Bom Dia, Vietnã (EUA, 1987)
Eu indico Good Morning, Vietnam (EUA, 1987) Em 1965, o
Eu indico Good Morning, Vietnam (EUA, 1987) Em 1965, o
Após a morte de um amigo, Bob Garfield visita sua cidade quando era uma criança e começa a relembrar seu passado. Nessa época, quando tinha apenas 11 anos, apareceu em sua vida um senhor misterioso chamado Ted Brautigan. Entretanto, é com a amizade e atenção de Ted que Bobby aprende a ter uma outra visão de seu falecido pai, bem como as possibilidades que a vida lhe oferecia na época. Escrito por William Goldman e dirigido por Scott Hicks.
O terror de verdade não precisa de monstros, sanguinolência, sustos sucessivos... precisa causar medo, causar frio na espinha, tensão, arrepio, suspense. James Wan acerta na dose e no estilo, agradando aos fãs do gênero (e também a quem não é).

Paulo Miklos em O Homem Cordial (Brasil, 2019)
Há quase um ano atrás estive no Festival de Gramado, em sua 47° edição. Na noite de abertura esse filme de Iberê Carvalho, O Homem Cordial (Brasil, 2019), foi exibido juntamente com o gigante popular Bacurau (Brasil, 2019). Então, neste momento, procuro relembrar o filme do Iberê Carvalho (roteiro do próprio Iberê e de Pablo Stoll) e trazer minha percepção do que foi uma excelente experiência cinematográfica.
No festival supracitado, o filme levou o prêmio de melhor ator para Paulo Miklos. O ex-vocalista dos Titãs protagoniza o filme brilhantemente, deixando os concorrentes sem muita chance. Além disso, levou como Melhor Trilha Musical (Sascha Kratzer), o que é interessante pelo fato da música fazer parte do enredo. A situação da pandemia tem segurando a estreia do filme nas salas cinemas, mas não impediu que ele recebesse outros prêmios, alguns recentes como o de Melhor Filme e Melhor Ator no Barcelona Indie Filmakers Festival.
Após um vídeo viralizar na Internet, Aurélio (Paulo Miklos) passa a ser responsabilizado pela morte de um policial. Aurélio faz parte de uma banda punk de sucesso nos anos 1980 e precisa enfrentar uma onda de indignação popular após o ocorrido.
A experiência de assistir O Homem Cordial não é contemplativa, no sentido de ver, assimilar, relaxar. Aqui acompanhamos algumas horas, quase em tempo real, na vida desse personagem após o evento estopim. Capturado pelo olhar de estranhos que assistem ao caso e a seus desdobramentos através das redes sociais, ele é julgado sem muito filtro e perseguido. Analogamente, entra em cena a polícia indignada pelo fato de um colega ter sido assassinado.
Além do mais, no quesito técnico, o enquadramento persegue Aurélio como se ele estivesse num survivor game, testando o personagem no viés reativo para com as situações e Paulo Miklos no quesito interpretativo de seu personagem. Papel difícil, atuação caprichada. Decerto que esse formato absorve bem o espectador para o cenário fictício e tortura; sabemos o quanto a proposta é real e factível e pode acontecer constantemente em nosso dia a dia.
O brasileiro, o ser humano em geral, é realmente cordial? Somos dominados por impulsos e passamos do que seria a cordialidade para a raiva e hostilidade. Nessa época onde as redes sociais influenciam rapidamente a maioria das pessoas, essa transformação da mansidão para o ódio é acelerada. E o filme segue essa cadência de hostilidades que vão ficando mais intensas, cena a cena, até um desfecho pesado e necessário, onde um tapa na cara seguido de amargura é pouco. Ademais, numa determinada cena, um policial de maior escalão, num momento de abuso de poder, ainda se permite fazer um discurso sobre prepotência.

Cartaz do filme O Homem Cordial (Brasil, 2019)
Eu indico Stranger on the Third Floor (EUA, 1940) O
Um menino encontra o equipamento de um Predador e acidentalmente dispara um alerta que os traz de volta à Terra. Os caçadores mais letais do universo se atualizaram geneticamente com DNA de outras espécies alienígenas e apenas um grupo de ex-soldados, junto com uma professora de ciências descontente, pode parar os caçadores antes que todos se tornem suas presas. Dirigido por Shane Black.
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