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Os adultos de hoje lembram facilmente dos desenhos do Pica-Pau. O personagem foi criado em 1940 pelo artista Walt Lantz, tendo muitas animações produzidas pelo estúdio do próprio artista e distribuídas pela Universal Pictures. É o personagem pássaro de desenho animado mais famoso do mundo. Agora, anos depois do sucesso do desenho, resolveram fazer um filme live-action misturado com animação gráfica, para mostrar esse personagem peculiar. Dirigido por Alex Zamm e escrito por Dave Krinsky e John Altschuler.

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Lucy, uma garota tímida da pequena cidade de Ohio, EUA, ama filmes e acaba conhecendo o trabalho único de Federico Fellini, um dos mais importantes diretores italianos, responsável por filmes como A Doce Vida (1960), Oito e meio (1963), Amarcord (1973), A Estrada da Vida (1954) e Noites de Cabíria (1957). Lucy está tendo problemas em encarar a realidade e acaba embarcando numa viagem estranha e bonita pela Itália para encontrar Fellini. Ao longo do caminho ela descobre muito além do que esperou. Dirigido por Taron Lexton.

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Secretária (EUA, 2002)

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Reconhecer um único gênero para este filme é complicado. Comédia? Drama? Erótico? Um misto dos três é mais adequado. O mais relevante é que o diretor Steven Shainberg consegue criar uma história envolvente e diferente dos padrões tradicionais de romance, amor e sexo. Bastante não-convencional, pode causar estranheza. Para quem tem a mente mais aberta, a identificação com o filme é forte. Mesmo diretor de A Pele (2005), mais um filme não convencional, com Nicole Kidman e Robert Downey Jr.

Nada de paixão com romance tradicional, clichês ridículos como podemos conferir em muitos filmes. Imagine uma secretária, interpretada por Maggie Gyllenhaal, provavelmente em seu melhor momento como atriz (reconheço também sua atuação no divertidíssimo Histeria, de 2011), que acaba de sair de uma clínica psiquiátrica e passa a ter este trabalho com um chefe difícil e diferente, o advogado interpretado por James Spader. Eles acabam desenvolvendo uma relação exótica, que mistura submissão, aceitação do outro, pequena dose de romance e dependência (o menos importante para eles) com uma série de jogos envolvendo dominação e total submissão. Nos jogos, ambos desempenham muito bem os seus papéis. Isso melhora ainda mais com a grande atuação dos protagonistas.

Estamos acostumados ainda com essa visão da secretária que se apaixona pelo chefe, daquelas que sofrem o assédio moral e sexual e todas as formas como isso se destrincha. Mas este filme quebra o tradicional, mostrando um outro lado, interessante, através da relação dos dois personagens. Quando reclamações do chefe, a respeito dos erros de datilografia da secretária, passam a vir juntas com sessões de palmadas nas nádegas e outros castigos mais perversos, percebemos a dimensão tomada, deixando o filme bem interessante. Um pouco de sadomasoquismo e gosto sexual curioso e diferenciado. James Spader resgata sua experiência em papéis controversos, como já apresentou em Sexo, Mentiras e Videotape (1989) e Crash – Estranhos Prazeres (1996), mas em Secretária ele consegue ser único.

Quando esperamos que o filme caia no drama, ele cai na comédia. Quando esperamos que ele entre pelo lado da comédia romântica, ele cai no erotismo. Assim é bom, ser surpreendido pelas próximas cenas. Maggie Gyllenhaal faz a sua parte, dando um show de interpretação e sensualidade. Sua interpretação da secretária submissa, mas deixando claro que faz aquilo que quer e sente prazer nisso, faz o filme humilhar outras tentativas fracassadas, como Cinquenta Tons de Cinza (2015), que em algum momento acaba caindo na mesmice do romantismo clichê.

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Fontes:
http://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/secretaria/

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