Search

Você pode gostar disso:

crying
Eu e Você (Itália, 2012)
Ação Filmes Na pré

Eu e Você (Itália, 2012)

Escondido no porão para passar suas férias de inverno, Lorenzo, um jovem de quatorze anos, introvertido e um pouco neurótico, está se preparando para viver seu grande sonho: nada de conflitos, nada de colegas chatos de classe, nada de brincadeiras e falsidades. O mundo lá fora com suas regras incompreensíveis e ele deitado no sofá, bebendo muita coca-cola, comendo atum em caixinha e com livros de terror ao seu redor. Será Olivia, que chega de repente no porão com sua agressiva vitalidade, a tirar Lorenzo de seu universo sombrio, para que ele tire a máscara de adolescente complicado e aceite o jogo caótico da vida fora de quatro paredes. Dirigido por Bernardo Bertolucci.

laughing
Dredd (Reino Unido, 2012)
Ação Filmes Na pré

Dredd (Reino Unido, 2012)

120 anos no futuro, o Juiz Dredd (Karl Urban) é o mais temido da elite de juízes nas ruas de Mega City One, onde acumula os cargos de polícia, juiz, júri e executor. Os juízes do futuro mantêm a ordem nessa cidade densamente povoada. Dirigido por Pete Travis.

tonguemoney
O Sol Também é uma Estrela (2019)
Ação Filmes Na pré

O Sol Também é uma Estrela (2019)

Natasha é uma jovem extremamente pragmática, ela não acredita em destino, apenas em fatos explicados pela ciência. Em menos de doze horas, a família de Natasha será deportada para a Jamaica, mas antes que isso aconteça ela conhece Daniel e isso pode colocar todas as suas convicções em cheque. Dirigido pela Ry Russo-Young e baseado no livro de Nicola Yoon.

laughingtongue

Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)

Mission: Impossible – Fallout (EUA, 2018)

A sua missão, caso aceite…

O primeiro Missão Impossível (1996) é um clássico, raro e excepcional. Por isso espera-se muito que suas sequências sejam boas ou consigam sustentar a franquia. Felizmente podemos afirmar que este novo filme mostra o quanto a franquia continua dando certo! Dirigido por Christopher McQuarrie.

De alguma forma, os filmes após o primeiro conseguiram fazer a franquia se reinventar e sobreviver com elegância. Seja no apelo à ação louca de John Woo no segundo filme, que garantiu boa diversão, seja numa ênfase sentimental humanizando o personagem de Tom Cruise que começou no segundo filme (com a presença de uma esposa vivida por Michelle Monaghan) e um roteiro mais sólido, sem contar a direção do J.J. Abrams. Agora chegamos ao sexto filme que conseguiu equilibrar cenas de ação “impossíveis” com dramatização, personagens fortes, fotografia genial (as cenas em Paris e no Vale de Nubra que o digam) e roteiro interessante e moderno. É realmente bacana de se assistir e Tom Cruise continua num grande momento como ator, sustentado também pela força de seu personagem. Aqui ele dispensou dublês para muitas cenas e ainda bem que ele sabe pilotar helicóptero na vida real!

Este novo filme conseguiu trazer, sem cansar, elementos marcantes da franquia, como a comunicação sigilosa da nova missão, uma cena de introdução com a música tema que lembra aberturas de seriados e as armas tecnológicas que foram usadas nas cenas acrescentando à trama situações de armadilhas e enganação bem elaboradas. E, claro, muitas situações quase “impossíveis”, onde os protagonistas ficam por um fio. Talvez as cenas de ação, principalmente de combate corpo a corpo, tenham ficado coreografadas demais, perdendo assim o realismo, por outro lado os personagens cometem falhas e precisam improvisar em algumas situações, melhorando esse cenário. A cena de perseguição em Paris tem uma tomada longa, muita adrenalina e uma direção de fotografia impecável (Rob Hardy). Não lembro da cidade de Paris ter sido tão bem aproveitada em algum filme como foi aqui.

O personagem principal dispensa comentários, Ethan Hunt talvez nunca tenha ficado tão bem quanto desta vez. Existe um foco importante sobre sua personalidade e índole, como alguém que pensa no bem das pessoas, inclusive tomando decisões perigosas para proteger os outros. Existe uma bondade nele bem contrastada com o personagem de Henry Cavill (este possui seus próprios métodos de resolver as missões). Já este último ator não ficou tão bem, provavelmente por seu personagem não parecer ter muita força na trama e sempre ficar ofuscado por Ethan Hunt. Por outro lado, Rebecca Ferguson está linda demais, os membros da equipe de Hunt são ótimos e bem interpretados por Simon Pegg (grande destaque) e Ving Rhames. Gostei muito também da interpretação de Sean Harris como vilão, existe uma maldade no seu tom de voz que chama a atenção.

Missão impossível mesmo é chegar a 6 filmes de uma mesma franquia sem cair no desinteresse do público e, neste caso, este novo filme foi uma missão cumprida!

Tags Relacionadas crítica, crítica Missão Impossível, Efeito Fallout, Henry Cavill, J.J. Abrams, Missão Impossível, Missão Impossível 6, Missão Impossível Fallout, resenha, resenha Missão Impossível, Simon Pegg, Tom Cruise
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

Barton Fink – Delírios de Hollywood (1991)

Eu indico Barton Fink (EUA, 1991) Nova York, 1941. Barton

laughing
Dredd (Reino Unido, 2012)
Filmes

Dredd (Reino Unido, 2012)

120 anos no futuro, o Juiz Dredd (Karl Urban) é o mais temido da elite de juízes nas ruas de Mega City One, onde acumula os cargos de polícia, juiz, júri e executor. Os juízes do futuro mantêm a ordem nessa cidade densamente povoada. Dirigido por Pete Travis.

laughingtongue
Shazam! (2019)
Filmes

Shazam! (2019)

Dirigido por David F. Sandberg, Shazam! vem com um tom despretensioso e muitas piadas inclusive com outros personagens importantes como Batman e Superman. Meio à parte do clima obscuro da maioria dos filmes anteriores, mas podemos dizer que a introdução do Shazam nesse universo veio para somar.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário