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TOP 10 filmes baseados em livros de Stephen King
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TOP 10 filmes baseados em livros de Stephen King

Os 10 melhores filmes baseados em livros de Stephen King, escritor norte-americano mundialmente reconhecido como o maior escritor de horror fantástico e ficção de sua geração. Muitos de seus livros foram adaptados para o cinema, embora poucas adaptações tenham sido de seu agrado. Como leitor assíduo de suas obras e cinéfilo sempre ansioso pelos filmes que se aproveitaram delas, montei esse TOP 10 com muito carinho.

Dica de livro: Tudo Sobre Cinema
Drama Filmes

Dica de livro: Tudo Sobre Cinema

Recomendo esse livro que tem me ajudado muito a imergir com profundidade no mundo cinematográfico: “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling.

Drama Filmes

Na Estrada (On The Road, 2011)

Eu indico On The Road (Brasil / França / Reino

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A Corte (França, 2016)

L’Hermine (França, 2016)

Michel Racine (Fabrice Luchini) é um juiz rígido e impiedoso, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado muitos anos atrás, mas que o abandonou. Dirigido por Christian Vincent.

Tribunal:

Assisti poucos filmes que envolvem tribunal, julgamento pela lei. Me recordo de excelentes produções:

– 12 Homens e uma Sentença (1957, de Sidney Lumet);

– O Sol é Para Todos (“To Kill a Mockingbird”, 1962, de Robert Mulligan);

– O Homem Que Fazia Chover (1997, de Francis Ford Coppola);

– Tudo o que Desejamos (França, 2011, de Philippe Lioret).

Agora, acrescento a essa pequena lista, o recente filme francês A Corte. O filme alterna entre cenas dentro e fora de um tribunal, e possui alguns aspectos cativantes. O primeiro deles é facilmente perceptível, que é o personagem principal em si, um juiz competente, que para nossa sorte foi interpretado esplendidamente pelo ator Fabrice Luchini, premiado então como melhor interpretação masculina no Festival de Veneza de 2015. O mesmo festival premiou este filme como melhor roteiro (do próprio diretor Christian Vincent).

É fácil acreditar, de cara, que este juiz possui somente uma personalidade rígida e postura firme, que são atributos importantes para o seu ofício. As pessoas comentam logo sobre ele, antes do julgamento começar, e não temos até então maiores informações. Todos têm medo dele, é um juiz casca grossa. Porém, é aos poucos que vamos percebendo o quanto ele é uma pessoa justa, que segue a lei e faz com que os seus assistentes a sigam. Como se já não bastasse encantar por isso, o filme em determinado momento vai mostrar uma pequena fragilidade do protagonista diante dos sentimentos que ele guarda por alguém, uma mulher por quem foi apaixonado (Sidse Babett Knudsen, que está linda e também ótima no filme). O destino faz com que eles se cruzem novamente, só que durante um julgamento. O envolvimento dos dois vai se desenrolando ao mesmo tempo em que o julgamento vai avançando, mas as coisas são bem sutis, existem pouquíssimos vestígios de sentimento entre eles e é interessante como isso não prejudica a andamento dos seus trabalhos. É importante ver como a postura e firmeza do juiz continuam presentes para que a lei seja aplicada corretamente.

Um julgamento, como o próprio nome diz, parte de suposições, observações e decisão, pois nem sempre a verdade será relevada e é necessário aplicar a sentença. Muito interessante presenciar esse drama principalmente do ponto de vista de um personagem inteligente, justo e humano. É um drama que nos apresenta a um tribunal, com seus elementos visíveis e seus bastidores, mas também possui aquela leve pitada de romance e humor. E tudo isso traça uma certa identidade na obra que a deixa cada vez mais realista e cada vez mais agradável. Um tribunal de justiça e o que ocorre fora dele nos é apresentado como uma corte, onde conduta e comportamento das pessoas estão sendo observados e julgados por outras com base no que se acredita ser o correto, a etiqueta.

Vemos no tribunal as relações hierárquicas, as repetições obrigatórias, o tempo de cada um falar, como se dirigir ao advogado e ao juiz, a seleção dos jurados, etc. Mas o melhor de tudo é como se mantém a moralidade implacável do personagem principal e seus conflitos diante de tudo que ele está passando em sua vida pessoal.

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Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-231600/criticas-adorocinema/

Tags Relacionadas crítica, Fabrice Luchini, Festival de Veneza, Homem Que Fazia Chover, Homens e uma Sentença, juiz, resenha, To Kill a Mockingbird, tribunal
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