Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)
Por certo a diretora Cathy Yan dá um exemplo de condução e o filme não se perde e nem cansativo fica. Em Aves de Rapina (2020) é vibrante. Confira nossa resenha.
Por certo a diretora Cathy Yan dá um exemplo de condução e o filme não se perde e nem cansativo fica. Em Aves de Rapina (2020) é vibrante. Confira nossa resenha.
Sophie é enfeitiçada por uma Bruxa que transforma-a numa velha senhora. Sem muitas opções, ela acaba tendo que sair de casa em busca de uma forma de quebrar essa maldição. Sabendo que a região tem fama de possuir feiticeiros e bruxas, ela inicia sua jornada por uma trilha pelas montanhas, onde acaba encontrando o magnífico castelo enfeitiçado de Howl, uma geringonça ambulante que volta e meia passava andando pelas localidades interioranas ao redor da cidade.
Todos os filmes de Clint Eastwood são especiais. Como diretor ele é cuidadoso e merece muito respeito, assim vamos venerar também seu novo filme, A Mula (2018), que estreia na próxima quinta nos cinemas, tendo ele mesmo como ator principal. É inspirador ver que aos 88 anos de idade ele entregando mais um filme bacana e ainda no papel principal mostrando ser um excelente ator.

The Curse of La Llorona (EUA, 2019)
A premissa é sinistra: diz a lenda que, quando viva, uma mulher mexicana afogou seus filhos e depois, arrependida, se jogou no rio enquanto chorava desesperadamente. Agora ela chora eternamente e captura outras crianças. Ela ficou conhecida como “La Llorona” e, se você ouvir um choro de mulher vestida de noiva durante a madrugada, deve ser ela.
Dirigido por Michael Chaves, percebemos que houve um certo esforço para gerar bons momentos de suspense e susto. É um filme de terror americano que aproveita a presença mexicana por conta de alguns personagens e utiliza frases ditas em espanhol com uma sonoridade mais amedrontadora. O resultado fica entre o mediano e o bom, superior a outras produções ruins de terror como a própria A Freira (2018). Este aqui também tem a força de ter sido produzido por James Wan, o grande cineasta do universo Invocação do Mal. Uma pena que não possui cenas pós créditos, perdendo uma boa oportunidade de fazer novas conexões principalmente com o que vem por aí deste universo do James Wan.
A trama segue uma história de lenda urbana que se mostra real e remete à batalha da fé verdadeira contra o mal encarnado. Apresenta uma melhoria interessante quando vai se aproximando das cenas finais e o personagem Rafael, interpretado por Raymond Cruz, se mostra aquele coadjuvante que rouba a cena, inclusive responsável pelos momentos divertidos do filme. O restante do elenco deixou a desejar comparado a outros filmes do gênero, principalmente os dois filmes de Invocação do Mal que são superiores em todos os aspectos, é até desleal tentar comparar.
E olha como fica interessante! Invocação do Mal 3, previsto para setembro de 2020, será dirigido por Michael Chaves e produzido por James Wan, ou seja, este filme A Maldição da Chorona foi o estágio da parceria dos dois. Quero apostar no bom resultado para o terceiro filme de uma das melhores sequências de terror já feitas, mesmo com esse grande risco de não ter o James Wan como diretor.
Após a morte de sua esposa, o fotógrafo Fernando torna-se um homem calado e introspectivo. Ele vive cercado de objetos pessoais da falecida até descobrir, em uma fita VHS, uma surpresa que coloca em dúvida o amor da esposa por ele. A partir de então Fernando decide investigar a verdade por trás destas imagens.
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