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Em seu perfil no Instagram, Getúlio Felipe declara "O impossível não existe". Esse garoto brasileiro não andava até os 7 anos de idade, em virtude de uma paralisia cerebral. Inesperadamente, contrariando o que a medicina apontava, ele começou a dar os primeiros passos. Do mesmo modo, aos 14 anos, ainda com dificuldade em caminhar e sem as tão aguardadas cirurgias, "Getulinho" aceita o desafio de escalar uma das maiores montanhas da Itália, após convite do diretor Pedro McCardell que nos mostra essa jornada no documentário independente "Imparável" (Driven, 2021).

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Um grupos de amigos americanos, entre eles um casal com a relação desequilibrada, viajam para conhecer uma pequena vila sueca. No entanto, à medida que o tempo passa, o grupo começa a desconfiar quando os cultos da comunidade começam a se tornar mais aparentes. Dirigido por Ari Aster, o mesmo de Hereditário (2018).

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Cemitério Maldito (2019)

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A morte é algo natural, conforme dito por Louis Creed, um médico racional interpretado por Jason Clarke que vai sentir na pele a dor da perda. Tudo começa quando sua família se muda para uma nova casa, localizada nos arredores de um antigo cemitério amaldiçoado, usado para enterrar animais de estimação, mas que já foi usado para sepultamento de indígenas. Algumas coisas estranhas começam a acontecer, transformando a vida deles em um pesadelo. Essa é a sinopse do filme dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch.

Há 30 anos atrás tivemos o filme Cemitério Maldito (1989), dirigido pela Mary Lambert, baseado num dos livros mais assustadores de terror já escritos pelo mestre do gênero Stephen King. Agora temos este remake. Tive o prazer de ler a obra e recomendo muito para quem gosta de histórias de terror. O escritor consegue passar toda a sensação de desconforto com o medo e o horror que vem da perda e introduz uma criativa história envolvendo um cemitério que trás as pessoas e animais enterrados de volta à vida. A escrita de Stephen King é tão boa que a história acaba ficando plausível e arrepiante.

Aproveitando, confira nosso TOP 10 filmes baseados em livros de Stephen King, clicando aqui. Ficou bem caprichada essa lista!

Esse novo filme já ultrapassou US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais e custou US$ 21 milhões para ser produzido. Lucro! Mas não me agradou o resultado. Deixa muito a desejar a adaptação, que nem chega perto do impacto e conteúdo da obra e não considero melhor que a primeira adaptação. Serve para relembrar passagens legais da história para quem conhece, mas o filme de 1989 assombrou o suficiente e conseguiu uma fidelidade maior à obra, pecando apenas em não aprofundar a explicação do mal presente no enredo; neste ponto o novo filme acertou, introduzindo o demônio Wendigo, mas no geral buscou uma explicação mastigada do horror como um todo com cenas atropeladas. O ambiente do cemitério em si poderia ter sido mais caprichado também.

Mas vamos focar nos acertos! Este filme foi ousado em reinventar uma das cenas mais fortes do livro (e do primeiro filme), que envolve a primeira catástrofe para a família. Isso ficou interessante e manteve a lógica. Outro ponto positivo foi a atuação de John Lithgow como o velho Jud Crandall, personagem chave com garantia de grandes momentos em tela graças ao ator consagrado. A garotinha Ellie, interpretada pela Jeté Laurence, também está boa no papel. Uma das cenas mais legais envolve os dois, é pesada e bem parecida com a passagem no livro. Boa sorte!

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