O filme da minha vida (Brasil, 2017)
Até o momento, este filme representa o mais próximo que o cinema nacional pode chegar de Cinema Paradiso (Itália, 1988). A produção é baseado no livro "Um pai de cinema" de Antonio Skármeta, escritor chileno que também tem “O carteiro e o poeta”. Na história, o jovem Tony decide retornar a Remanso, Serra Gaúcha, sua cidade natal. Ao chegar, ele descobre que Nicolas, seu pai, voltou para França alegando sentir falta dos amigos e do país de origem. Tony acaba tornando-se professor e vê-se em meio aos conflitos e inexperiências juvenis.













[…] Acompanhando toda essa situação do ponto de vista de Ko Gun-Soo, acabamos até por sentir uma empatia por ele, mesmo após a sua decisão inicial de esconder o corpo. Junto a isso algumas cenas de ação bem elaboradas e muito mistério, com um diretor que consegue nos transportar para a realidade do filme e sentir a inquietação do protagonista, muitas idas e vindas sem descanso, o filme se torna uma divertida e incômoda atração. Lembrando que a Coreia do Sul está, em minha visão, na lista dos países com as melhores produções cinematográficas da atualidade. Recomendo conferir a lista de indicações que deixei no final da postagem sobre o filme coreano Eu Vi o Diabo (2010). […]
[…] – Eu Vi o Diabo […]