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Duna (2021): adaptação épica a ser vista no cinema
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Duna (2021): adaptação épica a ser vista no cinema

O livro de Frank Herbert foi comparado a Senhor dos Anéis por Arthur C. Clarke. Ainda mais apaixonante foi a declaração de Neil Gaiman: "Duna é o melhor dos grandes romances de ficção científica, e o que mais se manteve relevante". Neste ano ainda pandêmico, Denis Villeneuve, aclamado por excelentes filmes como Incêndios (2010), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017), entrega a sua versão de Duna para o cinema.

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O Predador (2018)
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O Predador (2018)

Um menino encontra o equipamento de um Predador e acidentalmente dispara um alerta que os traz de volta à Terra. Os caçadores mais letais do universo se atualizaram geneticamente com DNA de outras espécies alienígenas e apenas um grupo de ex-soldados, junto com uma professora de ciências descontente, pode parar os caçadores antes que todos se tornem suas presas. Dirigido por Shane Black.

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Jogador Nº 1 (2018)
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Jogador Nº 1 (2018)

O ano é 2045. Em Columbus, Ohio, vive Wade Watts (Tye Sheridan), jovem que se vê preso a um mundo onde em vez de resolver os problemas, as pessoas apenas sobrevivem a eles. Morando sob o mesmo teto de sua tia Alice, constantemente vítima de seus detestáveis companheiros perdedores, o garoto encontra a fuga deste ambiente na realidade virtual do jogo OASIS. Dirigido por Steven Spielberg. Resenha SEM spoilers.

Traídos pelo Desejo (“The Crying Game”, 1992)

Eu indico
The Crying Game (Reino Unido /  Irlanda / Japão, 1992)
Fergus (Stephen Rea), um membro do IRA (Exército Republicano Irlandês), juntamente com outros companheiros terroristas, sequestram o soldado britânico Jody (Forest Whitaker). Eles mantém o soldado em cativeiro e pedem um resgate por ele. Se não forem atendidos em três dias, Jody será executado. Fergus fica encarregado de guardar Jody e acaba desenvolvendo uma amizade com este. Direção e roteiro de Neil Jordan.
A fábula do escorpião e da rã:
A sinopse acima é na verdade uma introdução do que pode ser visto neste surpreendente filme, indicado a seis Oscar: melhor filme, edição, ator (Stephen Rea), ator coadjuvante (Jaye Davidson), diretor e roteiro original (de Neil Jordan), sendo que venceu neste último. Talvez se não tivesse disputado com grandes filmes de 1992, como Os Imperdoáveis (de Clint Eastwood) e Perfume de Mulher (de Martin Brest), mais estatuetas seriam conquistadas. É até admissível que Os Imperdoáveis tenha recebido os prêmios de melhor filme e direção, assim como Al Pacino, quase imbatível no papel, como melhor ator em Perfume de Mulher. Entretanto, por mais que respeitemos a atuação memorável de Gene Hackman por Os Imperdoáveis, levando o prêmio de melhor ator coadjuvante, foi uma grande injustiça o Oscar não ter premiado o ator Jaye Davidson pelo papel de Dil, um ator de pouca visibilidade e que só chegou a atuar em 5 filmes. Seu papel neste é controverso, difícil para qualquer um. De um mero coadjuvante, o personagem Dil pode se tornar o principal centro de atenção do espectador, muito pela atuação excepcional do ator Jaye Davidson.
Este é um filme enigmático e surpreendente em muitos momentos, podendo causar um choque nas pessoas mais sensíveis. Pelo menos quanto a isso o reconhecimento do Oscar foi justo (melhor roteiro original). A fábula do escorpião e da rã, que Jody (soldado inglês sequestrado) conta à Fergus (seu carcereiro) é a metáfora que melhor representa o filme. Jody é interpretado por mais um grande ator, Forest Whitaker, que merecia pelo menos uma indicação, mas também foi injustiçado. O título original “The Crying Game” (algo como “O Jogo das Lágrimas”) é o título de uma canção que Dil está cantando quando Fergus a encontra em Londres, canção de 1960 do inglês Dave Berry, regravada por Boy George. A trilha sonora em si é mais um ponto forte, com a produção musical de Anne Dudley e da banda Pet Shop Boys.
O destino, como se estivesse escrito, trilha os caminhos de Fergus, já que ele é o protagonista, ponto central da história. Mas o que entendemos é que a sua natureza o faz dono de seu destino, suas escolhas estão amarradas ao que ele é de fato, algo que ele aprendeu com Jody. Stephen Rea como Fergus surpreende, um membro do IRA, experiente, mas com uma certa sensibilidade. Difícil de ser interpretado com seus comportamentos, a princípio, controversos, aos poucos mostra o que ele é realmente. Sempre voltamos ao que o personagem de Forest Whitaker disse, quando eles se aproximaram no momento mais atípico possível. A partir daí nos deparamos com envolvimentos amorosos, conturbações e interrupções regadas por questões de opção sexual, preconceito e valores pessoais, principalmente através de Fergus que vai se revelando aos poucos, criando uma relação de dependência com Dil que vai nortear o clímax do filme.
Cena do filme que mostra o retrato na carteira de
Jody (Forest Whitaker, à direita), junto com Dil (Jaye Davidson)
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Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/The_Crying_Game

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