlos Gerbase.
Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile (EUA, 2019)
Antes de você chegar no próximo parágrafo, recomendo que assista ao filme sem saber muita coisa a respeito do personagem real Ted Bundy, pois vai garantir mais suspense e surpresas durante a narrativa. Mas caso já conheça essa figura pública, pode continuar que eu não vou revelar cenas do filme em si, só terei que comentar alguns fatos sobre a pessoa.
Theodore Robert Bundy tinha muitas características para ser um assassino temível: charmoso, comunicativo, sedutor… atributos que atraíam facilmente as mulheres. Estudante de direito e psicologia, ele conseguiu convencer a todos, inicialmente, de sua inocência, ao se defender no tribunal e conduzir seu próprio processo. Pior que um assassino, é um assassino que também é advogado! Em uma das melhores cenas do filme, Ted dispensa seu advogado e começa a se defender perante o tribunal.
Boa parte da narrativa trabalha a personalidade de Ted ou se passa no julgamento, deixando as cenas fortes de assassinato para a imaginação do espectador, o que ficou interessante. A angústia da dúvida que o personagem passa para as pessoas que o rodeiam, principalmente para as mulheres com as quais se relacionou e ao júri (nunca sabemos o que eles pensam), o filme tenta passar também para o espectador. A narrativa vai se desenvolvendo sem entregar o protagonista como culpado, existem muitas situações questionáveis e somente em certos momentos de closes no rosto do personagem e certas expressões e comportamentos indicam que ele poderia ser mal.
Zac Efron interpreta sem escorrego um dos mais temíveis assassinos em série da história dos Estados Unidos da América durante a década de 1970. O ator, conhecido pelas divertidas comédias Baywatch (2017) e Vizinhos (2014) agarra a oportunidade de um papel dramático e acerta em cheio, na direção de Joe Berlinger que aproveitou sua própria bagagem por ter dirigido a série Conversando com um Serial Killer: Ted Bundy (2019), da Netflix. O elenco secundário não me chamou muita atenção, apesar de ter o Haley Joel Osment, eternizado pelo O Sexto Sentido (1999) e o Jim Parsons, que não nos permite deixar de enxergar o Sheldon de Big Bang Theory mesmo interpretando aqui um advogado.
É interessante ver como era fácil escapar da polícia e de algumas prisões após estudar as brechas. E como era fácil enganar vítimas. Incrível e arrepiante imaginar que as pessoas não percebem que pode haver um assassino convivendo com elas, qualquer um pode ser um assassino em série por mais que nos seja alguém íntimo e que nos inspire confiança.
Como um tributo às vítimas conhecidas, uma lista de 26 nomes de mulheres é exibida no final do longa, seguido de algumas cenas reais que ficaram bem parecidas com as do filme. É uma estratégia que não falha e já foi usada outras vezes, como em Argo (2012), só que este último mostrou fotografias comparando cenas do filme com as da realidade.
Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.
Esse é o nosso TOP 10 com os melhores filmes lançados em 2024. Foram em torno de 30 filmes pré-selecionados aqui no blog e escolhi os 10 que me causaram as melhores emoções, assim como uma grande satisfação ao término da sessão. Saiba também onde assistir cada um.
Shyamalan demostra uma segurança maior na direção deste Fragmentado e mantém a sua marca que conquistou muitos fãs. O filme, Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.
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