Search

Você pode gostar disso:

moustachesecret
Proteção: filme nacional chegando… sobre epidemia
Animação Drama Filmes Na pré

Proteção: filme nacional chegando… sobre epidemia

O filme nacional Proteção, impactado pelo atual cenário de pandemia, é uma ficção científica que discorre justamente sobre uma epidemia... uma epidemia intitulada como a "peste branca". Promete render boas discussões ao jogar o espectador num dilema: "Você entregaria a cura para salvar a vida do seu inimigo?". Roteiro e direção de Alberto Sena.

cryingmoney
Love (França, 2015)
Animação Drama Filmes Na pré

Love (França, 2015)

Murphy (Karl Glusman), é um estudante de cinema americano que mora em Paris. Lá ele conhece a jovem Electra (Aomi Muyock), com quem vive um amor profundo de dois anos que mudou sua vida. Agora, casado com outra (Klara Kristin) e com um filho, ele recebe uma ligação da ex-sogra, o que o leva a relembrar vários momento de sua relação. Dirigido por Gaspar Noé.

Animação Drama Filmes Na pré

As Aventuras do Príncipe Achmed (Alemanha, 1926)

Eu indico As Aventuras do Príncipe Achmed (Alemanha, 1926) Um

cryingtongue

Isle of Dogs (2018)

Isle of Dogs (Alemanha / EUA, 2018)

Em um futuro próximo, no Japão, uma epidemia dizimou parte da população canina, promovendo uma onda de histeria anti-cachorros. Um governante autoritário se aproveita da situação para se promover e decide banir todos os cachorros para a “Ilha do Lixo”, onde eles terão de lutar para sobreviver. Contudo, existe um movimento a favor dos animais e um dos donos, Atari, de 12 anos, decide embarcar em uma corajosa jornada até a ilha em busca de seu amado cachorro Spot.

Sobre homens e cachorros:

Wes Anderson junta personagens cachorros e humanos nessa animação que leva o stop motion a um patamar jamais visto antes. Seu trabalho é impecável, detalhista e com uma mistura de sombras, cores (e falta delas) e alternância de tons que deixa a parte visual excepcional. Melhor ainda por se passar 20 anos no futuro, assim o diretor pôde ser ainda mais criativo com os cenários. Para quem tem muita energia para contemplar, é ótimo acompanhar a alternância com cenas em preto e branco em forma de desenho clássico, passado e presente, elementos do teatro japonês, etc. Com isso ele acrescenta uma composição de sons ao estilo oriental com direto ao taikô (tambores japoneses) e músicas como a maravilhosa I Won’t Hurt You, da banda americana de rock psicodélico dos anos 60 chamada The West Coast Pop Art Experimental Band.

Uma grande sacada foi colocar a narração e a fala dos cães em inglês, contudo quase todos os personagens humanos são japoneses e suas falam estão sem legendas, apesar de algumas traduções simultâneas para o espectador não se perder. Isso gera situações engraçadas e potencializa a sensação da forma como a comunicação entre pessoas e cães se resolve, muitas vezes com gestos ou pura percepção.

A animação é tanto para crianças quanto adultos. Existem muitas cenas sombrias e tristes, mas também alguns alívios cômicos bem legais principalmente durante a jornada dos cães na ilha. O time de cães que se forma para ajudar o garotinho Atari a encontrar o seu melhor amigo é tanto envolvente quanto improvável. No final das contas é um filme bastante humano mesmo com um destaque para os bichos. Interessante como os cachorros passam a se comportar na ilha, com suas próprias regras para tentar chegar a um consenso sobre pequenas situações, através do voto que passa a parecer cada vez mais dispensável no grupo. Esse comportamento deixa uma marca no grupo e chega a ser curioso e engraçado, ainda mais com frases de efeito adequadas para cães como “pare de lamber suas feridas” ou “enforcado com a própria coleira”. A saga dos amigos de última hora junto ao garoto é comovente, assim como a conclusão dessa aventura. Existe também um movimento interessante entre os humanos a favor dos animais, contra um governo que se declara averso a opiniões divergentes.

As dublagens estão ótimas por Scarlett Johansson (Nutmeg), Bill Murray (Boss), Jeff Goldblum (Duke), Edward Norton (Rex) e Bryan Cranston (Chief). Atores gigantes se mostrando excelentes dubladores!

Wes Anderson e suas criações

Wes Anderson, após O Grande Hotel Budapeste (2014), Os Excêntricos Tenenbaums (2001) e outra grande animação em stop motion chamada O Fantástico Senhor Raposo (2009), que também faz sua metáfora para com a humanidade, se afirma então como um diretor competente, um pouco excêntrico e provocativo.

Tags Relacionadas animação stop motion, crítica, crítica ilha dos cachorros, crítica Isle of Dogs, filme animação, filme cachorros, filme cães, filme ilha dos cachorros, filme Isle of Dogs, ilha dos cachorros, Isle of Dogs, resenha, resenha ilha dos cachorros, resenha Isle of Dogs, stop motion, Wes Anderson
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

Artigas: La Redota

Eu indico Artigas: La Redota (Uruguai, 2011) Em 1884, o

coolstarangrypunk
Poltergeist: O Fenômeno (1982)
Favoritos

Poltergeist: O Fenômeno (1982)

Uma típica família americana vive o famoso sonho americano, moram na casa dos sonhos, numa cidade pequena e com espaço para uma piscina. Mas logo a família Freeling começa a presenciar fenômenos psíquicos, que a princípio parecem ser inofensivos, mas que cada vez se tornam mais aterrorizantes até que uma entidade “sequestra” a pequena Carol Anne (Heather O'Rourke) e tudo vira um inferno.

Filmes

Traídos pelo Desejo (“The Crying Game”, 1992)

Eu indico The Crying Game (Reino Unido /  Irlanda /

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário