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Estamos na época das grandes premiações e este filme tem ficado em destaque, com mérito.  Na Inglaterra do século 18, Sarah Churchill, a Duquesa de Marlborough, exerce sua influência na corte como confidente, conselheira e amante secreta da Rainha Ana. Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail, nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes essa oportunidade única. Dirigido por grego Yorgos Lanthimos.

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John Wick 4: Baba Yaga (2023) – Keanu Reeves em seu ápice
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De acordo com o folclore russo, Baba Yaga é uma entidade poderosa e temida. Algo como a bruxa da floresta, tão misteriosa que pode ser vista como boa ou como má. Lembra alguém? O personagem John Wick foi apelidado assim pelos russos e, agora, o quarto filme da franquia recebe "Baba Yaga" em seu subtítulo. Sem dúvida, interessante, pois nos primórdios da franquia vemos o John como um marido dedicado e muito apegado ao seu cachorro; depois conhecemos o assassino implacável que segue até esse momento. Todos temos um lado bom e ruim, mas não queira mexer com o lado ruim de John Wick. Confira nossa resenha "sem spoilers" de John Wick 4: Baba Yaga (2023).

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Adoráveis Mulheres (2019)
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Dois anos após Lady Bird (2018), seu primeiro filme, Greta Gerwig dirige mais uma produção com protagonistas femininas neste Adoráveis Mulheres (2019). Tendo origem no romance juvenil Mulherzinhas, de Louisa May Alcott, Greta escapa da etiqueta de principiante sortuda e se consagra como uma das melhores diretoras do cinema.

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A Maldição da Chorona (2019)

The Curse of La Llorona (EUA, 2019)

A premissa é sinistra: diz a lenda que, quando viva, uma mulher mexicana afogou seus filhos e depois, arrependida, se jogou no rio enquanto chorava desesperadamente. Agora ela chora eternamente e captura outras crianças. Ela ficou conhecida como “La Llorona” e, se você ouvir um choro de mulher vestida de noiva durante a madrugada, deve ser ela.

Dirigido por Michael Chaves, percebemos que houve um certo esforço para gerar bons momentos de suspense e susto. É um filme de terror americano que aproveita a presença mexicana por conta de alguns personagens e utiliza frases ditas em espanhol com uma sonoridade mais amedrontadora. O resultado fica entre o mediano e o bom, superior a outras produções ruins de terror como a própria A Freira (2018). Este aqui também tem a força de ter sido produzido por James Wan, o grande cineasta do universo Invocação do Mal. Uma pena que não possui cenas pós créditos, perdendo uma boa oportunidade de fazer novas conexões principalmente com o que vem por aí deste universo do James Wan.

A trama segue uma história de lenda urbana que se mostra real e remete à batalha da fé verdadeira contra o mal encarnado. Apresenta uma melhoria interessante quando vai se aproximando das cenas finais e o personagem Rafael, interpretado por Raymond Cruz, se mostra aquele coadjuvante que rouba a cena, inclusive responsável pelos momentos divertidos do filme. O restante do elenco deixou a desejar comparado a outros filmes do gênero, principalmente os dois filmes de Invocação do Mal que são superiores em todos os aspectos, é até desleal tentar comparar.

E olha como fica interessante! Invocação do Mal 3, previsto para setembro de 2020, será dirigido por Michael Chaves e produzido por James Wan, ou seja, este filme A Maldição da Chorona foi o estágio da parceria dos dois. Quero apostar no bom resultado para o terceiro filme de uma das melhores sequências de terror já feitas, mesmo com esse grande risco de não ter o James Wan como diretor.

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Um dos filmes mais agradáveis do ano que faz uma homenagem bacana às bandas dos anos 80, do mesmo diretor de “Mesmo se nada der certo” (Begin again, 2014). A trama mostra, de forma original, garotos formando uma banda de rock e a relação desse processo com seus próprios dramas. Possui uma trilha sonora mais do que emocionante para os amantes dos anos 80, com direito a The Cure, Starship, Genesis, Tears for fears, Spandau Ballet, Daryl Hall & John Oates, entre outros.

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