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Atômica (2017)

A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

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A história se passa numa cidadezinha do interior do Texas. Fenton Meeks (Matthew McConaughey), depois de ficar sabendo de uma série de assassinatos, vai até a delegacia e declara que sabe de coisas que podem resolver o caso do “Mãos de Deus”, um serial killer que já matou 6 pessoas. Fenton diz que seu irmão Adam é o responsável pelas mortes e o xerife local vai ouvindo sua história, carregada de trágicos acontecimentos que marcaram a infância do garoto. Dirigido por Bill Paxton.

Fragilidade:

O título em português é um pouco tendencioso, pode parecer que estamos diante de um filme de horror, quando na verdade é um filme policial e suspense, uma história bem interessante sem apelar para brutalidades. O título original significa “fragilidade” e a escolha do título em português é estranha porque o caso investigado pela polícia, do assassino em série no filme, é chamado de “mãos de deus”.
O filme é um grande entretenimento, pois a história é muito boa, prende a atenção e possui algumas reviravoltas interessantes e inesperadas, além de manter a coerência. É aquele tipo de filme que pode deixar o espectador boquiaberto nas últimas cenas, onde os últimos 15 minutos são cheios de tensão e revelação.

Bill Paxton é um ator americano que já participou de vários filmes. Incrível que estreou na direção com este filme e o resultado foi muito bom. Soube criar uma atmosfera de suspense que vai aumentando, e ainda atua no filme como o pai dos garotos. As filmagens só duraram 37 dias e o roteiro de Brent Hanley contribuiu para o bom resultado.

Imagine que um pai (Paxton), depois de ter uma suposta visão de Deus, resolve seguir as ordens enviadas por um anjo e começa a matar pessoas que diz serem “demônios”. Fenton, um dos dois filhos, fica horrorizado com as ações do pai e as coisas começam a se complicar. O fanatismo de seu pai, cada vez mais cego pela suposta “luz divina”, se torna uma séria ameaça à sua vida e à de seu irmão, Adam. A partir daí, a história começa a se desenrolar de maneira cada vez mais trágica e obscura. Interessante a história do ponto de vista de um dos garotos, sendo que no presente ele está ajudando a polícia a desvendar o caso do assassino em série “mãos de deus”.

Nem precisou apelar para cenas pesadas, pois o que o espectador vê são alguns vultos e barulhos abafados de machadadas provocadas pelo alucinado personagem de Bill Paxton. Então o que fica de pesado é o suspense psicológico provocado pela situação em si.

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