Barton Fink – Delírios de Hollywood (1991)
Eu indico Barton Fink (EUA, 1991) Nova York, 1941. Barton
Eu indico Barton Fink (EUA, 1991) Nova York, 1941. Barton
O filme se passa em Paris, anos 60, onde o diretor Jean-Luc Godard (Louis Garrel) e a atriz Anne Wiazemsky (Stacy Martin) começaram a viver um romance e, futuramente, por decisão dela, a história dos dois é contada. A direção e roteiro fica por conta de Michel Hazanavicius, que venceu o Oscar com o filme O Artista (2012).
Eu indico The Jazz Singer, EUA, 1927 Conta a história

Midsommar (Suécia / EUA, 2019)
Aguardado com muito entusiasmo – e tensão – por quem curtiu Hereditário (2018), filme anterior e primeiro longa dirigido por Ari Aster – ficando entre os melhores e mais assustadores filmes de terror dos últimos anos – Midsommar chega às telonas para impactar de novo. Afinal, é um filme que tem o DNA do anterior, embora aqui se entregue muitas vezes o que vai ser o resultado dessa visita de um grupo de amigos a uma comunidade na Suécia. Existe um apelo por cenas fortes, perturbadoras, por outro lado o nível de tensão não supera (e seria mesmo difícil superar) o anterior.
A fotografia e direção parecem à prova de falhas. Tomadas mais abertas, de ângulos diferentes, alguns momentos em primeira pessoa, mas sem mudanças muito bruscas na perspectiva, dão um tom ideal a ponto de criar o suspense descartando a necessidade das sombras. Afinal, nessa época a Suécia quase não conhece a escuridão da noite, mas o clima de horror aqui acontece mesmo a céu aberto, tudo muito visível e claro. Mérito dessa ousadia em não seguir o convencional que precisa de sombras e escuridão para causar medo. Tente não se sentir parte da comunidade para não piorar a sua situação, pois o tempo inteiro o diretor tentará te puxar para dentro da trama.
Um grupo de amigos americanos, entre eles um casal com a relação desequilibrada, viaja para conhecer uma pequena vila sueca. No entanto, à medida que o tempo passa, o grupo começa a desconfiar quando os cultos da comunidade começam a se tornar mais aparentes. Aqui está a maior força do filme, mostrar os cultos sem muito filtro, alguns bem pesados e esquisitos, porém a forma como é conduzido deixa tudo bem crível (sendo assim, mais aterrorizante). Os rituais são muito bem trabalhados.
A importância da personagem Dani, numa interessante interpretação de Florence Pugh, para uma das reflexões que o filme provoca, não é revelada de cara. Mas o destino dos personagens é fácil de perceber, o filme entrega pistas o tempo inteiro e não procura confundir o espectador, isso reduz o clima de mistério antes da metade da trama, mas não acho que prejudicou muito o impacto de sua conclusão. Os traumas de Dani desde antes da viagem parecem soltos, mas vão se encaixar, pois Ari Aster sabe casar o drama com o suspense.
Parece seguir na linha de O Homem de Palha, filme de 1973, ou do não-tão-antigo-assim O Jantar (2017), mas não posso confirmar nada. Somente digo que aqui o impacto visual e cadência da situação é tão bom quanto o primeiro e supera o segundo. Também remete ao excelente O Ritual (2017). O diretor chegou a declarar que “Midsommar é sequência espiritual de Hereditário“.
E o que significa “Midsommar“?
Palavra em sueco traduzida como “pleno verão”, ou seja, é o solstício de verão, feriado nacional idolatrado na Suécia e considerado uma das festas mais importantes do ano.
Segundo a lenda, o Midsommar é na verdade um ritual pagão para celebrar a fertilidade da natureza no dia mais poderoso do ano, quando o Sol e a Terra estão no auge de seus poderes reprodutivos.
Uma equipe de seis astronautas da Estação Espacial Internacional descobre sinais de vida inteligente em Marte e a investigação do fato gera consequências inimagináveis. Dirigido por Daniel Espinosa.
O plano de Constantine Nikas (Robert Pattinson) era assaltar um banco e conseguir uma boa quantia em dinheiro, mas não funciona e o seu irmão mais novo acaba sendo preso. Decidido a resgatá-lo, Constantine embarca em uma perigosa corrida contra o relógio e onde ele mesmo é o próximo alvo da polícia. Dirigido pelos irmãos Safdie.
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