Traídos pelo Desejo (“The Crying Game”, 1992)
Eu indico The Crying Game (Reino Unido / Irlanda /
Eu indico The Crying Game (Reino Unido / Irlanda /
Após a morte de um amigo, Bob Garfield visita sua cidade quando era uma criança e começa a relembrar seu passado. Nessa época, quando tinha apenas 11 anos, apareceu em sua vida um senhor misterioso chamado Ted Brautigan. Entretanto, é com a amizade e atenção de Ted que Bobby aprende a ter uma outra visão de seu falecido pai, bem como as possibilidades que a vida lhe oferecia na época. Escrito por William Goldman e dirigido por Scott Hicks.
No calor do verão, uma casa isolada no campo, entre bosques e campos de milho. Gêmeos de dez anos de idade esperam por sua mãe. Quando ela volta, com a cabeça envolta em ataduras após uma cirurgia plástica, nada é como era antes. Severa e distante, ela fecha a família para o mundo exterior. Começando a duvidar que esta mulher é realmente sua mãe, os meninos estão determinados a encontrar a verdade de qualquer maneira. Dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz.

The Predator (EUA, 2018)
De volta às telonas o predador mais querido dos cinemas! Ou melhor, o mais temido. Ninguém esquece o primeiro, de 1987, com o Arnold Schwarzenegger tentando sobreviver ao predador: um clássico! O segundo filme (de 1990) se passa 10 anos depois do primeiro e tem o Danny Glover como protagonista enfrentando alguns predadores. Vamos pular os dois derivados (Alien vs. Predador) que não funcionaram bem e aí temos Predadores (2010). Então, podemos dizer que este novo filme é o quarto da saga e, como pode ser percebido no enredo, é a terceira visita do predador à Terra.
A fórmula é a mesma: temos que sobreviver a um predador perfeito. É um grande filme que explora situações de caça. Aliás, o conceito de predador tem relação com uma criatura que caça a presa para sobreviver, mas aqui temos na verdade um caçador violento, que parece matar também por esporte. Experiente, cheio de artefatos e tecnologia avançada que garantem tanto uma melhor caça quanto uma auto proteção quando ameaçado. E uma das coisas mais legais na saga – mantida aqui – são essas armas. Resumindo, temos um exército de seres humanos contra essa criatura que dá um show em termos de batalha. Pode não ser um filme com bom conteúdo, e nem original, mas é um grande filme de ação com doses de comédia clichê (que agrada).
Liderados pelo veterano de guerra Quinn McKenna (Boyd Holbrook, que deu conta do recado como protagonista), um grupo de desajustados e quase lunáticos soldados americanos (que se conhecem por acaso) decidem enfrentar a criatura pelo bem da humanidade, junto com uma professora de ciências (Olivia Munn) que encara com bravura toda a situação e o garoto prodígio (filho de McKenna) interpretado pelo carismático Jacob Tremblay, o garotinho de O Quarto de Jack (2015) e Extraordinário (2017). A sinergia desse grupo ficou bem legal e só assim mesmo para ter algum chance contra um predador perfeito.
A direção de Shane Black pareceu ser essencial e conseguiu trazer elementos dos filmes anteriores (inclusive temos parte do filme na selva como ambiente de batalha e parte na cidade em meio ao Halloween) e funciona como uma nova temporada, com boas referências e um pouquinho só de novidade com abertura para mais sequência. O predador em si está quase onipotente e dá medo e gosto ver ele se virando nas cenas de batalha. A estética de sua aparência, armadura e artefatos ficou bacana (soube que a vestimenta utilizada pesa em torno de 30kg e precisou de um esquema de ventilação para os atores por baixo da armadura terem menos desconforto). O diretor optou por uma boa dose de violência, um pouco de humor negro e muitos personagens. Apesar de não se aprofundar em quase nenhum dos personagens, no geral a maioria ficou bem no contexto.
Filmado durante 12 anos (começou em 2002), este filme é um retrato dessas experiências, da infância até a juventude, focada na vida de um garoto. O diretor Richard Linklater manteve os mesmos atores durante os 12 anos de produção, cada ano reunia a todos e filmava um pouco mais.
Depois que Brian e Mia se aposentaram, e o resto da equipe foi exonerado, Dom e Letty estão em lua de mel e levam uma vida pacata e completamente normal. Mas a adrenalina do passado acaba voltando com tudo quando uma mulher misteriosa faz com que Dom retorne ao mundo do crime e da velocidade. Dirigido por F. Gary Gray.
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
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