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Um livro de cinema: “Surpeendente!”, de Maurício Gomyde
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Veja neste especial 5 motivos para você não deixar de ler! Quatro amigos fazem uma road trip até Pirenópolis, em Goiás, para produzir um filme. Pedro é o diretor, apaixonado por cinema e atormentado por um segredo que decide esconder dos amigos, ele está convencido de que tem a missão de usar o cinema como instrumento para melhorar o mundo.

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O Homem dos Olhos Esbugalhados (EUA, 1940)

Eu indico Stranger on the Third Floor (EUA, 1940) O

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G-Men Contra o Império do Crime (“G” Men, EUA, 1935)
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Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

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Despedida em grande estilo (2017)

Despedida em grande estilo (EUA, 2017)

Willie (Morgan Freeman), Joe (Michael Caine) e Albert (Alan Arkin) são amigos há décadas. Eles levam uma vida pacata, mas sofrem com problemas financeiros. Quando Willie testemunha o assalto milionário a um banco, decide chamar Joe e Albert para elaborarem o seu próprio assalto. É a vez de os idosos se rebelarem contra a exploração dos bancos. Dirigido por Zach Braff.

Um país decente precisa cuidar de seus idosos:

É algo que precisa ser visto, a junção de três veteranos, atores respeitados, premiados e que deixam grandes interpretações em seus filmes. Não dá para questionar a experiência em tela e o carisma que Michael Caine, Morgan Freeman e Alan Arkin apresentam nesta comédia que mostra quem são os verdadeiros ladrões, que não são os assaltantes de banco, mas sim os próprios bancos! Piadas leves e até críticas são passagens no filme, como um momento onde um senhor precisa esperar o atendimento pelo seu gerente com um dispositivo que vibra e brilha… mesmo quando não há fila. O personagem Joe (Michael Caine) é engraçado em sua naturalidade, como um senhor de idade que está enfrentando a injustiça de ter sua pensão, sua casa, etc, tomados pelo banco. Na verdade isso se estende aos três personagens que então resolvem, sem experiência alguma, bolar um plano de assalto ao banco, só para ter o equivalente a suas merecidas pensões, como uma questão de honra e sobrevivência digna. A partir disso, podem imaginar as situações divertidas que esse trio vai enfrentar. Quem está lá também – como coadjuvante – é o Christopher Lloyd (todos lembram do cientista em De volta para o futuro), bastante divertido como um velho senil.

O filme tem seu aspecto melancólico, pois vemos como a velhice chega a todos e como fica mais difícil enfrentar as injustiças. Mas para esses amigos, a chance de dar a volta por cima – e se divertir no processo – é uma forma de se sentirem mais vivos. É um filme leve, para distrair e sem grandes novidades. Podemos dizer que é uma espécie de mistura de Vida bandida (Bandits, 2001) com A qualquer custo (Hell or High Water, 2016, EUA), já que possui alguns aspectos importantes desses excelentes filmes. Nessa linha possui até um clímax bacana, com algumas surpresas, mas nada muito impactante que se compare de fato a outros filmes.

Mesmo com clichês e cenas que não chegam a ser hilárias e nem originais, é um pouco compensado pela atuação e carisma dos atores. É tão inusitado ver essas celebridades na pele de personagens em situações ridículas e, por outro lado, é tão exemplar o valor que os personagens demostram à amizade dos três.

Uma boa sacada foi mostrar uma cena, na TV, do filme Um dia de Cão (1975), justamente quando Al Pacino dá um show e grita por “Attica”, referenciando as vítimas inocentes da Rebelião de Attica em 1971, para que a polícia guarde as armas já que ele ali não passa de uma vítima, apesar de ser o assaltante da vez.

Tags Relacionadas al pacino, Alan Arkin, Christopher Lloyd, crítica, De volta para o futuro, filme, Michael Caine, Morgan Freeman, resenha, Vida bandida
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Em virtude de terem cometido pequenos delitos, cinco adolescentes são confinados no colégio em um sábado, com a tarefa de escrever uma redação de mil palavras sobre o que pensam de si mesmos. Apesar de serem pessoas completamente diferentes, enquanto o dia transcorre eles passam a aceitar uns aos outros, fazem várias confissões e tornam-se amigos. Dirigido por John Hughes.

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O filme conta a história de Leslie (Elizabeth Taylor), Bick (Rock Hudson) e Jett (James Dean). Bick conheceu Leslie quando foi a casa do pai dela comprar um cavalo premiado e os dois se apaixonaram. Eles se casam e vão para o Texas - terra de Bick - e lá constroem sua família, no rancho Reata. Ali perto mora Jett, que de certa forma é inimigo de Bick. A cada dia que passa os dois continuam se odiando, ainda mais quando Jett enriquece e se torna um magnata do petróleo. O filme aborda claramente a intolerância racial e é um épico imbatível que explora o assunto e defende o fim do racismo.

2 Comentários

  1. Existem vários filmes que são meus favoritos para a participacao de Morgan Freeman. Tambem Apenas O Começo eu meus favoritas. Parece fantástico que em um filme se pode ver a Morgan Freeman, Tommy Lee Jones, Rene Russo, Glenne Headly compartindo seus diferentes estilos de atuação. Aqui: https://br.hbomax.tv/movie/TTL608758/Apenas-O-Comeco Eu compartilho os horários das próximas transmissões, é uma produção que do começo ao fim vale muito a pena.

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    • Pamela, o meu favorito com o Morgan Freeman é Um Sonho de Liberdade (1994) até pelo fato deste ser um dos melhores filmes que eu já vi. Obrigado pela sua indicação 😉

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