O incrível homem que encolheu (EUA, 1957)
Eu indico The Incredible Shrinking Man, EUA, 1957 Durante um
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O filme segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à sua nova vida na Terra com seu recém-descoberto melhor amigo humano Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar o mundo. Dirigido por Jeff Fowler.
Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.

Storm of the Century (EUA / Canadá, 1999)
Little Tall é uma pequena cidade que fica em uma ilha longe do continente e está prestes a receber uma violenta tempestade de neve. Andre Linoge (Colm Feore), um forasteiro bastante estranho, chega na pequena cidade e cria pânico e morte entre os moradores. Ele sabe o segredo de todos os habitantes. Mike Anderson (Timothy Dale), o policial da cidade, tenta manter cada um em alerta contra a forte tempestade e contra Linoge. Dirigido por Craig R. Baxley. Roteiro de Stephen King.
“Dê-me o que quero e eu irei embora”
A Tempestade do Século é uma das melhores histórias criadas por Stephen King, com um terror focado no psicológico e capaz de prender bastante a atenção. Quem encarar o filme, com quatro horas e pouco de duração, não vai se arrepender. O roteiro foi escrito pelo próprio escritor, diferente da maioria de suas adaptações para o cinema, e ele só lançou o livro depois, garantindo assim a fidelidade e o excelente resultado. Nas mãos do Craig R. Baxley, a parceria funcionou muito bem, a sensação de imersão na história é alta, ou seja, o espectador vai se sentir como os personagens presos naquela situação: angustiado, confuso e perplexo. Originalmente, foi produzida como uma mini série de três capítulos para a rede de televisão ABC.
Little Tall é uma pequena ilha do Estado norte-americano do Maine. Os moradores estão se preparando para enfrentar a pior nevasca dos últimos anos. A tranquilidade do lugar é garantida pela convivência com algumas regras básicas, e pelo protagonista Mike Anderson (Timothy Dale), policial da cidade que resolve tudo e acalma as coisas, quando preciso. Mas essa tranquilidade é abalada quando surge, na cidade, de forma inexplicável, um estranho chamado Andre Linoge (Colm Feore), que conhece todos os segredos dos habitantes e gera situações de desconforto, repetindo sempre a mesma frase: “Dê-me o que quero e eu irei embora“. O que vem a partir daí não pode ser contado para não estragar a obra, então pode se preparar para a revelação e os acontecimentos interessantes que virão. A história vai se tornando cada vez mais sufocante até a sua conclusão. Não somente prende a atenção, como toda a explicação para o que acontece é muito criativa.
Um elemento interessante relacionado às histórias de Stephen King são as ligações entre elas. Por exemplo, em “A Tempestade do Século”, a ilha onde a ação acontece, Little Tall, é a mesma do filme Eclipse Total (“Dolores Claiborne”, 1995). Durante outra passagem, um dos moradores fala sobre a cidade de Derry, local onde se passa a história do livro Insônia (Insomnia, 1994) e várias outras (é o local preferido de Stephen King em suas histórias). E em outra cena, um personagem está lendo “The Little Pig”, que é uma das histórias favoritas do garotinho de O Iluminado (“The Shinning”, 1980).
“Meu nome é Legião, porque somos muitos” – SPOILER
Ocorre numa das cenas uma referência a uma passagem bíblica. De acordo com os evangelhos, Jesus exorcizou um homem que estava possuído na região dos gerasenos (atualmente Jerash). Ele estava possuído pelo demônio conhecido como “Legião”, uma coletividade de demônios. Quando Jesus pergunta o seu nome, ele responde: “Meu nome é Legião, porque somos muitos.”, assim como ocorre no filme. Uma grande horda de porcos estava se alimentando ali perto e Jesus fez com que os espíritos malignos saíssem do homem e entrassem nos porcos. Aproximadamente 2.000 porcos correram e se jogaram de uma ladeira, afogando-se num lago. Da mesma forma os habitantes da ilha são arrastados para uma direção, tendem a cair e se afogar, como os porcos, se não obedecerem a Linoge.
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Fontes:
http://bocadoinferno.com.br/criticas/2013/09/a-tempestade-do-seculo-1999/
O filme se passa em Paris, anos 60, onde o diretor Jean-Luc Godard (Louis Garrel) e a atriz Anne Wiazemsky (Stacy Martin) começaram a viver um romance e, futuramente, por decisão dela, a história dos dois é contada. A direção e roteiro fica por conta de Michel Hazanavicius, que venceu o Oscar com o filme O Artista (2012).
De acordo com o folclore russo, Baba Yaga é uma entidade poderosa e temida. Algo como a bruxa da floresta, tão misteriosa que pode ser vista como boa ou como má. Lembra alguém? O personagem John Wick foi apelidado assim pelos russos e, agora, o quarto filme da franquia recebe "Baba Yaga" em seu subtítulo. Sem dúvida, interessante, pois nos primórdios da franquia vemos o John como um marido dedicado e muito apegado ao seu cachorro; depois conhecemos o assassino implacável que segue até esse momento. Todos temos um lado bom e ruim, mas não queira mexer com o lado ruim de John Wick. Confira nossa resenha "sem spoilers" de John Wick 4: Baba Yaga (2023).
Quando descobre que seu marido tem pouco tempo de vida, Trudi não sabe se deve contar a ele a verdade. Em vez disso, ela decide planejar com Rudi uma viagem, para que aproveitem bem estes últimos momentos juntos. Sonhando conhecer o Japão, país pelo qual é apaixonada, a mulher decide que este será o destino do casal, mas que antes eles irão até Berlim, para fazer uma última visita a seus dois filhos que moram lá. Dirigido por Doris Dörrie.
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