Search

Você pode gostar disso:

happy
TOP 10 filmes lançados em 2018
Filmes

TOP 10 filmes lançados em 2018

Nossa lista anual é sempre disponibilizada perto ou logo após o Oscar. Os 10 melhores do ano passado para você concordar, discordar ou correr para assistir! Alguns deles possuem resenha aqui no site, é só clicar no título. Dessa vez tivemos metade da lista com filmes não americanos, sendo 2 brasileiros, 1 mexicano, 1 francês e 1 coreano.

Filmes

Paris, Texas (1984)

Eu indico Paris, Texas (França / Alemanha / EUA) Travis

Vestígios do cinema em Rio de Contas (Bahia)
Filmes

Vestígios do cinema em Rio de Contas (Bahia)

Rio de Contas é a minha cidade preferida da Chapada Diamantina, que fica no coração da Bahia. Aproveitei a terceira vez que fui na cidade, recentemente, e procurei por espaços e coisas relacionadas com o cinema. E olha que encontrei duas coisas legais! Após descobrir esses vestígios do cinema, a cidade ficou ainda mais encantadora para mim, e percebi que podemos caçar e encontrar essas coisas de cinema em qualquer lugar do Brasil, como se tivéssemos procurando diamantes, como faziam os garimpeiros na região da Chapada Diamantina.

Anna dos 6 aos 18 (Rússia, 1993)

Eu indico
Anna: Ot shesti do vosemnadtsati (Rússia, 1993)
O diretor Nikita Mikhalkov mostra a evolução de sua filha Anna dos 6 aos 18 anos – e, paralelamente, a história da União Soviética durante esse período. Uma vez por ano, ao longo de 12 anos, ele filma a filha e lhe pergunta o que ela mais ama, o que ela mais odeia, o que ela teme, etc, gerando um documentário sobre os últimos anos do império soviético até a sua explosão.
13 anos de Rússia:
Foram 13 anos para completar este documentário. O diretor Nikita Mikhalkov e sua filha Anna são os personagens reais que acompanhamos através de trechos rodados ao longo deste tempo, tempo no qual ocorreu o fim da União Soviética (de 1980 a 1991). A cada ano quem está à frente da câmera é a sua filha, desde a infância até a juventude, e através de suas respostas e dos comentários do diretor, se constrói uma narrativa bem realista sobre a ex-União Soviética, com uma crítica severa à própria nação.
Projeto pessoal de grande valor e originalidade, considerando também que a filmagem foi clandestina, os rolos de filmes e equipamentos eram obtidos no mercado negro e a edição tinha algumas limitações, mas o resultado é grande para um documentário. A narrativa nem fica cansativa. Para quem gosta de História, é essencial.
Durante a narrativa, o diretor nos apresenta um de seus filmes anteriores, no qual um garoto vivencia o velho império russo, servindo então de comparativo com a vida real de sua filha Anna, que vive parte do império soviético. Anna começa sendo entrevistada numa época de grande censura, e logo aos 7 dá uma resposta interessante ao questionamento “o que você mais deseja?”, dizendo: “conseguir dar boas respostas”. Já em outro momento ela responde sobre o que mais odeia: “discussões em família, ou de qualquer tipo… uma discussão pode levar o mundo à guerra”. O filme passa também pela época da “Perestroika”, uma política introduzida na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas por Mikhail Gorbachev, em 1985, dando uma ideia de reestruturação (abertura) econômica. A reação da menina acaba sempre espelhando a realidade do país.
Apoiado por Sergei Miroshnichenko no roteiro, Nikita Mikhalkov explora muitas cenas com os encontros oficiais dos líderes comunistas, muita referência a Lênin, Stálin, Brejnev, Chernenko, Gorbachev, Yeltsin, entre outros, mostrando as falhas, incapacidades ou descaso deles, mesmo diante das crises que assolavam a economia. É interessante perceber que a Rússia de hoje é fruto desta conjuntura histórica e que gera tantas decepções, podemos até conferir isso em outro filme russo, do diretor Andrey Zvyagintsev, favorito ao prêmio do Oscar desde ano, para a categoria de melhor filme estrangeiro: Leviatã (2014), que já levou o Globo de Ouro. Este é um drama que trás uma visão atual e sem filtros da corrupção e injustiça em torno do Estado Russo.
Muito pertinente, também, logo na introdução, a clareza em mostrar que o país perdeu a ligação com Deus. Em muitos momentos as palavras do diretor expressam sua decepção e dão um grande significado ao contexto, como na passagem abaixo:

Nosso potencial aumentou muito, e portanto,
aparentemente, nosso conhecimento também.
Contudo, a ausência de Deus tornou este potencial 
e este conhecimento destrutivos.
Perdemos o respeito pela vida e pela morte.
Transformamos a vida em seriado de TV, a morte em jogo de computador
e a aquisição em destruição.”
__________________________________
Fontes:
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

O incrível homem que encolheu (EUA, 1957)

Eu indico The Incredible Shrinking Man, EUA, 1957 Durante um

confusedangrypunk
Rare Exports: a Christmas Tale (Finlândia, 2010)
Terror

Rare Exports: a Christmas Tale (Finlândia, 2010)

Durante escavações no Monte Korvatunturi (Finlândia), um ser estranho é descoberto congelado. Os responsáveis pelo achado identificam-no como o verdadeiro Papai Noel e tentam vendê-lo. Misteriosamente as crianças da cidade começam a desaparecer, junto com fogões e aquecedores. Além disso, são encontradas dezenas de renas mortas e mutiladas. Dirigido por Jalmari Helander.

laughingangry
Invasores – Nenhum Sistema Está à Salvo (Alemanha, 2014)
Filmes

Invasores – Nenhum Sistema Está à Salvo (Alemanha, 2014)

Benjamin (Tom Schilling) é uma pessoa solitária. Sua vida se resume ao mundo virtual, onde pode ser quem desejar. Logo, ele se junta a um grupo de hackers em Berlim que provocam atividades divertidas em busca de fama e reconhecimento de outros hackers. Mas o que começa como um jogo, acaba se intensificando a algo perigoso entre o amor e a morte. Dirigido por Baran bo Odar.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário