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Top 10 filmes coreanos para hollywood nenhuma botar defeito
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Top 10 filmes coreanos para hollywood nenhuma botar defeito

A Coreia do Sul possui excelentes produções há um bom tempo, embora tenha chamado a atenção mundial recentemente. Muitos filmes de qualidade, principalmente nos gêneros suspense e policial. Esse é um top 10 especial para mim, já que experimentei muitos filmes coreanos por indicação de amigos mais viciados e com base em outras listas na internet.

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Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)
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Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)

O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.

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O Mágico (“L’illusionniste”, França, 2010)

Eu indico L’illusionniste (França, 2010) Animação que conta a história

Tudo o que Desejamos (França, 2011)

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Toutes nos Envies (França, 2011)
Casada e mãe de dois filhos, Claire (Marie Gillain), de 32 anos, é juíza na cidade de Lyon, na França. Seu agitado cotidiano sofre um forte abalo: ela descobre que tem um tumor no cérebro e poucos meses de vida. Claire decide esconder sua morte iminente da família e ajudar Céline (Amandine Dewasmes), uma moça que pediu dinheiro emprestado a uma financeira e, sem condições de pagar, está sendo processada. Para isso, encontra a ajuda do colega de profissão Stéphane (Vincent Lindon). Dirigido por Philippe Lioret.
Desejamos…
Desejamos muitas coisas. Amor, saúde, justiça, são apenas alguns exemplos. O diretor Philippe Lioret assume um filme que é coerente e bastante maduro na abordagem de temas como estes. Na trama, a jovem juíza Claire tem câncer irreversível. O filme não fica focado nas cenas de sofrimento, vai muito além e aborda questões diversas, tendo a justiça um dos pontos centrais. É um excelente filme de tribunal e de relações entre pessoas. Interpretado por Vincent Lindon, Stéphane, juiz veterano e desencantado com a profissão, adquire rapidamente um afeto muito forte pela colega, talvez por ter se inspirado com o comprometimento e sacrifício pessoal dela, mesmo na situação delicada em que a mesma se encontra. A similaridade de ambos, indignados com a situação de Céline, e em busca da verdadeira justiça, acaba aproximando os dois nos últimos dias de vida de Claire. Isso fica claro no cuidado que ele passa a ter com ela e quando a presenteia com o símbolo da justiça. O significado dessa busca pela justiça pode dar um sentido a mais na vida da protagonista que possui pouco tempo de vida, e ao invés de se entregar a um tratamento invasivo, que só prolongaria um pouco sua vida e ainda com sofrimento, ela se entrega ao seu trabalho e a este ideal. Ambos os personagens são casados e felizes com suas famílias e a vida em família também é abordada no filme de forma bem singela, assim como a forte relação entre duas pessoas que a princípio eram somente colegas de profissão, uma jovem e um mais velho e maduro que se confundem entre seus ideais e seus sentimentos um pelo outro.
A justiça é discutida pelas suas facetas do que é justo e do que, de fato, é legal. A briga entre empresas grandes e pessoas desfavorecidas pode ter um resultado raro, a favor dessas últimas. O filme fala também de amizade, solidariedade, compaixão pelo outro. As cenas são delicadas em alguns momentos, como no carinho entre os casais, ou como na cena do lago, mas também fortes em outros. Entre a doença terminal e a busca pela justiça, nem sabemos se a personagem vai viver o suficiente para saber o resultado de sua batalha, pois vemos o quanto burocrática é a justiça, enquanto o tempo é um fator determinante para a protagonista. A narrativa é interessante quando nos mostra a passagem do tempo, pois inicia numa segunda, 13 de setembro, e vai até uma sexta, 14 de janeiro. Muitos detalhes podem ser detectados no filme, como quando Claire presenteia Céline com o mesmo perfume que sempre usou, o mesmo que o seu marido Christophe adora sentir nos seios da esposa. Ela mesma faz Céline usar o perfume nos seios, mesmo sabendo que a mesma viverá mais do que ela. Tudo o que desejamos está lá, tratado com realismo e mostrando algumas lições de humanidade.
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Este filme foi ousado em reinventar uma das cenas mais fortes do livro (e do primeiro filme), que envolve a primeira catástrofe para a família. Isso ficou interessante e manteve a lógica. Outro ponto positivo foi a atuação de John Lithgow como o velho Jud Crandall, personagem chave com garantia de grandes momentos em tela graças ao ator consagrado. A garotinha Ellie, interpretada pela Jeté Laurence, também está boa no papel. Uma das cenas mais legais envolve os dois, é pesada e bem parecida com a cena do livro. Boa sorte!

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