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Assim Caminha a Humanidade (“Giant”, 1956)
Filmes

Assim Caminha a Humanidade (“Giant”, 1956)

O filme conta a história de Leslie (Elizabeth Taylor), Bick (Rock Hudson) e Jett (James Dean). Bick conheceu Leslie quando foi a casa do pai dela comprar um cavalo premiado e os dois se apaixonaram. Eles se casam e vão para o Texas - terra de Bick - e lá constroem sua família, no rancho Reata. Ali perto mora Jett, que de certa forma é inimigo de Bick. A cada dia que passa os dois continuam se odiando, ainda mais quando Jett enriquece e se torna um magnata do petróleo. O filme aborda claramente a intolerância racial e é um épico imbatível que explora o assunto e defende o fim do racismo.

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Os Suspeitos (Prisoners, 2013)
Filmes

Os Suspeitos (Prisoners, 2013)

Duas famílias devem lidar com o desaparecimento de suas filhas pequenas. Quando um dos pais suspeita que o detetive encarregado das buscas já desistiu de procurar pelo culpado, desesperadamente ele começa a desconfiar de todas as pessoas ao redor. Fazendo sua própria investigação, encontra o principal suspeito e decide sequestrá-lo. Dirigido por Denis Villeneuve. Roteiro de Aaron Guzikowski.

Entre em cena pelo CineMAM!
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Entre em cena pelo CineMAM!

O Circuito Saladearte vai inaugurar o Cinema do MAM em Salvador, o CineMAM. O melhor de tudo é que você pode ser sócio, ou simplesmente contribuir com a campanha de financiamento e ganhar recompensas de forma imediata! Enquanto Salvador ganha um novo cinema alternativo, que exibirá filmes nacionais, europeus e filmes americanos independentes, além de curtas e eventos, você ganha prêmios exclusivos.

Enter the void (França, 2009)

Eu indico
Viagem alucinante (França, 2009)

Óscar é um traficante de drogas em Tóquioe sua irmão, Linda, trabalha numa boate como striper. Uma noite, Óscar é apanhado numa batida policial e acaba sendo baleado. À medida que morre, o seu espírito, fiel à promessa que fez à sua irmã enquanto criança – que nunca a iria deixar – recusa-se a deixar o mundo dos vivos e passa pelos vários estágios da morte, conforme descritos no “Livro Tibetano da Morte”. Dirigido por Gaspar Noé.
A morte segundo Gaspar Noé:
Definitivamente, este não é um filme fácil. Para muitos, difícil de assistir; para outros, difícil de gostar. Tendo como referência Irreversível (2002), que já causou bastante polêmica, Gaspar Noé parece, acredito que intencionalmente, causar reações diversas nos espectadores que encaram seus filmes… ou tentam. Ele dirigiu poucos filmes, até então somente quatro, mas cada um deles causou fortes reações e a maioria recebeu indicações importantes em premiações internacionais. Gostei bastante do último, Love (2015), que também postei neste blog:
https://www.eueatelona.com.br/love-franca-2015/
Assim como em “Irreversível”, este filme “Enter the void” possui uma fotografia, digamos, louca (original). Partir da estratégia de câmera em primeira pessoa não seria novidade alguma. A questão é que o personagem principal vai para o além logo no início do filme e aí o jogo de câmera fica bem original. Nos sentimos como uma alma penada em agonia, pois estamos do ponto de vista de uma pessoa que acaba de morrer. Sobre a morte, de acordo com o “Livro Tibetano da Morte”, a explicação nos é dada logo no início do filme e essa teoria vai sendo mostrada na prática, só que de forma bem lenta. Muitas cenas parecem a transfiguração de uma mente alucinada, sob efeitos de drogas, ou como em um sonho. As imagens e o som são perfeitos para a proposta.
O título em português ficou Viagem Alucinante. De fato, é uma grande viagem metafisica que explora a vida após a morte, de uma forma bem depressiva, chegando a ser agonizante, mas de acordo com o livro tibetano. A alma de Óscar paira sobre aqueles que lhe são próximos e estão vivos, em alguns momentos ele passa por uma retrospectiva com o seu passado. A câmera é conduzida em planos vistos de cima para baixo. Parece que esse ambiente pós morte casa direitinho com a realidade de uma Tóquio bem decadente. Apesar de não ser um filme leve e para qualquer ocasião, a conclusão da trama não chega a ser triste, dependendo da apreciação do espectador. Enfim, recomendo encarar esse filme que possui longa duração, mas também é extremamente interessante.
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Fontes:
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Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera (Coréia do Sul, 2003)

Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.

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Footloose: Ritmo Louco (EUA, 1984 e 2011)
Clássico

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Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.

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Deixa Ela Entrar (“Låt den Rätte Komma In”, Suécia, 2007)

Eu indico Deixa Ela Entrar (Suécia, 2007) O filme conta

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