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Seguindo uma divertida narração da própria Arlequina, Aves de Rapina (2020) carrega em si uma simbologia por osmose que representa a emancipação, independência, das mulheres a partir da figura dessa personagem que, aqui, passa de louca para um exemplo. Aliás, o recado de que estamos em um mundo dos homens aparece até numa cantoria da personagem coadjuvante Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell)… e a resposta se dá principalmente nas vias de fato, onde as garotas dão uma lavagem de porrada nos caras.

Ainda assim, diante dessa insistência, não houve um exagero feminista. Por certo a diretora Cathy Yan dá um exemplo de condução e o filme não se perde e nem cansativo fica. Uma ótima direção de atores com cenas de ação interessantes. É vibrante ver essa passagem de vítima do Coringa para essa personagem que vemos no filme.

Vias de fato mais do que superpoderes em Aves de Rapina:

A porrada cai geral nos homens como um troco das garotas, principalmente a Arlequina que domina a maior parte das cenas, com destaque para a sua habilidade insana no uso do bastão de baseball. Ela está infreável junto com as outras garotas e sem necessidade de apelação com superpoderes. O poder é o feminino que pode tudo e, diante de dificuldades, uma mana levanta a outra.

Numa estrutura narrativa com sobreposição de cenas, temos idas e vindas que são até engraçadas, pois somos norteados pela narração de Arlequina, do jeito dela. Nesse sentido, nem os clichês cinematográficos escapam, eles viram piadas a partir da visão dela. Margot Robbie é um sucesso, bem melhor que no filme anterior, e sua personagem está numa nova roupagem e mantendo seus altos e baixos psicológicos psicóticos numa interpretação bombástica da atriz.

Tanto quanto a atriz principal, está o segundo elenco, dando o seu show. Especialmente o vilão (Ewan McGregor) e seu lacaio (Chris Messina). O McGregor com seus recorrentes gritos de vibração e a Margot Robbie com a sua risada típica equilibram insanidade e maldade com alívio cômico. Sem dúvida esse vilão supera fácil o personagem Coringa de Esquadrão Suicida (2016), filme que nem merece as lembranças e poucas referências que este Aves de Rapina (2020) faz a ele.

Criatividades nas cenas de ação envolvendo inclusive uma daquelas casas de horrores típica em cidades dos EUA (neste caso, de Gothan City) completa os ingredientes para garantir uma diversão sem fim, eu diria mais fabulosa do que fantasiosa, embora aceite a mistura de palavras no subtítulo. Bom para a DC que também acertou nos dois últimos anos, ao menos com Coringa (2019) e Aquaman (2018).

“Por trás de um grande homem, existe sempre uma mulher fodona”

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