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Infiltrado na Klan (EUA, 2018)

A começar pela resumo da trama e sabendo que a direção é de Spike Lee, podemos esperar o melhor possível: em 1978, Ron Stallworth, um policial negro do Colorado, conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan local. Ele se comunicava com os outros membros do grupo por meio de telefonemas e cartas, quando precisava estar fisicamente presente enviava um outro policial branco no seu lugar. Depois de meses de investigação, Ron se tornou o líder da seita, sendo responsável por sabotar uma série de linchamentos e outros crimes de ódio orquestrados pelos racistas.

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Coração Satânico (1987)

Em 1955, na cidade de Nova York, o detetive particular Harry Angel (Mickey Rourke) é contratado pelo misterioso cliente Louis Cyphre (Robert De Niro) para encontrar um cantor, conhecido como Johnny Favorite, que sumiu há doze anos. O problema é que quanto mais se aprofunda na investigação, mais confuso Harry fica. Nesta jornada, Harry começa a enfrentar um mundo místico e tomar um caminho sem volta.

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A trama acompanha o detetive Ko Gun-Soo que, ao voltar do funeral de sua mãe, atropela um homem em uma estrada escura. Em um momento de desespero, o policial oculta o crime e tenta esconder o corpo. A partir disso, o detetive vai passar por várias situações complicadas. Escrito e dirigido por Kim Seong-hoon.

O Médico e o Monstro (“Dr Jekyll and Mr Hyde”, EUA, 1931)

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Dr Jekyll and Mr Hyde (EUA, 1931
O cientista Henry Jekyll, fascinado pela dualidade entre o bem e o mal, desenvolve um elixir que o transforma num perigoso assassino, que passa a ser conhecido como Sr. Hyde, revelando o lado sombrio que se esconde dentro dele. Dirigido por Rouben Mamoulian.
Doutor Jekyll e o Senhor Hyde:
No mesmo ano foram lançados “Frankenstein”, “Dracula” e “O Médico e o Monstro”, entrando para a lista dos primeiros grandes filmes de terror. Terror este que vem com toda uma temática de drama associada, servindo como um palco para discutir questões humanas. Para uma época onde o som praticamente acabava de surgir no cinema e não existiam recursos suficientes para grandes efeitos especiais, este filme surpreende. Contemplamos os efeitos durante as mudanças físicas do personagem principal, que se transforma num mostro bizarro, assim como a mudança de comportamento deste, que ganha destaque na grande interpretação do ator Fredric March, que acabou levando o Oscar de Melhor ator, dividindo o prêmio com Wallace Beery (“O Campeão”) por conta da diferença de apenas um voto (na época isto era considerado um empate na categoria). Complementando, temos a ótima fotografia de Karl Struss, na produção de Adolph Zukor (que também foi o produtor da versão anterior, de 1920) e, por fim, um diretor respeitado e ousado, Rouben Mamoulian, adaptando para as telas um grande clássico sobre a dualidade da alma humana, escrito por Robert Louis Stevenson: “The Strange Case of Dr. Jekyll and Mr. Hyde”, publicado em 1886.
O resultado, considerado bem fiel à proposta da obra escrita, discute a existência do bem e do mal dentro de cada pessoa. A transformação da personalidade fica bem representada nas mudanças da voz, na expressão corporal (com direto a um pouco de acrobacias), nos gritos, violência e falta de cuidado e educação com os outros, contradizendo exageradamente com o Dr Jekyll, sempre gentil, bondoso e cuidadoso com as pessoas. Com grandes enquadramentos e movimentos de câmera, ficou fácil contemplar o filme. Logo no início podemos perceber a originalidade no uso da técnica de mostrar a visão da perspectiva do médico. Em outros momentos, a exibição de 2 cenas ao mesmo tempo – com a tela dividida – também se tratou de uma das primeiras inovações do tipo.
Somente no final da década de 60 o diretor revelou como os efeitos foram produzidos. Ao que parece, a equipe de maquiagem da Paramount construiu uma prótese para o personagem do Sr. Hyde, e os efeitos para a transformação usavam manipulação de uma série de filtros de cores na frente da lente da câmera. Durante a primeira cena da transformação, os ruídos que acompanham a trilha sonora incluem um sino soando ao fundo e supostamente uma gravação com a batida do coração do diretor Rouben Mamoulian. Incrível e original.

“São as coisas que não podemos fazer que sempre me seduzem”
Dr. Jekyll (Mr. Hyde?)
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Fontes:
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