Search

Você pode gostar disso:

cryingtongue
A Mula (2018)
Filmes

A Mula (2018)

Todos os filmes de Clint Eastwood são especiais. Como diretor ele é cuidadoso e merece muito respeito, assim vamos venerar também seu novo filme, A Mula (2018), que estreia na próxima quinta nos cinemas, tendo ele mesmo como ator principal. É inspirador ver que aos 88 anos de idade ele entregando mais um filme bacana e ainda no papel principal mostrando ser um excelente ator.

tongueangrypunk
Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (Suécia, 2019)
Filmes

Midsommar – O Mal Não Espera a Noite (Suécia, 2019)

Um grupos de amigos americanos, entre eles um casal com a relação desequilibrada, viajam para conhecer uma pequena vila sueca. No entanto, à medida que o tempo passa, o grupo começa a desconfiar quando os cultos da comunidade começam a se tornar mais aparentes. Dirigido por Ari Aster, o mesmo de Hereditário (2018).

cryingtongue
Bohemian Rhapsody (2018)
Filmes

Bohemian Rhapsody (2018)

Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.

Anna dos 6 aos 18 (Rússia, 1993)

Eu indico
Anna: Ot shesti do vosemnadtsati (Rússia, 1993)
O diretor Nikita Mikhalkov mostra a evolução de sua filha Anna dos 6 aos 18 anos – e, paralelamente, a história da União Soviética durante esse período. Uma vez por ano, ao longo de 12 anos, ele filma a filha e lhe pergunta o que ela mais ama, o que ela mais odeia, o que ela teme, etc, gerando um documentário sobre os últimos anos do império soviético até a sua explosão.
13 anos de Rússia:
Foram 13 anos para completar este documentário. O diretor Nikita Mikhalkov e sua filha Anna são os personagens reais que acompanhamos através de trechos rodados ao longo deste tempo, tempo no qual ocorreu o fim da União Soviética (de 1980 a 1991). A cada ano quem está à frente da câmera é a sua filha, desde a infância até a juventude, e através de suas respostas e dos comentários do diretor, se constrói uma narrativa bem realista sobre a ex-União Soviética, com uma crítica severa à própria nação.
Projeto pessoal de grande valor e originalidade, considerando também que a filmagem foi clandestina, os rolos de filmes e equipamentos eram obtidos no mercado negro e a edição tinha algumas limitações, mas o resultado é grande para um documentário. A narrativa nem fica cansativa. Para quem gosta de História, é essencial.
Durante a narrativa, o diretor nos apresenta um de seus filmes anteriores, no qual um garoto vivencia o velho império russo, servindo então de comparativo com a vida real de sua filha Anna, que vive parte do império soviético. Anna começa sendo entrevistada numa época de grande censura, e logo aos 7 dá uma resposta interessante ao questionamento “o que você mais deseja?”, dizendo: “conseguir dar boas respostas”. Já em outro momento ela responde sobre o que mais odeia: “discussões em família, ou de qualquer tipo… uma discussão pode levar o mundo à guerra”. O filme passa também pela época da “Perestroika”, uma política introduzida na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas por Mikhail Gorbachev, em 1985, dando uma ideia de reestruturação (abertura) econômica. A reação da menina acaba sempre espelhando a realidade do país.
Apoiado por Sergei Miroshnichenko no roteiro, Nikita Mikhalkov explora muitas cenas com os encontros oficiais dos líderes comunistas, muita referência a Lênin, Stálin, Brejnev, Chernenko, Gorbachev, Yeltsin, entre outros, mostrando as falhas, incapacidades ou descaso deles, mesmo diante das crises que assolavam a economia. É interessante perceber que a Rússia de hoje é fruto desta conjuntura histórica e que gera tantas decepções, podemos até conferir isso em outro filme russo, do diretor Andrey Zvyagintsev, favorito ao prêmio do Oscar desde ano, para a categoria de melhor filme estrangeiro: Leviatã (2014), que já levou o Globo de Ouro. Este é um drama que trás uma visão atual e sem filtros da corrupção e injustiça em torno do Estado Russo.
Muito pertinente, também, logo na introdução, a clareza em mostrar que o país perdeu a ligação com Deus. Em muitos momentos as palavras do diretor expressam sua decepção e dão um grande significado ao contexto, como na passagem abaixo:

“Nosso potencial aumentou muito, e portanto,
aparentemente, nosso conhecimento também.
Contudo, a ausência de Deus tornou este potencial 
e este conhecimento destrutivos.
Perdemos o respeito pela vida e pela morte.
Transformamos a vida em seriado de TV, a morte em jogo de computador
e a aquisição em destruição.”
__________________________________
Fontes:
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

laughingtongue
Atômica (2017)
Filmes

Atômica (2017)

A proposta é comum: espionagem, Guerra Fria, não confie em ninguém. Contudo, o enredo consegue ser atraente, a história se desenrola muito bem no roteiro de Kurt Johnstead e as cenas de ação são sensacionais e brutais, sendo postas no filme junto com músicas famosas dos anos 80 e 90. Afinal, o filme se passa em 1989, nessa transição entre duas décadas importantes na história. Os diálogos discutem de forma interessante a Guerra Fria e como os espiões foram importantes para evitar que essa guerra tomasse proporções catastróficas e estourasse como o efeito de uma bomba atômica. Mas bombástica no filme mesmo é a Charlize Theron, sua personagem é encaixada com facilidade nesse cenário onde a sobrevivência é constantemente ameaçada.

cryingsecret
Tolerância (Brasil, 2000)
Filmes

Tolerância (Brasil, 2000)

Júlio e Márcia são um casal que se permite viver possíveis atividades extraconjugais. Ele é seduzido pela amiga de sua filha enquanto passavam um fim de semana na sua casa de campo. Ao mesmo tempo, sua esposa, uma advogada sempre fiel, envolve-se com um cliente e confessa isso a Júlio. Dirigido por Carlos Gerbase.

tonguepunk
It: A Coisa (2017)
Filmes

It: A Coisa (2017)

Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário