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Até o momento, este filme representa o mais próximo que o cinema nacional pode chegar de Cinema Paradiso (Itália, 1988). A produção é baseado no livro "Um pai de cinema" de Antonio Skármeta, escritor chileno que também tem “O carteiro e o poeta”. Na história, o jovem Tony decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis.

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O som de tambores marca o próximo desafio no mundo de Jumanji, desde o sucesso do primeiro filme em 1995. É um som empolgante, até nostalgiante, contudo para os personagens é sempre sinônimo de desconforto e perigo; afinal, novamente, eles encaram algumas fases desse jogo. Jumanji: Próxima Fase (2019) é uma repetição proposital do sucesso de 2017, um ano e meio depois. Praticamente como um segundo episódio de uma série. Apesar disso, considerando também os mesmos personagens principais de volta e com o mesmo carimbo, existem incrementos bem pensados no filme que o tornam minimamente interessante. A direção também é repetida, por Jake Kasdan.

Apesar de ganhar força nos incrementos – os quais não vou expor aqui – logo achei que a comédia foi se perdendo. Boas oportunidades de cenas engraçadas foram jogadas fora. Contudo, em Jumanji, quando as piadas não são suficientes, a gente fica vidrado nas cenas de aventura. De fato, é um grande filme de aventura que homenageia os jogos de videogame. Mais legal ainda foi conferir que o trailer não entregou as novas ideias da trama. Assim, recomendo, e recomendo mesmo, assistir sem conferir as resenhas já disponíveis. Até cartazes podem estragar sua surpresa e, se você for que nem eu, não vai valer muito a pena ir ao cinema após saber das novidades.

E o que tem de melhor em Jumanji: Próxima Fase?

Nossa resenha do anterior, Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017), está disponível aqui. Ressalto que os atores continuam ótimos, que essa remodelagem da estrutura original do Jumanji de 1995 continua legal e que não vale a pena esperar que este novo projeto supere o filme que tinha o Robin Williams. Temos pouco conteúdo e um deles é mostrar a influência que o personagem do jogo pode ter na pessoa real, levantando a questão de se aprender coisas úteis com jogos. Ademais, se segure na cadeira quando o filme acabar pois a cena extra, logo no início dos créditos, foi bem acertada. No geral, não exija muito conteúdo, exceto conteúdo visual e bastante aventura com poucas piadas entrelaçadas que podem funcionar para você.

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