Era uma Vez em… Hollywood (2019)
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
O livro de Frank Herbert foi comparado a Senhor dos Anéis por Arthur C. Clarke. Ainda mais apaixonante foi a declaração de Neil Gaiman: "Duna é o melhor dos grandes romances de ficção científica, e o que mais se manteve relevante". Neste ano ainda pandêmico, Denis Villeneuve, aclamado por excelentes filmes como Incêndios (2010), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017), entrega a sua versão de Duna para o cinema.
Eu indico A Fraternidade é Vermelha (Polônia / França /

The Curse of La Llorona (EUA, 2019)
A premissa é sinistra: diz a lenda que, quando viva, uma mulher mexicana afogou seus filhos e depois, arrependida, se jogou no rio enquanto chorava desesperadamente. Agora ela chora eternamente e captura outras crianças. Ela ficou conhecida como “La Llorona” e, se você ouvir um choro de mulher vestida de noiva durante a madrugada, deve ser ela.
Dirigido por Michael Chaves, percebemos que houve um certo esforço para gerar bons momentos de suspense e susto. É um filme de terror americano que aproveita a presença mexicana por conta de alguns personagens e utiliza frases ditas em espanhol com uma sonoridade mais amedrontadora. O resultado fica entre o mediano e o bom, superior a outras produções ruins de terror como a própria A Freira (2018). Este aqui também tem a força de ter sido produzido por James Wan, o grande cineasta do universo Invocação do Mal. Uma pena que não possui cenas pós créditos, perdendo uma boa oportunidade de fazer novas conexões principalmente com o que vem por aí deste universo do James Wan.
A trama segue uma história de lenda urbana que se mostra real e remete à batalha da fé verdadeira contra o mal encarnado. Apresenta uma melhoria interessante quando vai se aproximando das cenas finais e o personagem Rafael, interpretado por Raymond Cruz, se mostra aquele coadjuvante que rouba a cena, inclusive responsável pelos momentos divertidos do filme. O restante do elenco deixou a desejar comparado a outros filmes do gênero, principalmente os dois filmes de Invocação do Mal que são superiores em todos os aspectos, é até desleal tentar comparar.
E olha como fica interessante! Invocação do Mal 3, previsto para setembro de 2020, será dirigido por Michael Chaves e produzido por James Wan, ou seja, este filme A Maldição da Chorona foi o estágio da parceria dos dois. Quero apostar no bom resultado para o terceiro filme de uma das melhores sequências de terror já feitas, mesmo com esse grande risco de não ter o James Wan como diretor.
Blue Valentine, traduzido no Brasil para “Namorados Para Sempre”, conta a história de Cindy e Dean, casados há algum tempo e com uma filha. O casal passa por um momento de crise, vendo o relacionamento ser desmanchado aos poucos. Dispostos a seguir em frente, os dois tentam superar os problemas, buscando no passado e no presente os motivos que o mantiveram unidos até este momento e os fizeram se apaixonar um pelo outro.
Eu indico Coraline (EUA, 2008) O filme conta a história
Christine McPherson (Saoirse Ronan) está no último ano do ensino médio e o que mais deseja é ir fazer faculdade longe de Sacramento, Califórnia, ideia firmemente rejeitada por sua mãe (Laurie Metcalf). Lady Bird, como a garota de forte personalidade exige ser chamada, não se dá por vencida e leva o plano de ir embora adiante mesmo assim. Enquanto sua hora não chega, ela se divide entre as obrigações estudantis no colégio católico, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com a progenitora. Escrito e dirigido por Greta Gerwig.
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