The Electric Horseman (EUA, 1979)
Eu indico O Cavaleiro Elétrico (EUA, 1979) Sonny Steele (Robert
Eu indico O Cavaleiro Elétrico (EUA, 1979) Sonny Steele (Robert
Eu indico Helter Skelter (EUA, 2004) O filme mostra a
Eu indico A Doce Vida (Itália, 1960) O jornalista Marcello

The Man From Earth (EUA, 2007)
Escrever sobre este filme é um desafio quando a intenção é convencer o leitor a assisti-lo. Isto porquê a minha experiência foi vê-lo sem quase informação alguma, nem a sinopse, e desejo que todos tenham a mesma experiência. Esta não é uma resenha crítica, mas sim um apelo para que o mundo inteiro passe pela experiência de assistir a um grande filme. Essa experiência seria reduzida a cada informação revelada do mesmo. Então, se você já está convencido, deixe essa leitura de lado e vá atrás do filme. Se não, procurei com certo cuidado escrever pequenos comentários evasivos sem revelar o conteúdo do que será visto, para não prejudicar a sua satisfação com a surpresa e o mistério da trama.
Trata-se de um roteiro com muito conteúdo histórico com cerne na ciência e religião. Para isso, o diretor Richard Schenkman, a partir do roteiro de Jerome Bixby, opta por uma trama com muitos diálogos, todos inteligentes, até porquê entre os personagens temos professores, doutores, pessoas bem formadas. Um deles, John Oldman (David Lee Smith), protagonista, está de mudança e vai se afastar dos amigos, e resolve fazer uma revelação chocante sobre si mesmo, o que dá início a uma série de reações e discussões que vão nos dar uma aula de história, ciência, de tudo.
Na proposta de fazer pensarmos fora da caixa, questionarmos paradigmas e refletirmos sobre nossa existência, o filme brilha. Podemos dizer que possui uma atmosfera de muitos filmes Sci-Fi e trás um pouco aquele estilo de filmes com diálogos inteligentes, como As Invasões Bárbaras (Canadá, 2003), de Denys Arcand, que ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro. Outro exemplo melhor é The Sunset Limited (2011), onde Tommy Lee Jones e Samuel L. Jackson vivem um debate filosófico enriquecedor. E também gostaria de citar Ponto de Mutação (1990), onde três pessoas (um político, um poeta e uma cientista) entram num diálogo interessante sendo que elas possuem pensamentos diferentes mas são abertas a novas idéias. Este último, apesar de ter um conteúdo inestimável, pode se tornar monótono antes da metade do filme, o que não ocorre com O Homem da Terra.
É um filme curto (90 minutos) e de baixo orçamento (somente 200 mil dólares), que prende muito, muito mesmo, nossa atenção. Podemos sair deslumbrados e um pouco chocados após conferir. Enfim, ganha no conteúdo e nas sensações que causa ao espectador, que eu desejo sejam boas sensações, ao menos para a maioria. Um ideia interessante que segue um caminho não convencional. Assim, consegue se tornar um verdadeiro entretenimento e uma obra cultuada e recomendada por praticamente todo mundo que assistiu.
Cinco pessoas que ficam presas dentro de um elevador que, misteriosamente, pára de funcionar. O problema é que, aos poucos, tudo vai levando a crer que um daqueles é ninguém menos que o Demônio. Roteiro e produção de M. Night Shyamalan. Dirigido por John Erick Dowdle.
O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.
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