Venom (2018)
Eddie Brock é um jornalista que entra em contato com um simbionte alienígena e se torna Venom, um dos principais inimigos do Homem-Aranha. Dirigido por Ruben Fleischer.
Eddie Brock é um jornalista que entra em contato com um simbionte alienígena e se torna Venom, um dos principais inimigos do Homem-Aranha. Dirigido por Ruben Fleischer.
Após um vídeo viralizar na Internet, Aurélio (Paulo Miklos) passa a ser responsabilizado pela morte de um policial. Aurélio faz parte de uma banda punk de sucesso nos anos 1980 e precisa enfrentar uma onda de indignação popular após o ocorrido. Direção de Iberê Carvalho.
Eu indico L’illusionniste (França, 2010) Animação que conta a história

Assim Caminha a Humanidade (EUA, 1956)
O filme conta a história de Leslie (Elizabeth Taylor), Bick (Rock Hudson) e Jett (James Dean). Bick conheceu Leslie quando foi a casa do pai dela comprar um cavalo premiado e os dois se apaixonaram. Eles se casam e vão para o Texas – terra de Bick – e lá constroem sua família, no rancho Reata. Ali perto mora Jett, que de certa forma é inimigo de Bick. A cada dia que passa os dois continuam se odiando, ainda mais quando Jett enriquece e se torna um magnata do petróleo. O filme aborda claramente a intolerância racial e é um épico imbatível que explora o assunto e defende o fim do racismo.
Gigante:
Quando vi o cartaz para o Oscar de 2012, reconheci esse filme com a cena de James Dean sentado no carro e a mansão na paisagem de fundo. Estava na hora de assisti-lo novamente e confirmar a grandiosidade deste épico. A narrativa apresenta uma época singular da história americana, retrato de uma era de transição em que o Texas de fazendeiros criadores de gado passa a ser o Texas dos exploradores de petróleo. Aborda fortemente os problemas raciais, passa pela guerra e a mudança do poder e do dinheiro. Das dez indicações, apenas George Stevens levou o Oscar (melhor direção). De forma bem cuidadosa e plausível, vemos o amadurecimento dos 3 personagens principais, chegando a inverter papéis, tanto na questão do sucesso financeiro quanto na questão do caráter. Achei melhor separar um parágrafo para cada personagem.
Jett Rink (James Dean) – SPOILER:
Já começo com a atuação de destaque para James Dean, que interpreta Jett Rink, um trabalhador da fazenda que se torna inimigo de Bick e possui uma paixão pela sua esposa Leslie. O sentimento de inferioridade transparece no personagem até quando ele fica rico e famoso, não se livrando das marcas deixadas por sua origem social e dificuldade de subir na vida. Na primeira parte da trama é um personagem bom, simples e quase esquecido (tinha como amiga somente a irmã de Rink e Leslie, que tinha uma certa educação e cuidado com ele). Revela-se mais esperto que o esperado e aproveita uma oportunidade de negócio que vai transformá-lo em um grande petroleiro. Já no final, fica arruinado por causa de sua ganância junto com o fato de que não perdeu o sentimento de inferioridade e não se sente digno do amor da mulher por quem é apaixonado. O personagem foi inspirado na vida de Glenn McCarthy (1908 – 1988), imigrante irlândes que se tornou um dos principais petroleiros no Texas. Este foi o último filme de James Dean, por conta de um acidente fatal quando o mesmo se dirigia para uma corrida (ele nem chegou a ver o filme concluído). Recebeu uma indicação ao Oscar pela atuação, sobre a qual não há o que reclamar (o sotaque, a cara sofrida e encabulada e a transformação do personagem potencializam o filme).
Jordan Benedict (Rock Hudson) – SPOILER:
Outro indicado a melhor atuação foi Rock Hudson, que interpreta o Jordan Benedict (Bick), um rancheiro texado, dono do Rancho Reata, propriedade da família há 3 gerações, uma mansão no meio de um deserto, tendo quase meio milhão de acres. A transformação deste personagem passa pela necessidade de superar o seu próprio preconceito, já herdado pelo comportamento de sua rica família. Durante os 25 anos em que se passa o filme, ele vai sofrendo a perda do controle da propriedade para o Jett Rink, que expande a exploração de petróleo na região. Só que durante esse tempo ele constituiu uma família e foi transformado por ela, principalmente pela bondade e amor de sua esposa por desconhecidos e desprivilegiados (afinal ele investia muito na pecuária e não se importava com a situação precária dos imigrantes na região de seu rancho). Como seu único filho homem decide ser médico, Bick está para assumir a derrota de não conseguir dar continuidade ao legado da família, e é só nos minutos finais do filme que percebe onde está o verdadeiro sucesso, que é na gentileza e caráter de mudar para melhor, ver o orgulho de sua esposa e filhos por ele e ter orgulho de si mesmo por defender a dignidade de pessoas desconhecidas que sofrem injustiça.
Leslie Lynton (Elizabeth Taylor) – SPOILER:
Quando Leslie Lynton (Taylor) chega ao Texas em 1923, ela precisa se adaptar a um novo mundo, já que foi criada no conforto familiar em Maryland e agora está casada com Jordan Benedict, que junto com a irmã cuida do Rancho Reata. A irmã de Bick não gosta do comportamento de Leslie, que possui forte personalidade e não aceita muito bem as idéias do marido a respeito de como tratar as mulheres, os amigos e principalmente os empregados, quase todos mexicanos e tratados com desprezo. Indignada e sustentada pelo seu amor ao marido, Leslie aos poucos passa a tentar mudar o pensamento dele, buscando tratar os criados com delicadeza e dando-lhes o mínimo de assistência médica. Ela possui uma personalidade forte, e essa presença feminina na vida do gigante (“giant”) Jordan vai mostrá-lo que a verdadeira grandeza está na atitude e no coração.
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Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Giant
http://clenio-umfilmepordia.blogspot.com/2010/04/assim-caminha-humanidade.html
Os mesmos personagens principais de volta e com o mesmo carimbo, com incrementos bem pensados que tornam o filme minimamente interessante. Direção de Jake Kasdan.
A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.
Seduzido por uma moça da cidade, um fazendeiro tenta afogar sua mulher, mas desiste no último momento. Esta foge para a cidade, mas ele, arrependido, a segue para provar o seu amor. Dirigido por F. W. Murnau.
Vou assistir. gosto de filmes que tratam de forma inteligente as questões raciais.