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TOP 10 filmes lançados em 2018
Drama Filmes

TOP 10 filmes lançados em 2018

Nossa lista anual é sempre disponibilizada perto ou logo após o Oscar. Os 10 melhores do ano passado para você concordar, discordar ou correr para assistir! Alguns deles possuem resenha aqui no site, é só clicar no título. Dessa vez tivemos metade da lista com filmes não americanos, sendo 2 brasileiros, 1 mexicano, 1 francês e 1 coreano.

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Footloose: Ritmo Louco (EUA, 1984 e 2011)
Drama Filmes

Footloose: Ritmo Louco (EUA, 1984 e 2011)

Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.

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Lego Ninjago (2017)
Drama Filmes

Lego Ninjago (2017)

Este é o terceiro “Filme Lego” que funcionou bem, tivemos antes “Uma Aventura LEGO” (2014), que poderia ter recebido o Oscar de melhor animação e deixou pessoas boquiabertas com o formato da animação, na medida que peças e bonecos Lego montam os cenários e as cenas ao longo do filme; e ainda tivemos, este ano, “Lego Batman: O Filme” (2017), com ótima qualidade visual, aventura e piadas hilárias no universo dos heróis. Phil Lord e Chris Miller, diretores e roteiristas do primeiro filme, produtores do "Lego Batman: O Filme", estão na produção deste novo filme, que ficou com a direção de Charlie Bean.

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Tarde Demais (“Beautiful Boy”, 2010)

Beautiful Boy (EUA, 2010)

A jornada de um casal que tenta desesperadamente encontrar alguma explicação, depois de descobrir que seu único filho cometeu um assassinato em massa dentro de sua universidade e depois se suicidou. O filme mostra como eles lidam com a realidade de ter o único filho morto e visto por todos como um assassino cruel. Dirigido por Shawn Ku.

Bill e Kate formam um casal que vive um relacionamento convencional. Nas cenas iniciais com o casal percebe-se um relacionamento que caiu numa rotina não muito agradável, ele janta sozinho ao mesmo tempo em que ela trabalha em casa, revisando um roteiro literário. O diálogo entre o casal é comum e logo chegam a uma discussão. O casal parece nem dormir na mesma cama. Após a notícia, o filme passa a mostrar o processo de luto do casal, que passam a ser as grandes vítimas, já que só eles choram pelo assassino e sofrem as conseqüências: assédio da mídia, problemas com colegas de trabalho, afastamento de parentes, julgamento da sociedade.

O foco do filme é o casal, o outro lado da notícia. Tanto que tudo que sabemos é exatamente o que o casal sabe, nem ao certo explica-se o que levou o filho a cometer os assassinatos, pois o casal evita assistir às notícias e à gravação feita pelo filho. É genial a ideia no filme de não buscar explicar a situação e sim mostrar o lado humano vivido pelos dois. E como, no final das contas, eles só têm um ao outro, isso torna o relacionamento mais unido. Interessante também foi mostrar as poucas pessoas que acabam despertando sentimento de afeto ou pena pelo casal, como o irmão da Katie e o senhor que trabalha no hotel onde o casal passa um tempo refugiado (o mesmo que antes de conhecer Bill de perto, estava criticando o filho dele e o próprio casal). O filme começa e termina com a narração de uma poesia feita pelo garoto, que pode ser associada ao sentimento de perda do casal.

Maria Bello e Michael Sheen fazem um papel sensacional, deixando o filme mais realista, até porque muitas cenas mostram o rosto do casal (tem uma na qual eles estão no banco traseiro de um carro, e a câmera mostra através do retrovisor interno o casal lado a lado e, depois, as mãos se unindo). Mas a minha atenção maior foi para o Michael Sheen, que pode até não receber alguma indicação, mas merece uma oportunidade de protagonizar mai um papéis dramáticos, pois ele arrasou aqui.

Tags Relacionadas Beautiful Boy, crítica, luto, Maria Bello, Michael Sheen, resenha, suicídio, Tarde Demais
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Boyhood – Da Infância à Juventude (EUA, 2014)
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Boyhood – Da Infância à Juventude (EUA, 2014)

Filmado durante 12 anos (começou em 2002), este filme é um retrato dessas experiências, da infância até a juventude, focada na vida de um garoto. O diretor Richard Linklater manteve os mesmos atores durante os 12 anos de produção, cada ano reunia a todos e filmava um pouco mais.

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A Cabana (2017)
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A Cabana (2017)

Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida. Dirigido por Stuart Hazeldine.

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Gloria (Chile, 2013)

Eu indico Gloria (Chile, 2013) Gloria (Paulina García) é uma

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