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O Sol é Para Todos (1962)
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Alabama, anos 1930. A pequena Jean (Mary Badham) é uma menina inteligente que tem no seu pai o grande herói. Atticus Finch (Gregory Peck) é um advogado viúvo que cuida de seu casal de filhos pequenos. Idealista e honesto, ele será o defensor de Tom, um negro acusado de estuprar uma mulher branca. Num júri composto apenas de brancos, todos sabem qual será o veredicto. Mas o advogado não desistirá de tentar provar que Tom é inocente. Além desse julgamento, a amizade de Jean com Boo Radley (Robert Duval), um deficiente mental que vive encarcerado em sua casa, vai fazer com que a menina passe a ver o mundo sob uma nova ótica e descobrir que o mundo dos adultos é mais cruel do que parece.

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A Tempestade do Século (EUA / Canadá, 1999)
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Little Tall é uma pequena cidade que fica em uma ilha longe do continente e está prestes a receber uma violenta tempestade de neve. Andre Linoge (Colm Feore), um forasteiro bastante estranho, chega na pequena cidade e cria pânico e morte entre os moradores. Ele sabe o segredo de todos os habitantes. Mike Anderson (Timothy Dale), o policial da cidade, tenta manter cada um em alerta contra a forte tempestade e contra Linoge. Dirigido por Craig R. Baxley. Roteiro de Stephen King.

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Assim Caminha a Humanidade (“Giant”, 1956)
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Assim Caminha a Humanidade (“Giant”, 1956)

O filme conta a história de Leslie (Elizabeth Taylor), Bick (Rock Hudson) e Jett (James Dean). Bick conheceu Leslie quando foi a casa do pai dela comprar um cavalo premiado e os dois se apaixonaram. Eles se casam e vão para o Texas - terra de Bick - e lá constroem sua família, no rancho Reata. Ali perto mora Jett, que de certa forma é inimigo de Bick. A cada dia que passa os dois continuam se odiando, ainda mais quando Jett enriquece e se torna um magnata do petróleo. O filme aborda claramente a intolerância racial e é um épico imbatível que explora o assunto e defende o fim do racismo.

Filmes rodados no interior de Minas Gerais (Ouro Preto e redondezas)

Em nossa última viagem, estivemos no interior de Minas Gerais, principalmente em Ouro Preto. Após conversa com guias locais e um pouco de pesquisa, felizmente descobrimos que alguns filmes foram rodados nessa região, filmes raros que mostram nossa história e cultura. Confiram:

O Grande Mentecapto (1986):
Da obra de Fernando Sabino, publicada em 1979, narra as aventuras de Geraldo Viramundo (Diogo Vilela), espécie de Dom Quixote de La Mancha brasileiro, que percorre Minas Gerais. Direção de Oswaldo Caldeira.

Uma canção é pra isso:
O longa faz uma ponte entre Brasil e Alemanha, tendo como elo uma fictícia partitura, unindo o barroco brasileiro ao universo de Bach.

Vinho de Rosas (2005):
Aos 18 anos, Joaquinha descobre que é filha de Tiradentes e que sua mãe está viva, partindo então para descobrir mais sobre seu passado.

Brasil animado (2011):
Trata-se de um longa animado nacional, onde dois cachorros (Stress e Relax), um empresário e um diretor de cinema procuram pela árvore brasileira mais antiga, o grande jequitibá-rosa. Entre várias aventuras, eles passam por Ouro Preto. Além disso, é o primeiro filme brasileiro em 3D.

Tiradentes (1999):
Mostra a história do líder da Inconfidência Mineira, um movimento surgido em Ouro Preto, na bucólica Vila Rica, no ano de 1789.

Chico Rei (1985):
Baseado em poesias de Cecília Meireles e na tradição oral mineira, bem como na memória do negro brasileiro. Filmado em Ouro Preto e Paraty.

Luar sobre Parador (1988):
A morte repentina de Alphonse Simms (Richard Dreyfuss), o ditador de um país latino-americano, faz com que Roberto Strausmann (Raul Julia), o chefe de gabinete, e a polícia nacional “convençam” um ator (Richard Dreyfuss) a se fazer passar por Simms. Desta forma, Strausmann pode governar, usando o ator como fantoche. Porém ele terá que enganar a namorada do governante (Sônia Braga), além de  iludir o povo. A música é de Maurice Jarre e a direção de arte é do brasileiro Marcos Flaksman.

Vida de Menina (2004):
Baseado no diário de Helena Morley, que viveu em Diamantina. Após a abolição da escravatura e a proclamação da república no Brasil, Helena começa a escrever um diário, que revela seu universo e um país adolescente como ela, debochando e desmascarando as virtudes alheias.

Vazante (2017):
Este foi aplaudido e causou polêmica no Festival de Brasília. O filme mostra brancos, afrodescendentes nativos e recém-chegados da África que sofrem as mazelas derivadas da incomunicabilidade em uma fazenda imponente, na decadente região dos diamantes, em Minas Gerais, no início do século 19.

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