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Era uma Vez em… Hollywood (2019)
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Era uma Vez em… Hollywood (2019)

Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.

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Desencanto (1945)
Filmes

Desencanto (1945)

Laura (Celia Johnson) e Alec (Trevor Howard) se conhecem por acaso em uma estação de trem, quando ele remove um cisco do olho dela. Ele é médico, ela é dona de casa. Ambos são de classe média, têm meia-idade e são razoavelmente felizes em seus casamentos. Em pouco tempo passam a se encontrar todas as quintas-feiras, mas apenas como bons amigos. Gradativamente surge uma paixão mútua e eles continuam a se encontrar regularmente, apesar de saberem que este amor é impossível. Dirigido por David Lean.

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A primeira vez do cinema brasileiro (Brasil, 2012)
Filmes

A primeira vez do cinema brasileiro (Brasil, 2012)

O documentário parte do filme “Coisas Eróticas”, primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há pouco mais de trinta anos atrás a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, o filme marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos. Dirigido por Bruno Graziano, Denise Godinho e Hugo Moura.

Síndrome de Caim (“Raising Cain”)

Eu indico
Síndrome de Caim (EUA, 1992)

Charles Nix (John Lithgow) é um famoso psicólogo infantil. É obcecado pelo comportamento da filha. Sua esposa Jenny (Lolita Davidovich) está tendo um romance extra-conjugal com uma antiga paixão da adolescência (Steven Bauer). Quando a polícia reporta uma série de seqüestros de crianças na localidade, Jenny passa a ter que voltar suas atenções para o lar e encarar a possibilidade de que seu marido está tentando recriar os experimentos científicos do seu sogro.

“De Mented”, “De Ranged”, “De Ceptive”, De Palma:
Brian De Palma dirige este suspense e aplica os elementos essenciais de sua marca: pregando peças no espectador quando mostra novamente algumas cenas, só que num ângulo ou narração diferente, um diferente que faz toda diferença e vai aos poucos dando sentido à trama; aplicando a arte de assustar, aproveitando algumas situações para pegar o espectador de surpresa; usando os sonhos e pensamentos dos personagens, chegando um momento em que ficamos na expectativa se o que está acontecendo é mesmo a realidade; e aplicando algumas cenas longas e tensas, onde tudo começa tranqüilo e termina bem diferente. Com um bom roteiro e boa utilização de movimentos de câmera e essas famosas manipulações temporais que o diretor realiza, temos um filme interessante, bem ao estilo De Palma.
Para incrementar – e muito – o resultado do filme, temos um perfeito John Lithgow na pele do personagem principal, na realidade interpretando ao todo 5 papéis bem diferentes, dando uma visão prática do transtorno dissociativo de personalidade. Incrível não ter recebido alguma premiação pelo papel, embora em 2010 tenha recebido o Golden Globe de melhor ator coadjuvante e o Emmy de melhor ator convidado, pela atuação na série Dexter (ele faz o assassino Trinity na quarta temporada).
A Síndrome de Caim:
A vida de Caim e Abel é um exemplo de como duas pessoas criadas de maneira igual, se transformam mais tarde em pessoas completamente diferentes. Em um deles vemos a humildade e em outro soberba. Quando temos um problema, uma situação difícil, se tivéssemos o poder de mudar a situação, com certeza o faríamos. Mas cada pessoa pode fazer uma escolha diferente. Essa diferença de personalidade é tratada no filme, que tem um cunho psicológico e mostra diferentes personalidades numa mesma pessoa, a partir de uma experiência provocada. E o melhor de tudo é que o assunto toma proporções maiores no filme, como assassinatos e seqüestros de crianças.

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John Wick 4: Baba Yaga (2023) – Keanu Reeves em seu ápice
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John Wick 4: Baba Yaga (2023) – Keanu Reeves em seu ápice

De acordo com o folclore russo, Baba Yaga é uma entidade poderosa e temida. Algo como a bruxa da floresta, tão misteriosa que pode ser vista como boa ou como má. Lembra alguém? O personagem John Wick foi apelidado assim pelos russos e, agora, o quarto filme da franquia recebe "Baba Yaga" em seu subtítulo. Sem dúvida, interessante, pois nos primórdios da franquia vemos o John como um marido dedicado e muito apegado ao seu cachorro; depois conhecemos o assassino implacável que segue até esse momento. Todos temos um lado bom e ruim, mas não queira mexer com o lado ruim de John Wick. Confira nossa resenha "sem spoilers" de John Wick 4: Baba Yaga (2023).

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Holy Motors (França, 2012)
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Holy Motors (França / Alemanha, 2012)Oscar (Denis Lavant) transita solitário em vidas paralelas, atuando como chefe, assassino, mendigo, monstro, pai... Mergulha profundamente em cada um dos papéis e é transportado por Paris e arredores em uma luxuosa limusine, comandada pela loira Céline (Edith Scob). Ele é um homem em busca da beleza do movimento, da força motriz, das mulheres e dos fantasmas de sua vida. Dirigido por Leos Carax.

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Coraline e o Mundo Secreto (“Coraline”)

Eu indico Coraline (EUA, 2008) O filme conta a história

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