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Após a morte de um amigo, Bob Garfield visita sua cidade quando era uma criança e começa a relembrar seu passado. Nessa época, quando tinha apenas 11 anos, apareceu em sua vida um senhor misterioso chamado Ted Brautigan. Entretanto, é com a amizade e atenção de Ted que Bobby aprende a ter uma outra visão de seu falecido pai, bem como as possibilidades que a vida lhe oferecia na época. Escrito por William Goldman e dirigido por Scott Hicks.

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O Formidável (França, 2017)
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O filme se passa em Paris, anos 60, onde o diretor Jean-Luc Godard (Louis Garrel) e a atriz Anne Wiazemsky (Stacy Martin) começaram a viver um romance e, futuramente, por decisão dela, a história dos dois é contada. A direção e roteiro fica por conta de Michel Hazanavicius, que venceu o Oscar com o filme O Artista (2012).

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TOP 10 filmes lançados em 2018
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Nossa lista anual é sempre disponibilizada perto ou logo após o Oscar. Os 10 melhores do ano passado para você concordar, discordar ou correr para assistir! Alguns deles possuem resenha aqui no site, é só clicar no título. Dessa vez tivemos metade da lista com filmes não americanos, sendo 2 brasileiros, 1 mexicano, 1 francês e 1 coreano.

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Os Suspeitos (Prisoners, 2013)

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Duas famílias devem lidar com o desaparecimento de suas filhas pequenas. Quando um dos pais suspeita que o detetive encarregado das buscas já desistiu de procurar pelo culpado, desesperadamente ele começa a desconfiar de todas as pessoas ao redor. Fazendo sua própria investigação, encontra o principal suspeito e decide sequestrá-lo. Dirigido por Denis Villeneuve. Roteiro de Aaron Guzikowski.

Priosioneiros:

O diretor canadense Denis Villeneuve, do filme “Incêndios” (Canadá, 2010), indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, apresenta este suspense que trata de uma situação comum nos Estados Unidos, e que qualquer família pode acabar vivenciando, que é o desaparecimento de crianças. A sequência de abertura com a oração do Pai Nosso entrelaçada com um pai instruindo um filho a caçar um cervo já mostra a seriedade e algumas questões da trama. Muita tensão, valores morais e uma ótima forma de mostrar as transformações dos personagens – cada um reagindo à sua maneira – diante da situação foco de tensão do filme.

Com suas duas horas e meia, o diretor consegue prender a atenção do espectador e ainda consegue reunir provavelmente o melhor elenco do ano: Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Viola Davis, Maria Bello, Terrence Howard, Melissa Leo, Paul Dano e Dylan Minnette. Os destaques vão para Hugh Jackman – como um pai preocupado ao extremo e que acaba tomando uma difícil decisão pensando na família, Jake Gyllenhaal – como um policial dedicado a ponto de se consumir bastante com o caso e, também, Paul Dano – como o principal suspeito, com um comportamento desassociado do mundo ao redor e que praticamente não fala. Dano é o único que ainda não teve indicação a premiações por suas atuações anteriores, apesar de que seus papéis (pequenos em sua maioria) costumam ter relevância, como em Sangue Negro (2007), Pequena Miss Sunshine (2006) e Roubando Vidas (2004); provavelmente depois deste filme, o ator será mais valorizado. Um destaque especial para Jake Gyllenhaal, pois se encontra em um papel mais difícil de ter visibilidade em termos de atuação, pois suas emoções não ficam tão explícitas como acontece com os demais personagens (seu envolvimento com a situação é mais indireto, pois ele está prestando um serviço); mesmo assim, cada detalhe de sua atuação, seja um piscar repetitivo de olhos, ou um escorregão, parecem tão reais como se fossem improviso, não estivessem no papel. Este deve ser o melhor trabalho de Gyllenhaal, uma boa aposta para o próximo Oscar.

Os Suspeitos alterna as histórias do pai e do detetive, ambos com sua obsessão, e vai mostrando a reação dos demais personagens. Pistas são apresentadas e reviravoltas testam o raciocínio e a tensão do espectador. Porém, os dilemas morais dos personagens, suas transformações e decisões, é o forte do filme. O drama dos pais diante do tempo cruel enquanto suas filhas estão desaparecidas. O mal, em sua essência e implicações morais, e o limite de cada um são alguns pontos focados no filme. O título original, Prisioneiros, é mais adequado, já que cada personagem se torna um prisioneiro de algum forma, mesmo que seja da sua própria consciência, de sua angústia. Como em “Incêndios”, o canadense Villeneuve acumula reviravoltas e um final impactante, mas no primeiro filme o impacto é maior. Vale a pena ver os dois.

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Fontes:
http://omelete.uol.com.br/festival-de-toronto/cinema/os-suspeitos-critica/#.UmQ40RVTtFY
http://cinema.terra.com.br/os-suspeitos-combina-suspense-e-dilema-moral-de-personagens,3696ccd86adc1410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html
Aflitivo e angustiante, ‘Os Suspeitos’ traz à tona o problema do desaparecimento de crianças

Tags Relacionadas crítica, crítica os suspeitos, Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Os Suspeitos, Prisoners, resenha
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