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Louise Banks é uma linguista convocada pelo governo americano para um grande desafio incomum: dialogar com alienígenas de uma das doze naves que pousaram no planeta terra. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade. Dirigido por Denis Villeneuve.

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A presença de uma milícia em uma rua de classe média na zona sul de Recife muda a vida dos moradores do local. Ao mesmo tempo em que alguns comemoram a tranquilidade trazida pela segurança privada, outros passam por momentos de extrema tensão. Ao mesmo tempo, casada e mãe de duas crianças, Bia (Maeve Jinkings) tenta encontrar um modo de lidar com o barulhento cachorro de seu vizinho. Roteiro e direção de Kleber Mendonça Filho.

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Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

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A Mula (2018)

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Este filme é baseado numa história real que gerou o artigo do New York Times, “A Mula de Drogas de 90 Anos do Cartel de Sinola”, escrito por Sam Dolnick, onde um senhor de 90 anos vê seu lucrativo negócio de flores ir por água abaixo por conta das vendas online e, para fugir da falência, acaba trabalhando para um cartel transportando drogas.

Todos os filmes de Clint Eastwood são especiais. Como diretor ele é cuidadoso e merece muito respeito, assim vamos aproveitar este novo filme, A Mula (2018), que estreia na próxima quinta nos cinemas, tendo ele mesmo como ator principal. É inspirador ver que, aos 88 anos de idade, ele consegue entregar mais um filme bacana e ainda no papel principal mostrando ser um excelente ator.

A sua atuação aqui chama mais atenção que o filme em si, merecendo um reconhecimento tão grande quanto o foi em Menina de Ouro (2004) onde ele foi indicado ao Oscar. Acaba que o filme se sustenta na força de seu personagem principal Earl, com Eastwood dirigindo a si mesmo. Earl é apresentado de forma sincera, com suas qualidades e defeitos, principalmente defeitos, o que justifica um drama na sua relação com a família. Ainda assim, sua maior qualidade é assumir o seu maior defeito e reforçar o que de fato importa. A certo ponto de seus 90 anos de existência ele faz essa auto reflexão e, a partir disso, temos um desfecho bacana.

Apesar da brilhante atuação de Clint Eastwood ser maior que o filme em si, temos um pouco de roadmovie – para os que adoram o estilo – e algumas cenas divertidas a arrancar risos, aproveitando a situação de risco, a condição de velhice do protagonista e sua personalidade.

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É uma adaptação bem fiel ao livro de Agatha Christie, sendo assim não chega a trazer novidades para quem leu o livro ou assistiu ao primeiro filme. Foi uma escolha de roteiro sem riscos, neste caso pode ter sido a melhor escolha. Como investigação e suspense funciona muito bem e ressalta temas bem presentes nas obras da escritora, como tradição, vingança, poder e justiça. Destaque para Kenneth Branagh que dirige o filme e interpreta o detetive Hercule Poirot.

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