Top 10 dia da mulher: musas do cinema
Parabéns a todas as mulheres neste dia 08 de março de 2017! Quero homenagear destacando as minhas 10 maiores musas do cinema, excelentes atrizes e deslumbrantes mulheres, cada uma em um papel marcante
A premissa é sinistra: diz a lenda que, quando viva, uma mulher mexicana afogou seus filhos e depois, arrependida, se jogou no rio enquanto chorava desesperadamente. Agora ela chora eternamente e captura outras crianças. Ela ficou conhecida como "La Llorona" e, se você ouvir um choro de mulher vestida de noiva durante a madrugada, deve ser ela. Dirigido por Michael Chaves.
Susan (Eva Green) é uma estudiosa epidemiologista em crise com o amor. Ao conhecer o sedutor Michael (Ewan McGregor), um talentoso chefe de cozinha, tenta resistir, mas logo acaba rendendo-se. No entanto, enquanto a paixão do casal aumenta, uma misteriosa pandemia se espalha pelo mundo. Dirigido por David Mackenzie.

In Search of Fellini (EUA, 2017)
“A vida é uma combinação de magia e espaguete.”
(Federico Fellini)
Lucy, uma garota tímida da pequena cidade de Ohio, EUA, ama filmes e acaba conhecendo o trabalho único de Federico Fellini, um dos mais importantes diretores italianos, responsável por filmes como A Doce Vida (1960), Oito e Meio (1963), Amarcord (1973), A Estrada da Vida (1954) e Noites de Cabíria (1957). Lucy está tendo problemas em encarar a realidade e acaba embarcando numa viagem estranha e bonita pela Itália para encontrar Fellini. Ao longo do caminho ela descobre muito além do que esperou. Dirigido por Taron Lexton.
Ótimo ver um filme que fala um pouco do Fellini, mesmo ele não sendo o ponto principal da trama, já que mais forte se mostra uma relação entre mãe e filha e a questão do propósito que cada um de nós temos na vida; propósito é um assunto abordado por Fellini em suas falas e filmes. Mais do que isso, muitas cenas deste filme beiram ao excêntrico que, como nos filmes do diretor, acaba sendo um excêntrico aceitável. O cineasta já deu um tapa naqueles que defendem radicalmente o realismo no cinema quando disse uma vez: “O realismo não é uma boa palavra. Eu nem percebo a fronteira entre o imaginário e o real. Vejo muita realidade no imaginário. E não me sinto encarregado de pôr uma ordem nisso tudo”. E mais: “O visionário é o único e verdadeiro realista.”
Uma das melhores coisas que posso dizer a respeito deste é que estamos diante de um filme romântico. O amor é abordado ao menos de 3 formas: na relação entre mãe e filha, no descobrimento do primeiro amor entre um casal de jovens e do amor pelo cinema representado pela paixão da personagem pelos filmes do Fellini. Mesmo com a distância, mãe e filha estão sempre ligadas: enquanto uma está na Itália passando pelos locais dos filmes, a outra está experimentando os filmes de Fellini na TV.
A proposta parte de um cenário americano para a Itália e as paisagens e costumes deste país europeu trazem prazer ao expectador. Afinal, a Itália se mostra deslumbrante neste filme e um pequeno exemplo é a Fonte de Trevi que remete a um filme especial para mim, La Dolce Vita. Verona, Veneza, Roma… a personagem tem o privilégio de passar por lugares deslumbrantes e viver coisas boas e ruins, sentindo na pele passagens dos filmes de seu amado diretor, que são exibidos em partes numa contraposição a trama vigente. Obras elogiadas e que causam estranheza em alguns personagens, que chegam fazer comparações do tipo: “não são como os filmes americanos… é meio confuso… e são muito bons”.
Apesar de um certo exagero desnecessário na tentativa de mostrar a forte relação entre mãe e filha à distância e na aparição bem conveniente de um jovem salvador e apaixonante para a personagem que está perdida em outro país, o filme não decai por conta das outras qualidades supracitadas. Lucy (Ksenia Solo, que está apaixonante), de forma súbita e intensa, parte nessa viagem e segue seus sonhos para depois perceber que a felicidade estava onde ela menos buscou. E temos um final bem romântico para completar.
Fini.

Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N' Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida.
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.
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