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O filme se passa em Paris, anos 60, onde o diretor Jean-Luc Godard (Louis Garrel) e a atriz Anne Wiazemsky (Stacy Martin) começaram a viver um romance e, futuramente, por decisão dela, a história dos dois é contada. A direção e roteiro fica por conta de Michel Hazanavicius, que venceu o Oscar com o filme O Artista (2012).

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Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)
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Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N' Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida.

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O Predador (2018)

The Predator (EUA, 2018)

De volta às telonas o predador mais querido dos cinemas! Ou melhor, o mais temido. Ninguém esquece o primeiro, de 1987, com o Arnold Schwarzenegger tentando sobreviver ao predador: um clássico! O segundo filme (de 1990) se passa 10 anos depois do primeiro e tem o Danny Glover como protagonista enfrentando alguns predadores. Vamos pular os dois derivados (Alien vs. Predador) que não funcionaram bem e aí temos Predadores (2010). Então, podemos dizer que este novo filme é o quarto da saga e, como pode ser percebido no enredo, é a terceira visita do predador à Terra.

A fórmula é a mesma: temos que sobreviver a um predador perfeito. É um grande filme que explora situações de caça. Aliás, o conceito de predador tem relação com uma criatura que caça a presa para sobreviver, mas aqui temos na verdade um caçador violento, que parece matar também por esporte. Experiente, cheio de artefatos e tecnologia avançada que garantem tanto uma melhor caça quanto uma auto proteção quando ameaçado. E uma das coisas mais legais na saga – mantida aqui – são essas armas. Resumindo, temos um exército de seres humanos contra essa criatura que dá um show em termos de batalha. Pode não ser um filme com bom conteúdo, e nem original, mas é um grande filme de ação com doses de comédia clichê (que agrada).

Liderados pelo veterano de guerra Quinn McKenna (Boyd Holbrook, que deu conta do recado como protagonista), um grupo de desajustados e quase lunáticos soldados americanos (que se conhecem por acaso) decidem enfrentar a criatura pelo bem da humanidade, junto com uma professora de ciências (Olivia Munn) que encara com bravura toda a situação e o garoto prodígio (filho de McKenna) interpretado pelo carismático Jacob Tremblay, o garotinho de O Quarto de Jack (2015) e Extraordinário (2017). A sinergia desse grupo ficou bem legal e só assim mesmo para ter algum chance contra um predador perfeito.

A direção de Shane Black pareceu ser essencial e conseguiu trazer elementos dos filmes anteriores (inclusive temos parte do filme na selva como ambiente de batalha e parte na cidade em meio ao Halloween) e funciona como uma nova temporada, com boas referências e um pouquinho só de novidade com abertura para mais sequência. O predador em si está quase onipotente e dá medo e gosto ver ele se virando nas cenas de batalha. A estética de sua aparência, armadura e artefatos ficou bacana (soube que a vestimenta utilizada pesa em torno de 30kg e precisou de um esquema de ventilação para os atores por baixo da armadura terem menos desconforto). O diretor optou por uma boa dose de violência, um pouco de humor negro e muitos personagens. Apesar de não se aprofundar em quase nenhum dos personagens, no geral a maioria ficou bem no contexto.

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