O Atalante (França, 1934)
Eu indico L’Atalante (França, 1934) Jean (Jean Dasté), jovem capitão
Eu indico L’Atalante (França, 1934) Jean (Jean Dasté), jovem capitão
Jean Grey começa a desenvolver incríveis poderes que a corrompem e a transformam em uma Fênix Negra. Agora, os X-Men precisam decidir se a vida de um membro da equipe vale mais do que todas as pessoas do mundo. Dirigido por Simon Kinberg em sua estreia como diretor de um filme e que também assina o roteiro, até que ele conseguiu reforçar os dilemas dos mutantes e contextualizar bem o enredo num cenário de início da década de 90.
Finalmente a nossa lista mais caprichada do ano! Veja nossa seleção dos 10 melhores filmes lançados em 2017. Confira e divirta-se!

Cesare Deve Morire (Itália, 2012)
Na prisão de segurança máxima de Rebibbia, Roma, um grupo de prisioneiros encena a peça “Júlio César”, de William Shakespeare. Pelos corredores, fala-se de morte, liberdade, vingança. Realidades presentes no texto shakespeariano, mas também nas suas próprias histórias. Dirigido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, o filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2012.
Documentário e drama:
De forma inusitada, os diretores e irmãos Taviani fazem um filme usando como elenco detentos da prisão de segurança máxima Rebibbia, em Roma. Os detentos interpretam detentos, com base em fatos reais, se tornando assim atores, admiradores e contribuintes da sétima arte. E não só esta, mas também a arte do teatro (a 5ª arte), já que na trama, uma parcela dos prisioneiros é selecionada para ensaiar e representar a peça de Shakespeare. Dessa forma, há uma mistura que neste funciona de forma impressionante: drama e documentário.
O filme inicia com uma cena em cores, ao apresentar a peça, e logo depois volta ao passado para mostrar todo o processo pelo qual os detentos passaram (é aí que sabemos que são prisioneiros), a fim de realizar a peça. Aí temos o uso do preto e branco para destacar que estamos no passado.
Na maior parte do tempo o filme mostra os ensaios da peça, algumas vezes as cenas começam e não sabemos se os personagens estão ensaiando ou se estão fazendo outra coisa, na sua rotina bem determinada de prisioneiros; logo, pelo menos na maior parte das vezes, percebemos que estão ensaiando. É no mínimo emocionante perceber a empolgação e dedicação dos detentos ao papel de cada um, para a peça. E também é importante ver que em alguns momentos a realidade vem à tona para alguns deles, como quando um está desconcentrado e entristecido, pois acabou de receber uma visita que mexeu com ele. Também temos uma cena onde no meio do ensaio dois prisioneiros levam uma questão para o lado pessoal, gerando quase uma briga feia. Um terceiro e último exemplo, ocorre quando um deles consegue se identificar com uma passagem da peça, associando um fato que ocorreu com o mesmo antes de ser preso. Vão se confundindo a prisão em Roma com a Roma antiga, a fronteira entre vida e arte, realidade e encenação, usando o próprio ambiente da prisão como cenário principal, exposto assim essa relação de forma inteligente.
Todo o cenário natural da prisão é usado como espaço para ensaio, cada corredor, porta, cama, janela, muros, grades. A imaginação floresce, neste lugar de redenção, de pagamento pelos pecados de cada um. E, em certo ponto, temos uma discussão sobre dignidade e solidariedade, e principalmente sobre uma nova chance, já que estamos falando de pessoas com crimes como assassinato ou tráfico, mas que no final das contas, em contato com a arte, nos parecem mais humanos.
“Desde que conheci a arte, esta cela virou uma prisão”
__________________________________
Fontes:
http://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2013/02/estreia-cesar-deve-morrer-e-cronica-shakespeariana-feita-por-dupla-italiana.html
http://omelete.uol.com.br/cinema/cesar-deve-morrer-critica/
Os mesmos personagens principais de volta e com o mesmo carimbo, com incrementos bem pensados que tornam o filme minimamente interessante. Direção de Jake Kasdan.
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
Todos os filmes de Clint Eastwood são especiais. Como diretor ele é cuidadoso e merece muito respeito, assim vamos venerar também seu novo filme, A Mula (2018), que estreia na próxima quinta nos cinemas, tendo ele mesmo como ator principal. É inspirador ver que aos 88 anos de idade ele entregando mais um filme bacana e ainda no papel principal mostrando ser um excelente ator.
Sem comentários
Você pode ser o primeiro a comentar este post!