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Como o subtítulo já entrega, o foco é no vilão dessa franquia, que foi introduzido no final do primeiro filme. Johnny Depp, na pele de Grindelwald, é realmente um grande vilão. Diferente, porém tão assustador quanto Lord Voldemort. Ele é persuasivo, visionário, sabe convencer, encantar e se aproveitar do ponto fraco das pessoas em prol de seu propósito. O filme mostra bem a formação de um time do lado do vilão e um time do lado do bem, tendo Dumbledore do nosso lado como um grande orquestrador e o protagonista Newt Scamander com um grande papel, interpretado por Eddie Redmayne (sabemos que não poderia ser outro ator para esse papel). Newt é carismático em seu relacionamento com as pessoas e com os seus animais fantásticos, além de ser um grande bruxo, experiente nos conhecimentos e magias. O filme é repleto de bruxos talentosos, muitas magias e batalha entre eles, superando nesse quesito a franquia Harry Potter.

Alternando entre Londres e Paris do ano de 1927, com um visual e figurino impecáveis (será que vai faturar novamente como Melhor Figurino no nosso próximo Oscar, que está se aproximando?), o filme é muito agradável, ainda mais tendo cenas na tão desejada Hogwarts, que não foi exibida no primeiro. Muitas referências a Harry Potter (descubra você mesmo) e explicações dos primórdios do universo bruxo e a demonstração do mundo mágico. A direção de arte também ajuda, tendo cenas maravilhosas no Ministério da Magia Francês.

A personalidade de Dumbledore é aprofundada e, vamos admitir, foram mais ousados aqui, o que é bom. Jude Law está ótimo no papel! Percebemos bem a questão da escolha entre o lado bom ou ruim desde aquela época, inclusive com representantes do Ministério da Magia tentando controlar Dumbledore, em prol do lado inimigo.

Essa parceria entre o diretor e a escritora só tente a melhorar. David Yates vai dirigir os próximos 3 filmes e a escritora J. K. Rowling se mantem como roteirista. Parece que um dos filmes será gravado no Brasil.

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